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Notícias
16
mai
2014
(GERAL)
Greenpeace denuncia exploração ilegal de madeira na Amazônia
O Greenpeace anunciou, nesta quinta-feira (15), o resultado de uma investigação sobre a exploração ilegal da madeira da Amazônia no estado do Pará. Segundo a organização ambiental, há na região um esquema em que a madeira explorada de forma ilegal recebe documentação para ser vendida como se fosse legal.
Nesta terça-feira (13), a organização protocolou uma denúncia sobre o caso junto ao Ministério Público do Pará, à Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema) e ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo o Greenpeace, a investigação de dois anos encontrou cinco casos de planos de manejo com indícios de fraude. O plano de manejo é um documento relacionado a uma unidade de conservação que tem o objetivo de avaliar a região e determinar as normas relativas ao uso dos recursos naturais da área.
Entre as principais irregularidades, de acordo com a organização, estão a inflação do número de árvores de espécies raras e do tamanho das árvores no inventário florestal, a exploração acima do limite autorizado pelo plano de manejo e o corte de árvores protegidas por lei.
O Greenpeace afirma que, entre agosto de 2011 e julho de 2012, 78% das áreas com atividades madeireiras no Pará não tinham autorização de exploração.
Com o anúncio dos resultados da investigação, o Greenpeace lançou a campanha “Chega de madeira ilegal”, para tornar conhecidas as denúncias e exigir maior rigor na fiscalização da exploração de madeira da Amazônia.
Nesta terça-feira (13), a organização protocolou uma denúncia sobre o caso junto ao Ministério Público do Pará, à Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema) e ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo o Greenpeace, a investigação de dois anos encontrou cinco casos de planos de manejo com indícios de fraude. O plano de manejo é um documento relacionado a uma unidade de conservação que tem o objetivo de avaliar a região e determinar as normas relativas ao uso dos recursos naturais da área.
Entre as principais irregularidades, de acordo com a organização, estão a inflação do número de árvores de espécies raras e do tamanho das árvores no inventário florestal, a exploração acima do limite autorizado pelo plano de manejo e o corte de árvores protegidas por lei.
O Greenpeace afirma que, entre agosto de 2011 e julho de 2012, 78% das áreas com atividades madeireiras no Pará não tinham autorização de exploração.
Com o anúncio dos resultados da investigação, o Greenpeace lançou a campanha “Chega de madeira ilegal”, para tornar conhecidas as denúncias e exigir maior rigor na fiscalização da exploração de madeira da Amazônia.
Fonte: G1
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