Voltar
Notícias
12
mai
2014
(DESMATAMENTO)
Desmatamento de 3 mil hectares é impedido pelo Ibama no Pará
Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) localizaram e destruíram um acampamento na Floresta Nacional do Jamanxim, município de Novo Progresso/PA, com combustível e alimentos. O local estava preparado para manter trabalhadores na área, com o intuito de desmatar. A ação, que integra a operação Onda Verde, freou o desmatamento não autorizado de cerca de 3 mil hectares.
A estratégia do instituto é coibir a derrubada da floresta e não apenas constatá-la, focando em pequenos desmatamentos, que tendem a aumentar. De acordo com o responsável do Núcleo de Fiscalização da Superintendência do Ibama no Pará, Luciano Silva, trata-se de ações preventivas, em que são colocadas equipes em campo, feitas comparações de imagens com períodos anteriores, realizados voos de monitoramento, entre outras frentes. “Nós temos que identificar as áreas antes que o desmatamento ocorra e retirar bens, combustível e qualquer outro objeto que viabilize a ocorrência do crime”, frisou.
Segundo o superintendente do Ibama no Pará, Hugo Américo Schaedler, não há um panorama real registrado pelos satélites durante os meses de novembro a maio do que está acontecendo em campo. “A nossa preocupação é que, como os índices não refletem a realidade, pela existência de alta cobertura de nuvens, haja um número de polígonos de desmatamento que as equipes não conseguiram localizar com os sobrevoos e incursões de campo. Contudo, ainda assim, esperamos que grande parte do que vai ser mostrado na primeira abertura de nuvens, o que permitirá ao satélite enviar imagens e ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais emitir os alertas, já tenha sido objeto de vistoria. Em função da experiência técnica, criam-se as rotas das ações e determina-se a fiscalização em locais de possíveis explorações ilegais, obtendo-se êxito”.
Onda Verde
Com o intuito de reduzir os índices de desmatamento não autorizado, a operação Onda Verde, do Ibama, atua, desde 2013, com ações de fiscalização em áreas de expansão agropecuária e de supressão vegetal em locais de floresta, desarticulando acampamentos e inutilizando bens. No Pará, as atividades se concentram no sudoeste do estado, nas áreas de influência do município de Novo Progresso, que compreende o município de Altamira e as localidades Moraes Almeida (Itaituba) e Castelo dos Sonhos.
Informações e fotos do Ibama/Pará
A estratégia do instituto é coibir a derrubada da floresta e não apenas constatá-la, focando em pequenos desmatamentos, que tendem a aumentar. De acordo com o responsável do Núcleo de Fiscalização da Superintendência do Ibama no Pará, Luciano Silva, trata-se de ações preventivas, em que são colocadas equipes em campo, feitas comparações de imagens com períodos anteriores, realizados voos de monitoramento, entre outras frentes. “Nós temos que identificar as áreas antes que o desmatamento ocorra e retirar bens, combustível e qualquer outro objeto que viabilize a ocorrência do crime”, frisou.
Segundo o superintendente do Ibama no Pará, Hugo Américo Schaedler, não há um panorama real registrado pelos satélites durante os meses de novembro a maio do que está acontecendo em campo. “A nossa preocupação é que, como os índices não refletem a realidade, pela existência de alta cobertura de nuvens, haja um número de polígonos de desmatamento que as equipes não conseguiram localizar com os sobrevoos e incursões de campo. Contudo, ainda assim, esperamos que grande parte do que vai ser mostrado na primeira abertura de nuvens, o que permitirá ao satélite enviar imagens e ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais emitir os alertas, já tenha sido objeto de vistoria. Em função da experiência técnica, criam-se as rotas das ações e determina-se a fiscalização em locais de possíveis explorações ilegais, obtendo-se êxito”.
Onda Verde
Com o intuito de reduzir os índices de desmatamento não autorizado, a operação Onda Verde, do Ibama, atua, desde 2013, com ações de fiscalização em áreas de expansão agropecuária e de supressão vegetal em locais de floresta, desarticulando acampamentos e inutilizando bens. No Pará, as atividades se concentram no sudoeste do estado, nas áreas de influência do município de Novo Progresso, que compreende o município de Altamira e as localidades Moraes Almeida (Itaituba) e Castelo dos Sonhos.
Informações e fotos do Ibama/Pará
Fonte: EcoDebate
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















