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Notícias
29
mai
2014
(BIOENERGIA)
Produção de energia por biomassa cresce em um ano
A queima de matéria orgânica (resíduos de cana-de-açúcar, casca de arroz, cavacos de madeira etc.) para a produção de energia elétrica é uma prática cada vez mais empregada no País. Conforme estudo realizado pelo Grupo Safira Energia, a capacidade instalada das usinas de biomassa no Brasil cresceu 21% em 2013, em relação ao ano anterior, passando de 7.342 MW para 8.870 MW (volume de energia que corresponde a mais que o dobro da demanda média do Rio Grande do Sul).
O diretor executivo da empresa, Mikio Kawai Jr., salienta que as chuvas que ocorreram ao final de 2012 propiciaram um bom tempo para a safra de cana de 2013 (principal insumo da geração térmica a partir da biomassa). Soma-se a isso o crescimento da demanda por açúcar e álcool, que fez com que se expandisse a área plantada no Brasil, principalmente no interior do Estado de São Paulo.
A cana ganha destaque, pois tem escala, amparada nos mercados globais de açúcar e etanol. “No segmento de geração de energia ter escala é fundamental”, reforça o dirigente. Porém, ele aposta que no futuro haverá uma diversificação das matérias-primas orgânicas aproveitadas para a geração de energia elétrica. O diretor da Safira calcula que a cana corresponda hoje a cerca de 80% da produção de eletricidade por biomassa.
Se a importância da biomassa para o setor elétrico aumenta, o mesmo ocorre com sua valorização. Kawai Jr. antecipa que a tendência é que o preço da biomassa aumente cada vez mais. “Pois, tanto neste ano, como no próximo, a perspectiva é de que o custo de energia seja extremamente elevado”, destaca.
O dirigente projeta que será possível ultrapassar, ainda em 2014, o patamar de 10 mil MW de capacidade instalada a partir da biomassa. O dirigente enfatiza que a adoção da matéria orgânica como fonte de energia serve também para dar uma destinação adequada ao que antes era um problema ambiental, que é o caso dos resíduos da cana ou a casca de arroz. Além disso, apesar da queima da biomassa acarretar impacto ambiental com a emissão atmosférica, esse reflexo é mitigado durante o processo de crescimento da cana ou de outro vegetal que é aproveitado para essa finalidade. Isso ocorre por causa da absorção do gás carbônico e a liberação de oxigênio, no fenômeno da fotossíntese. O mesmo não acontece com as fontes térmicas fósseis, como o carvão e o gás natural.
O diretor executivo da Safira ressalta que as usinas operadas com biomassa estão tentando melhorar a eficiência energética da geração, principalmente aproveitando os resíduos da cana. Essa meta é possível através do aumento da pressão das caldeiras. Com a medida, acaba-se gerando, com a mesma quantidade de bagaço, mais energia.
O diretor executivo da empresa, Mikio Kawai Jr., salienta que as chuvas que ocorreram ao final de 2012 propiciaram um bom tempo para a safra de cana de 2013 (principal insumo da geração térmica a partir da biomassa). Soma-se a isso o crescimento da demanda por açúcar e álcool, que fez com que se expandisse a área plantada no Brasil, principalmente no interior do Estado de São Paulo.
A cana ganha destaque, pois tem escala, amparada nos mercados globais de açúcar e etanol. “No segmento de geração de energia ter escala é fundamental”, reforça o dirigente. Porém, ele aposta que no futuro haverá uma diversificação das matérias-primas orgânicas aproveitadas para a geração de energia elétrica. O diretor da Safira calcula que a cana corresponda hoje a cerca de 80% da produção de eletricidade por biomassa.
Se a importância da biomassa para o setor elétrico aumenta, o mesmo ocorre com sua valorização. Kawai Jr. antecipa que a tendência é que o preço da biomassa aumente cada vez mais. “Pois, tanto neste ano, como no próximo, a perspectiva é de que o custo de energia seja extremamente elevado”, destaca.
O dirigente projeta que será possível ultrapassar, ainda em 2014, o patamar de 10 mil MW de capacidade instalada a partir da biomassa. O dirigente enfatiza que a adoção da matéria orgânica como fonte de energia serve também para dar uma destinação adequada ao que antes era um problema ambiental, que é o caso dos resíduos da cana ou a casca de arroz. Além disso, apesar da queima da biomassa acarretar impacto ambiental com a emissão atmosférica, esse reflexo é mitigado durante o processo de crescimento da cana ou de outro vegetal que é aproveitado para essa finalidade. Isso ocorre por causa da absorção do gás carbônico e a liberação de oxigênio, no fenômeno da fotossíntese. O mesmo não acontece com as fontes térmicas fósseis, como o carvão e o gás natural.
O diretor executivo da Safira ressalta que as usinas operadas com biomassa estão tentando melhorar a eficiência energética da geração, principalmente aproveitando os resíduos da cana. Essa meta é possível através do aumento da pressão das caldeiras. Com a medida, acaba-se gerando, com a mesma quantidade de bagaço, mais energia.
Fonte: Jornal do Comércio
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