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Notícias
30
mai
2014
(GERAL)
Guarantã do Norte será cidade piloto para criação de APL florestal
Após a consolidação do Programa de Desenvolvimento Florestal Sustentável de Mato Grosso (PDFS-MT), com o levantamento do cenário madeireiro estadual que aponta como um dos incentivos ao crescimento a criação de Arranjos Produtivos Locais - APLs, em breve, a cidade de Guarantã do Norte será piloto do primeiro projeto desse tipo.
A iniciativa é do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), em parceria com a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) e o Sebrae. Para preparar o empresariado desta e de outras regiões que criarão suas APLs após avaliação dos resultados da área piloto, os participantes do 4º Encontro de Executivos Sindicais do Setor de Base Florestal (Enesf), evento realizado esta semana em Cuiabá (MT), no hotel Holliday Inn, em Cuiabá, ouviram palestra do técnico da Sicme e também do consultor do Sebrae sobre o assunto, respectivamente, José Juarez Pereira Faria e José Valdir Santiago Júnior.
O primeiro discorreu sobre a aplicabilidade do PDFS e como o Plano tem funcionado com a criação de um Grupo de Trabalho (GT) e incentivos concedidos pelo governo. O palestrante destacou que é importante que o sindicato seja o grande articulador dos APLs dentro desse contexto. Isso porque, sem essa liderança, não há sentido nessa criação, uma vez que é esta quem vai gerir esse processo para sua continuidade.
Juarez explicou ainda que o GT do PDFS foi criado com o objetivo de resolver os problemas imediatos do setor e prepara o decreto de criação do programa bem como a concessão de benefícios aos APLs e também busca soluções para entraves no setor como: Pauta da Madeira, Taxas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a extinção das Guias Florestais (GFs) e as Notas Fiscais eletrônicas com dados da GF. “Indo nesse caminho, até 2030, se resolvermos alguns gargalos, o segmento vai mais além”, garantiu.
Outro que fortaleceu a questão das APLs foi o consultor do Sebrae, Santiago Júnior. Ele discorreu em sua palestra acerca de questionamentos que os empresários devem ter quando pensarem em participar de um Arranjo. Para exemplificar foi exibido um vídeo de como funcionam e do sucesso obtido das APLs na região italiana da Lombardia onde os pequenos se unem e criam grandes redes que sustentam o mercado local com força para o nacional e internacional.
Para isso, no entanto, ele avaliou que o empresário deve considerar algumas questões como: Por que criar um APL; não achar que somente a instalação de um Arranjo é tudo; como desenvolver este APL; o papel dos agentes e; como implantar um sistema inovador focado nos APLs.
Dentro desses questionamentos foi apontado como um dos fatores principais do sucesso do Arranjo o investimento em marketing, o que, na maioria das vezes, não é levado em consideração pelo empresariado. Outro fator é ter uma visão não só empresarial do seu negócio como também sistêmica e estrutural. Só assim, o sucesso caminha junto ao empreendimento e, consequentemente, ao setor.
Como visão estrutural um exemplo dado por ele é a análise do mercado e as articulações setoriais bem como a interação com as instituições de apoio. Já na visão sistêmica os empresários devem ficar atentos até mesmo quanto à questão educacional de seus funcionários buscando, se necessário, apoio de políticas públicas para fortalecer esse território de APLs.
A iniciativa é do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), em parceria com a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) e o Sebrae. Para preparar o empresariado desta e de outras regiões que criarão suas APLs após avaliação dos resultados da área piloto, os participantes do 4º Encontro de Executivos Sindicais do Setor de Base Florestal (Enesf), evento realizado esta semana em Cuiabá (MT), no hotel Holliday Inn, em Cuiabá, ouviram palestra do técnico da Sicme e também do consultor do Sebrae sobre o assunto, respectivamente, José Juarez Pereira Faria e José Valdir Santiago Júnior.
O primeiro discorreu sobre a aplicabilidade do PDFS e como o Plano tem funcionado com a criação de um Grupo de Trabalho (GT) e incentivos concedidos pelo governo. O palestrante destacou que é importante que o sindicato seja o grande articulador dos APLs dentro desse contexto. Isso porque, sem essa liderança, não há sentido nessa criação, uma vez que é esta quem vai gerir esse processo para sua continuidade.
Juarez explicou ainda que o GT do PDFS foi criado com o objetivo de resolver os problemas imediatos do setor e prepara o decreto de criação do programa bem como a concessão de benefícios aos APLs e também busca soluções para entraves no setor como: Pauta da Madeira, Taxas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a extinção das Guias Florestais (GFs) e as Notas Fiscais eletrônicas com dados da GF. “Indo nesse caminho, até 2030, se resolvermos alguns gargalos, o segmento vai mais além”, garantiu.
Outro que fortaleceu a questão das APLs foi o consultor do Sebrae, Santiago Júnior. Ele discorreu em sua palestra acerca de questionamentos que os empresários devem ter quando pensarem em participar de um Arranjo. Para exemplificar foi exibido um vídeo de como funcionam e do sucesso obtido das APLs na região italiana da Lombardia onde os pequenos se unem e criam grandes redes que sustentam o mercado local com força para o nacional e internacional.
Para isso, no entanto, ele avaliou que o empresário deve considerar algumas questões como: Por que criar um APL; não achar que somente a instalação de um Arranjo é tudo; como desenvolver este APL; o papel dos agentes e; como implantar um sistema inovador focado nos APLs.
Dentro desses questionamentos foi apontado como um dos fatores principais do sucesso do Arranjo o investimento em marketing, o que, na maioria das vezes, não é levado em consideração pelo empresariado. Outro fator é ter uma visão não só empresarial do seu negócio como também sistêmica e estrutural. Só assim, o sucesso caminha junto ao empreendimento e, consequentemente, ao setor.
Como visão estrutural um exemplo dado por ele é a análise do mercado e as articulações setoriais bem como a interação com as instituições de apoio. Já na visão sistêmica os empresários devem ficar atentos até mesmo quanto à questão educacional de seus funcionários buscando, se necessário, apoio de políticas públicas para fortalecer esse território de APLs.
Fonte: Assessoria
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