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Notícias
12
mai
2014
(BIOENERGIA)
Energia a partir de resíduos de madeira aumentará plantio de florestas e renda do produtor, projeta Fioreze
O secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, recebeu, nesta quarta-feira (7), o presidente da empresa Finagro, Afonso Bertucci, para a apresentação do projeto silvoindustrial que visa produzir biomassa, energia elétrica e, futuramente, etanol celulósico no RS. A fábrica deve ser instalada, ainda este ano, na Metade Sul do Estado.
Inicialmente, o projeto deve atingir 200 mil hectares para a produção de 600 mil toneladas de pellets ao ano e 50 mil watts de energia. Segundo Bertucci, hoje existem 30 mil hectares já regularizados para iniciar o processo, que deve incluir pequenos produtores. Além disso, o empresário defende que as florestas não competem com as demais culturas e sim devem contribuir com a diversificação das propriedades rurais e agregar renda ao produtor.
Para Fioreze, as florestas plantadas fazem parte de novo ciclo de desenvolvimento do RS. “Temos um potencial espetacular de produção e produtividade, basta aumentar as áreas plantadas. Por isso, as florestas vão preencher um espaço importante, que são, especialmente as áreas marginais, aquelas que não estão sendo utilizadas para a agricultura e pecuária”.
Atualmente, o projeto está em fase de estudo para a localização da planta e dependendo da licença para construção da fábrica e concessão de área no porto de Rio Grande. O complexo industrial será construído em dois anos. Já os negócios com produtores devem ter início assim que as licenças forem liberadas. Com três anos de funcionamento, a planta também estará produzindo etanol celulósico.
O Pellet é um combustível granulado que pode ser fabricado a partir de diversos tipos de resíduos de madeira, cascas de arroz e serragens. A produção do Rio Grande do Sul vai atender, inicialmente, o mercado europeu que busca substituir o carvão mineral pela biomassa. Já a energia elétrica vai atender a demanda do consumo nacional.
Inicialmente, o projeto deve atingir 200 mil hectares para a produção de 600 mil toneladas de pellets ao ano e 50 mil watts de energia. Segundo Bertucci, hoje existem 30 mil hectares já regularizados para iniciar o processo, que deve incluir pequenos produtores. Além disso, o empresário defende que as florestas não competem com as demais culturas e sim devem contribuir com a diversificação das propriedades rurais e agregar renda ao produtor.
Para Fioreze, as florestas plantadas fazem parte de novo ciclo de desenvolvimento do RS. “Temos um potencial espetacular de produção e produtividade, basta aumentar as áreas plantadas. Por isso, as florestas vão preencher um espaço importante, que são, especialmente as áreas marginais, aquelas que não estão sendo utilizadas para a agricultura e pecuária”.
Atualmente, o projeto está em fase de estudo para a localização da planta e dependendo da licença para construção da fábrica e concessão de área no porto de Rio Grande. O complexo industrial será construído em dois anos. Já os negócios com produtores devem ter início assim que as licenças forem liberadas. Com três anos de funcionamento, a planta também estará produzindo etanol celulósico.
O Pellet é um combustível granulado que pode ser fabricado a partir de diversos tipos de resíduos de madeira, cascas de arroz e serragens. A produção do Rio Grande do Sul vai atender, inicialmente, o mercado europeu que busca substituir o carvão mineral pela biomassa. Já a energia elétrica vai atender a demanda do consumo nacional.
Fonte: SEAPA RS - Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio
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