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Notícias
23
abr
2014
(MEIO AMBIENTE)
Brasil já perdeu 5,2 milhões de hectares de Unidades de Conservação
Estudo recente publicado na revista científica Conservation Biology aponta que entre os anos de 1981 e 2012, foram executadas 93 alterações em Unidades de Conservação (UCs) de 16 Estados brasileiros, grande parte delas resultou na redução dessas áreas.
Conduzido por três estudiosos brasileiros, o estudo utilizou uma metodologia da WWF, a PADDD, que categoriza essas alterações em extinção total da UC, redução de tamanho e redução do nível de proteção. Dentro das 93 alterações encontradas, destacam-se as que resultaram na perda de proteção legal de 5,2 milhões de hectares, uma área maior que o Estado do Rio de Janeiro.
A pesquisadora do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) Elis Araújo, co-autora do estudo, diz que esses dados de redução refletem uma mudança na política de Áreas Protegidas no Brasil. “A partir de 2008, essas alterações se tornaram mais frequentes, sendo que 74% delas acorreram entre 2008 e 2012”, comenta.
Entre os anos de 2010 a 2012, um total de 19 Unidades de Conservação sofreram redução de limite ou de proteção por conta de empreendimentos de geração ou transmissão de energia. “O enfraquecimento da proteção dessas áreas de floresta compromete sua capacidade de entregarem à sociedade uma série de benefícios”, alerta a pesquisadora.
O estudo destaca os serviços ambientais providos pelas Ucs e seu potencial econômico. Estima-se que a criação e manutenção de Ucs no Brasil sequestra pelo menos 2,8 bilhões de toneladas de carbono anualmente, ajudando a reduzir o efeito estufa, além do potencial de acomodar 20 milhões de visitantes por ano com a possibilidade de gerar um impacto econômico de aproximadamente U$ 1,1 bilhão.
Conduzido por três estudiosos brasileiros, o estudo utilizou uma metodologia da WWF, a PADDD, que categoriza essas alterações em extinção total da UC, redução de tamanho e redução do nível de proteção. Dentro das 93 alterações encontradas, destacam-se as que resultaram na perda de proteção legal de 5,2 milhões de hectares, uma área maior que o Estado do Rio de Janeiro.
A pesquisadora do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) Elis Araújo, co-autora do estudo, diz que esses dados de redução refletem uma mudança na política de Áreas Protegidas no Brasil. “A partir de 2008, essas alterações se tornaram mais frequentes, sendo que 74% delas acorreram entre 2008 e 2012”, comenta.
Entre os anos de 2010 a 2012, um total de 19 Unidades de Conservação sofreram redução de limite ou de proteção por conta de empreendimentos de geração ou transmissão de energia. “O enfraquecimento da proteção dessas áreas de floresta compromete sua capacidade de entregarem à sociedade uma série de benefícios”, alerta a pesquisadora.
O estudo destaca os serviços ambientais providos pelas Ucs e seu potencial econômico. Estima-se que a criação e manutenção de Ucs no Brasil sequestra pelo menos 2,8 bilhões de toneladas de carbono anualmente, ajudando a reduzir o efeito estufa, além do potencial de acomodar 20 milhões de visitantes por ano com a possibilidade de gerar um impacto econômico de aproximadamente U$ 1,1 bilhão.
Fonte: Imazon
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