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Notícias
21
mai
2014
(MATO GROSSO)
Chuva frequente prejudica o corte da madeira em Mato Grosso
As chuvas frequentes e volumosas dos primeiros meses do ano prejudicaram o corte da madeira em Mato Grosso. Só agora, com o tempo mais seco, o trabalho voltou ao ritmo normal
Celso de Oliveira gerencia o manejo florestal de uma fazenda que fica em Cláudia, norte de Mato Grosso. São aproximadamente 1,3 mil hectares que podem ser explorados. Em apenas uma área de manejo são mais de 30 mil metros cúbicos de madeira a serem explorados dentro do prazo que começou em setembro do ano passado e termina em setembro deste ano. O problema é que com o excesso prolongado de chuvas, só 4 mil metros cúbicos foram retirados da floresta até agora.
“O período de chuvas chegou mais cedo e aí nós perdemos praticamente seis meses que a chuva atrapalhou e não conseguimos tirar essa madeira. Agora, temos 90 dias para tentar concluir, então está muito difícil de fazer, de concluir esse serviço", diz.
Em um projeto de manejo florestal, a retirada das árvores segue um planejamento rigoroso e detalhado. Informações como densidade, diâmetro e idade das árvores são levadas em conta.
Nem todas podem ser são retiradas. Nesta fazenda, cores das etiquetas indicam o destino de cada uma. As azuis só poderão ser cortadas daqui a 25 anos, são as árvores consideradas remanescentes. Já as etiquetas vermelhas indicam as porta-sementes, espécies que jamais serão derrubadas, e são as etiquetas verdes que mostram àquelas que estão prontas para o corte e transporte. Aliás, a chuva que atrapalhou a extração também está dificultando o transporte da madeira.
Se o tempo é curto e as estradas não ajudam, o reflexo é a falta de madeira nas indústrias. José Eduardo Pinto beneficia em média 800 metros cúbicos por mês, mas com a escassez de matéria-prima, o volume caiu para 250 metros cúbicos. "Nós temos os estados consumidores, que são estados do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e exportamos também para Bélgica, França, Japão, Estados Unidos e isso tem causado alguns transtornos porque estamos, inclusive, com vários embarques de exportação atrasados pela falta de matéria-prima".
Celso de Oliveira gerencia o manejo florestal de uma fazenda que fica em Cláudia, norte de Mato Grosso. São aproximadamente 1,3 mil hectares que podem ser explorados. Em apenas uma área de manejo são mais de 30 mil metros cúbicos de madeira a serem explorados dentro do prazo que começou em setembro do ano passado e termina em setembro deste ano. O problema é que com o excesso prolongado de chuvas, só 4 mil metros cúbicos foram retirados da floresta até agora.
“O período de chuvas chegou mais cedo e aí nós perdemos praticamente seis meses que a chuva atrapalhou e não conseguimos tirar essa madeira. Agora, temos 90 dias para tentar concluir, então está muito difícil de fazer, de concluir esse serviço", diz.
Em um projeto de manejo florestal, a retirada das árvores segue um planejamento rigoroso e detalhado. Informações como densidade, diâmetro e idade das árvores são levadas em conta.
Nem todas podem ser são retiradas. Nesta fazenda, cores das etiquetas indicam o destino de cada uma. As azuis só poderão ser cortadas daqui a 25 anos, são as árvores consideradas remanescentes. Já as etiquetas vermelhas indicam as porta-sementes, espécies que jamais serão derrubadas, e são as etiquetas verdes que mostram àquelas que estão prontas para o corte e transporte. Aliás, a chuva que atrapalhou a extração também está dificultando o transporte da madeira.
Se o tempo é curto e as estradas não ajudam, o reflexo é a falta de madeira nas indústrias. José Eduardo Pinto beneficia em média 800 metros cúbicos por mês, mas com a escassez de matéria-prima, o volume caiu para 250 metros cúbicos. "Nós temos os estados consumidores, que são estados do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e exportamos também para Bélgica, França, Japão, Estados Unidos e isso tem causado alguns transtornos porque estamos, inclusive, com vários embarques de exportação atrasados pela falta de matéria-prima".
Fonte: G1
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