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Notícias
13
mai
2014
(GERAL)
Produtores madeireiros se preocupam com liminar e temem reajuste
A Pauta da Madeira foi como ficou conhecida à vigência da Portaria 039/2014 foi publicada pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) e suspendeu por 80 dias o reajuste de 10% nos preços mínimos de comercialização dos produtos madeireiros, mantendo a alta em apenas 4,1%.
A principal preocupação dos produtores é que a alta prevista pela Sefaz impacta em até 100% algumas espécies de madeira, tornando as peças inviáveis em relação aos demais estados produtores. Pedro Nadaf prometeu ir em busca da revogação do aumento de 10% ainda nesta semana.
O setor madeireiro teve queda na última década e parte disso está ligada ao fato de que uma nova alteração na pauta da madeira prejudica o setor, que já enfrenta a maior carga tributária do país. "Acredito no apoio do governo para alavancar o setor. Hoje conseguimos explorar apenas 30% do nosso potencial produtivo, mesmo com uma série de projetos de manejo aprovados. Se continuarmos do jeito que está vamos continuar perdendo espaço", comenta o presidente do Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso), Geraldo Bento.
A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso já apontou estudos realizados pelo Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), a pedido do Cipem, demonstrando que em Mato Grosso a pauta da madeira chega a ser 50% superior aos valores de referência adotados no Pará, Acre e Rondônia. "Se o governo mantiver políticas públicas específicas para este setor, que hoje é a quarta economia do estado, ele terá ainda uma sobrevida de mais de 30 anos", ressalva o presidente da federação Jandir Milan
Segundo o presidente do Sindinorte (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte de Mato Grosso), Claudinei Mello Freitas, vários empresários da região já deixaram de vender os produtos por causa do aumento da pauta.
A principal preocupação dos produtores é que a alta prevista pela Sefaz impacta em até 100% algumas espécies de madeira, tornando as peças inviáveis em relação aos demais estados produtores. Pedro Nadaf prometeu ir em busca da revogação do aumento de 10% ainda nesta semana.
O setor madeireiro teve queda na última década e parte disso está ligada ao fato de que uma nova alteração na pauta da madeira prejudica o setor, que já enfrenta a maior carga tributária do país. "Acredito no apoio do governo para alavancar o setor. Hoje conseguimos explorar apenas 30% do nosso potencial produtivo, mesmo com uma série de projetos de manejo aprovados. Se continuarmos do jeito que está vamos continuar perdendo espaço", comenta o presidente do Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso), Geraldo Bento.
A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso já apontou estudos realizados pelo Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), a pedido do Cipem, demonstrando que em Mato Grosso a pauta da madeira chega a ser 50% superior aos valores de referência adotados no Pará, Acre e Rondônia. "Se o governo mantiver políticas públicas específicas para este setor, que hoje é a quarta economia do estado, ele terá ainda uma sobrevida de mais de 30 anos", ressalva o presidente da federação Jandir Milan
Segundo o presidente do Sindinorte (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte de Mato Grosso), Claudinei Mello Freitas, vários empresários da região já deixaram de vender os produtos por causa do aumento da pauta.
Fonte: CeluloseOnline
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