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Notícias
29
mai
2014
(DESMATAMENTO)
Desmate na Mata Atlântica aumenta entre 2012 e 2013, aponta estudo
Dados divulgados nesta terça-feira (27) apontam que a Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação entre 2012 e 2013, aumento de 9% em relação ao último período avaliado (2011-2012).
A área equivale a quase seis vezes o tamanho do Parque Nacional da Tijuca, que fica no Rio de Janeiro, ou ainda a 24 mil campos de futebol.
As informações fazem parte do Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, e a ONG SOS Mata Atlântica.
De acordo com a organização, a taxa anual de desmatamento é a maior desde 2008, quando houve a perda de 343,1 km² de floresta. No período 2008 a 2010, a taxa média anual foi de 151,8 km.
Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 hectares. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, restam 12,5% da área original de Mata Atlântica, que tinha 1,3 milhão de km² quando o Brasil foi descoberto.
Essa paisagem natural é uma das mais ricas em biodiversidade, e até 60% de suas espécies de plantas são endêmicas, ou seja, só existem naquela região.
Dados por estado – Pelo quinto ano consecutivo, Minas Gerais foi o estado que mais devastou o bioma.
O levantamento aponta perda de 84,3 km² de floresta – queda de 22% em relação ao total desmatado entre 2011 e 2012, que foi de 107 km².
Segundo Marcia Hirota, diretora-executiva da ONG, a redução é resultado de moratória que, desde junho do ano passado, impede a concessão de licenças e autorizações para supressão de vegetação nativa.
Piauí vem em seguida, com a supressão de 66,3 km² de floresta. Bahia foi o terceiro estado que mais desmatou, responsável pela derrubada de 47,7 km² de vegetação no período avaliado.
São Paulo registrou queda de 51% no desmate na comparação com o último período, no entanto, quase 1 km² de floresta desapareceu entre 2012 e 2013. Nesse período, Rio de Janeiro teve perda de 0,1 km².
De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, mesmo com índices baixos, há uma preocupação com o desmate nesses dois estados pela forma como acontecem. Essa característica, chamada de “efeito formiga”, não suprime grandes proporções de mata, porém, a perda ainda acontece devido à expansão de moradias e infraestrutura.
A área equivale a quase seis vezes o tamanho do Parque Nacional da Tijuca, que fica no Rio de Janeiro, ou ainda a 24 mil campos de futebol.
As informações fazem parte do Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, e a ONG SOS Mata Atlântica.
De acordo com a organização, a taxa anual de desmatamento é a maior desde 2008, quando houve a perda de 343,1 km² de floresta. No período 2008 a 2010, a taxa média anual foi de 151,8 km.
Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 hectares. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, restam 12,5% da área original de Mata Atlântica, que tinha 1,3 milhão de km² quando o Brasil foi descoberto.
Essa paisagem natural é uma das mais ricas em biodiversidade, e até 60% de suas espécies de plantas são endêmicas, ou seja, só existem naquela região.
Dados por estado – Pelo quinto ano consecutivo, Minas Gerais foi o estado que mais devastou o bioma.
O levantamento aponta perda de 84,3 km² de floresta – queda de 22% em relação ao total desmatado entre 2011 e 2012, que foi de 107 km².
Segundo Marcia Hirota, diretora-executiva da ONG, a redução é resultado de moratória que, desde junho do ano passado, impede a concessão de licenças e autorizações para supressão de vegetação nativa.
Piauí vem em seguida, com a supressão de 66,3 km² de floresta. Bahia foi o terceiro estado que mais desmatou, responsável pela derrubada de 47,7 km² de vegetação no período avaliado.
São Paulo registrou queda de 51% no desmate na comparação com o último período, no entanto, quase 1 km² de floresta desapareceu entre 2012 e 2013. Nesse período, Rio de Janeiro teve perda de 0,1 km².
De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, mesmo com índices baixos, há uma preocupação com o desmate nesses dois estados pela forma como acontecem. Essa característica, chamada de “efeito formiga”, não suprime grandes proporções de mata, porém, a perda ainda acontece devido à expansão de moradias e infraestrutura.
Fonte: G1
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