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Notícias
17
mai
2014
(PAPEL E CELULOSE)
Alteração na lignina pode tornar a produção de papel menos poluente
Os avanços tecnológicos e científicos no setor florestal prometem não ter fim, pelo menos não tão cedo. Desta vez, cientistas canadenses conseguiram introduzir modificações genéticas em árvores para tornar a produção de papel e de biocombustíveis mais prática. Com as novas "árvores moles", será preciso usar menos produtos químicos e menos energia, como consequente, essas indústrias produzirão menos poluentes ambientais.
Um dos maiores obstáculos para a indústria de papel e celulose, bem como para a indústria de biocombustíveis, é um polímero encontrado na madeira, conhecido como lignina. O polímero é uma parte substancial da parede celular da maioria das plantas e dificulta o processamento da madeira para a fabricação do produto base.
“Atualmente a lignina precisa ser removida, um processo que emprega produtos químicos e energia e gera uma porção de poluentes. A solução que conseguimos consiste em utilizar a engenharia genética para modificar a lignina, tornando-a mais fácil de quebrar”, explica o professor doutor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, Shawn Mansfield.
A equipe do Dr. Mansfield descobriu um gene em uma planta chamada “angélica chinesa”. Ela muda a consistência da lignina, tornando-a mais fácil de quebrar. Depois, introduziram esse gene em álamos, uma das árvores mais exploradas comercialmente no hemisfério norte. Seus resultados indicaram que é possível extrair quase o dobro da quantidade de açúcar das plantas geneticamente modificadas em comparação com o álamo natural.
Outros pesquisadores já haviam tentado resolver o problema da lignina reduzindo sua quantidade nas árvores, introduzindo genes supressores. No entanto, o que eles obtiveram foram árvores raquíticas ou suscetíveis ao vento, neve, pragas e patógenos - em uma palavra, árvores mais fracas. “A modificação genética é de fato uma questão controversa, mas, no caso das árvores, é possível inibir a proliferação dos genes nas florestas naturais”, afirma Mansfield.
Ativistas do meio ambiente do Canadá lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas com espécies nativas. As preocupações estão sendo estudadas.
Um dos maiores obstáculos para a indústria de papel e celulose, bem como para a indústria de biocombustíveis, é um polímero encontrado na madeira, conhecido como lignina. O polímero é uma parte substancial da parede celular da maioria das plantas e dificulta o processamento da madeira para a fabricação do produto base.
“Atualmente a lignina precisa ser removida, um processo que emprega produtos químicos e energia e gera uma porção de poluentes. A solução que conseguimos consiste em utilizar a engenharia genética para modificar a lignina, tornando-a mais fácil de quebrar”, explica o professor doutor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, Shawn Mansfield.
A equipe do Dr. Mansfield descobriu um gene em uma planta chamada “angélica chinesa”. Ela muda a consistência da lignina, tornando-a mais fácil de quebrar. Depois, introduziram esse gene em álamos, uma das árvores mais exploradas comercialmente no hemisfério norte. Seus resultados indicaram que é possível extrair quase o dobro da quantidade de açúcar das plantas geneticamente modificadas em comparação com o álamo natural.
Outros pesquisadores já haviam tentado resolver o problema da lignina reduzindo sua quantidade nas árvores, introduzindo genes supressores. No entanto, o que eles obtiveram foram árvores raquíticas ou suscetíveis ao vento, neve, pragas e patógenos - em uma palavra, árvores mais fracas. “A modificação genética é de fato uma questão controversa, mas, no caso das árvores, é possível inibir a proliferação dos genes nas florestas naturais”, afirma Mansfield.
Ativistas do meio ambiente do Canadá lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas com espécies nativas. As preocupações estão sendo estudadas.
Fonte: Inovação Tecnológica / Adaptado por CeluloseOnline
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