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Notícias
09
mai
2014
(PAPEL E CELULOSE)
Hidrovia que transporta celulose corre risco de suspender atividades em SP
A hidrovia Tietê-Paraná conhecida é uma das principais rotas para o transporte de cargas no Brasil e movimenta, em média, 6 milhões de produtos ao ano, entre eles a celulose, madeira e etanol. Ela está em alerta. O DH (Departamento Hidroviário), responsável pelo gerenciamento da hidrovia no Estado de São Paulo, revelou esta semana que o trecho chegou ao nível mínimo permitido para navegação dos comboios de grandes barcaças e pode parar nos próximos dias se não houver oferta de água para navegação.
O departamento divulgou também que o trecho é o mais crítico entre os reservatórios de Três Irmãos e Nova Avanhandava, localizadas em Pereira Barreto e Buritama, respectivamente, estão com 32% e 31% da capacidade. Caso a usina de Três Irmãos continue a consumir água para geração de energia em ritmo intenso, o nível no Rio Tietê será insuficiente para a navegação.
Na última segunda-feira (05), o DH emitiu comunicado extraoficial aos operadores da hidrovia informando que a partir desta quarta-feira (07), o calado para navegação será reduzido de 2,30 metros para 2,20 metros. E os 2,20 metros só serão possíveis, no trecho de Nova Avanhandava, com as ondas de vazão. A expectativa é de que os comboios voltem a ficar parados.
Com a nova redução, as operadoras, que já tinham reduzido em 30% o volume de cargas nas embarcações, terão de reduzir ainda mais. Os comboios, que transportam em média 6 mil toneladas, passarão a transportar 4,2 mil toneladas. "Vamos reduzir para 2,20 metros, que é o mínimo permitido. A água que falta para navegação é usada para gerar energia. Abaixo disso, a navegação vai ser paralisada, o que pode ocorrer nos próximos dias", comenta o diretor do DH, Tércio Casemiro Carvalho.
Alternativa
A expectativa é que cerca de 140 mil caminhões a mais sejam colocados por dia nas rodovias para transportar as cargas até o Porto de Santos. Isto tudo por causa desta redução. O preço da tonelada pela hidrovia gira em torno de R$ 40 a R$ 45, enquanto de caminhão não sai por menos de R$ 130 e pode atingir, nesta época de safra, até R$ 400 ou R$ 500.
O Departamento Hidroviário procura uma saída junto com o NOS (Operador Nacional do Sistema) para que a geração de energia seja reduzida.
O departamento divulgou também que o trecho é o mais crítico entre os reservatórios de Três Irmãos e Nova Avanhandava, localizadas em Pereira Barreto e Buritama, respectivamente, estão com 32% e 31% da capacidade. Caso a usina de Três Irmãos continue a consumir água para geração de energia em ritmo intenso, o nível no Rio Tietê será insuficiente para a navegação.
Na última segunda-feira (05), o DH emitiu comunicado extraoficial aos operadores da hidrovia informando que a partir desta quarta-feira (07), o calado para navegação será reduzido de 2,30 metros para 2,20 metros. E os 2,20 metros só serão possíveis, no trecho de Nova Avanhandava, com as ondas de vazão. A expectativa é de que os comboios voltem a ficar parados.
Com a nova redução, as operadoras, que já tinham reduzido em 30% o volume de cargas nas embarcações, terão de reduzir ainda mais. Os comboios, que transportam em média 6 mil toneladas, passarão a transportar 4,2 mil toneladas. "Vamos reduzir para 2,20 metros, que é o mínimo permitido. A água que falta para navegação é usada para gerar energia. Abaixo disso, a navegação vai ser paralisada, o que pode ocorrer nos próximos dias", comenta o diretor do DH, Tércio Casemiro Carvalho.
Alternativa
A expectativa é que cerca de 140 mil caminhões a mais sejam colocados por dia nas rodovias para transportar as cargas até o Porto de Santos. Isto tudo por causa desta redução. O preço da tonelada pela hidrovia gira em torno de R$ 40 a R$ 45, enquanto de caminhão não sai por menos de R$ 130 e pode atingir, nesta época de safra, até R$ 400 ou R$ 500.
O Departamento Hidroviário procura uma saída junto com o NOS (Operador Nacional do Sistema) para que a geração de energia seja reduzida.
Fonte: Em.com.br / Adaptado por CeluloseOnline
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