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Notícias
05
mai
2014
(MATO GROSSO)
IN do Ibama gera transtorno ao setor florestal de MT
O setor de base florestal de Mato Grosso está passando por transtornos em relação à Instrução Normativa (IN) 21, do Ibama
Publicação essa que não condiz com a realidade do Estado. Isso porque gera conflitos entre os controles de fiscalização do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) e do Documento de Origem Florestal (DOF).
Quem explica o problema é a superintendente do Centro das indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Silvia Fernandes. De acordo com ela, a IN 21 vem de um processo antigo do Ibama, que, desde 2009, trabalha para adequar todos os estados amazônicos fiscalizando os mesmo produtos pelo Sisflora e DOF. Com a evolução do sistema de controle estadual, Mato Grosso hoje possui mais produtos controlados, diferentes dos demais estados produtores de madeira, o que acaba entrando em conflito com o controle dos Sistemas fiscalizadores.
A superintendente ressalta que os empresários precisam se atentar ao anexo da IN, que tratam dos produtos beneficiados, que estão em desacordo com a regulamentação interna do Sisflora. “O anexo descreve que uma tábua tem uma dimensão diferente dá que está prevista na legislação de Mato Grosso, com isso corremos o risco de termos nossas cargas apreendidas em outros estados e nos portos. Também os compradores que adquirem produtos matogrossenses ficam sujeitos a receberem autos de infrações por comprarem nossos produtos”, destacou.
Segundo o presidente do Cipem, que também acumula a gestão do Fórum Nacional de Atividade de Base Florestal (FNBF), Geraldo Bento, foi enviado um ofício para a diretora do Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama nacional, Hanry Alves Coelho, solicitando um memorando para que as fiscalizações de trânsito e campo acatem as especificidades descritas nas Guias Florestais liberadas pelo Sisflora. "E também um parecer técnico jurídico está sendo construído, onde o segmento alerta o presidente do Ibama da necessidade de se rever a IN 21. Caso isso não seja feito, o setor entrará com uma medida judicial para revogar os efeitos da IN, até que seja remodelada para atender às especificidades dos produtos florestais de Mato Grosso", revelou Bento.
Publicação essa que não condiz com a realidade do Estado. Isso porque gera conflitos entre os controles de fiscalização do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) e do Documento de Origem Florestal (DOF).
Quem explica o problema é a superintendente do Centro das indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Silvia Fernandes. De acordo com ela, a IN 21 vem de um processo antigo do Ibama, que, desde 2009, trabalha para adequar todos os estados amazônicos fiscalizando os mesmo produtos pelo Sisflora e DOF. Com a evolução do sistema de controle estadual, Mato Grosso hoje possui mais produtos controlados, diferentes dos demais estados produtores de madeira, o que acaba entrando em conflito com o controle dos Sistemas fiscalizadores.
A superintendente ressalta que os empresários precisam se atentar ao anexo da IN, que tratam dos produtos beneficiados, que estão em desacordo com a regulamentação interna do Sisflora. “O anexo descreve que uma tábua tem uma dimensão diferente dá que está prevista na legislação de Mato Grosso, com isso corremos o risco de termos nossas cargas apreendidas em outros estados e nos portos. Também os compradores que adquirem produtos matogrossenses ficam sujeitos a receberem autos de infrações por comprarem nossos produtos”, destacou.
Segundo o presidente do Cipem, que também acumula a gestão do Fórum Nacional de Atividade de Base Florestal (FNBF), Geraldo Bento, foi enviado um ofício para a diretora do Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama nacional, Hanry Alves Coelho, solicitando um memorando para que as fiscalizações de trânsito e campo acatem as especificidades descritas nas Guias Florestais liberadas pelo Sisflora. "E também um parecer técnico jurídico está sendo construído, onde o segmento alerta o presidente do Ibama da necessidade de se rever a IN 21. Caso isso não seja feito, o setor entrará com uma medida judicial para revogar os efeitos da IN, até que seja remodelada para atender às especificidades dos produtos florestais de Mato Grosso", revelou Bento.
Fonte: Assessoria Cipem-MT
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