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Notícias
27
mai
2014
(MEIO AMBIENTE)
Serrarias ilegais são fechadas no Maranhão
Agentes ambientais da Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) do Maranhão fecharam na cidade de Grajaú uma serraria com um pátio cheio de árvores em toras. De acordo com os fiscais, os proprietários não comprovaram a origem legal da madeira e nem mostraram o inventário do estoque, por isso, foram multados em 50 mil reais. Corpo de Bombeiros e Polícia Militar deram apoio na fiscalização.
A Sema vem fiscalizando serrarias na área do entorno da Reserva Indígena Araribóia, em Grajaú, em uma região com 413 mil hectares de mata amazônica, no sudoeste do estado. Na primeira semana de operações os fiscais encontraram estoques irregulares de madeiras em cinco serrarias e em 25 movelarias, onde todas foram autuadas.
O município de Grajaú, a 542 km da capital maranhense, está entre os municípios que mais desmatam no país, já devastando 18% de suas florestas. Quem é fiscalizado e não comprovar a origem da madeira terá que pagar uma multa, além de ter todo material apreendido. "Fazemos as penas administrativas e encaminhamos os ao Ministério Público e delegacias. Lá são tomados os procedimentos penais necessários", explica a superintendente de fiscalização da Sema, Naiara Valli.
A Sema vem fiscalizando serrarias na área do entorno da Reserva Indígena Araribóia, em Grajaú, em uma região com 413 mil hectares de mata amazônica, no sudoeste do estado. Na primeira semana de operações os fiscais encontraram estoques irregulares de madeiras em cinco serrarias e em 25 movelarias, onde todas foram autuadas.
O município de Grajaú, a 542 km da capital maranhense, está entre os municípios que mais desmatam no país, já devastando 18% de suas florestas. Quem é fiscalizado e não comprovar a origem da madeira terá que pagar uma multa, além de ter todo material apreendido. "Fazemos as penas administrativas e encaminhamos os ao Ministério Público e delegacias. Lá são tomados os procedimentos penais necessários", explica a superintendente de fiscalização da Sema, Naiara Valli.
Fonte: G1 Maranhão / Adaptado por CeluloseOnline
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