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Notícias
15
abr
2014
(GERAL)
No longo prazo, plantio de teca vira aposta para bons negócios
O cultivo de teca, uma árvore originária da Ásia, aumentou 34% nos últimos cinco anos em Mato Grosso. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as plantações se estendiam por 48 mil hectares, saltando para outros 64 mil hectares até o final de 2012.
A madeira é utilizada na fabricação de pisos, móveis, painéis e também postes e estacas por apresentar boa resistência ao sol e chuva. Além disso, a atividade pode trazer um bom lucro.
Desde o início dos anos 90 Jaldes Langer cultiva a Teca em Sinop, município a 503 quilômetros de Cuiabá. “As toras boas hoje no comprimento de 2 metros e 30 centímetros e acima de 20 centímetros têm um comércio interno no Estado. Algumas acima disso já têm exportação. A maioria é exportada para a Índia”, conta o produtor. Ele e a família investem em um negócio de venda de mudas.
Langer produz as próprias mudas. O processo ocorre de pelo menos duas formas: 20% a partir de sementes e 80% por clonagem. "Com sementes nós plantamos de 1,1 mil a 1,6 mil plantas por hectare para seleção depois. Com o clone, 625 plantas por hectare".
Depois de 60 dias na estufa, as mudas são levadas para o sol, onde ficam mais dois meses e serão transferidas para a área de plantio posteriormente. O cultivo pede uma preparação adequada do solo com bons níveis de Cálcio, Potássio, Fósforo e Boro.
O investimento é de longo prazo, já que a madeira é retirada somente depois de duas décadas. Durante esse tempo, a plantação precisa de atenção, cuidado com o fogo, insetos e roedores que podem danificar a madeira. São pelo menos duas podas por ano.
Segundo o engenheiro florestal Jackson Medeiros, o plantio da teca tem chegado a outras propriedades da região de Sinop. “Temos alguns plantios na região e ela vai bem”, contou. Conforme ele, a viabilidade econômica é atrativa.
“Há um valor considerável e por isso o plantio é interessante. Hoje, apenas a madeira de desbaste, que é o primeiro corte feito, está em torno de 300 dólares o metro cúbico”.
A madeira é utilizada na fabricação de pisos, móveis, painéis e também postes e estacas por apresentar boa resistência ao sol e chuva. Além disso, a atividade pode trazer um bom lucro.
Desde o início dos anos 90 Jaldes Langer cultiva a Teca em Sinop, município a 503 quilômetros de Cuiabá. “As toras boas hoje no comprimento de 2 metros e 30 centímetros e acima de 20 centímetros têm um comércio interno no Estado. Algumas acima disso já têm exportação. A maioria é exportada para a Índia”, conta o produtor. Ele e a família investem em um negócio de venda de mudas.
Langer produz as próprias mudas. O processo ocorre de pelo menos duas formas: 20% a partir de sementes e 80% por clonagem. "Com sementes nós plantamos de 1,1 mil a 1,6 mil plantas por hectare para seleção depois. Com o clone, 625 plantas por hectare".
Depois de 60 dias na estufa, as mudas são levadas para o sol, onde ficam mais dois meses e serão transferidas para a área de plantio posteriormente. O cultivo pede uma preparação adequada do solo com bons níveis de Cálcio, Potássio, Fósforo e Boro.
O investimento é de longo prazo, já que a madeira é retirada somente depois de duas décadas. Durante esse tempo, a plantação precisa de atenção, cuidado com o fogo, insetos e roedores que podem danificar a madeira. São pelo menos duas podas por ano.
Segundo o engenheiro florestal Jackson Medeiros, o plantio da teca tem chegado a outras propriedades da região de Sinop. “Temos alguns plantios na região e ela vai bem”, contou. Conforme ele, a viabilidade econômica é atrativa.
“Há um valor considerável e por isso o plantio é interessante. Hoje, apenas a madeira de desbaste, que é o primeiro corte feito, está em torno de 300 dólares o metro cúbico”.
Fonte: G1
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