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Notícias
10
abr
2014
(PAPEL E CELULOSE)
Analistas destacam setor de papel e celulose como melhores para se proteger em caso de apagão
Analistas do Citi, empresa corretora, afirmam que o melhor setor para se investir no Brasil, caso haja racionamento de energia elétrica, seria o de papel e celulose. O relatório, divulgado ontem (07), afirma que atualmente o país corre risco de 94% ter racionamento.
O documento revela que o motivo do setor de C&P ser o melhor para se proteger, é devido os vários produtores serem autossuficientes e venderem eletricidade. Também pode haver mais desvalorização do real, o que é uma coisa boa para as exportações.
Os analistas destacam que a Fibria é a empresa mais bem posicionada. “A Fibria aumentaria o Ebitda em 1,5% vendendo eletricidade excedente no mercado à vista”, escreve o Citi. Eles apontam ainda que a Duratex e Klabin poderiam adotar planos de contingência para ajudar a diminuir o impacto do racionamento sobre a produção.
A instituição explica que o governo federal parece adiar a decisão de racionar por conta das eleições neste ano, na expectativa de que o volume de chuvas torne a medida pelo racionamento desnecessária. Mas caso der errado, o Brasil teria que aumentar para 25% seu racionamento.
Setor em alta
Em fevereiro deste ano, analistas do HSBC participaram de uma conferência anual de commodities e destacaram que o setor de papel e celulose foi o que mais se destacou positivamente. Os pontos positivos apontados foram a desvalorização do real, volumes sólidos e demanda forte.
O documento revela que o motivo do setor de C&P ser o melhor para se proteger, é devido os vários produtores serem autossuficientes e venderem eletricidade. Também pode haver mais desvalorização do real, o que é uma coisa boa para as exportações.
Os analistas destacam que a Fibria é a empresa mais bem posicionada. “A Fibria aumentaria o Ebitda em 1,5% vendendo eletricidade excedente no mercado à vista”, escreve o Citi. Eles apontam ainda que a Duratex e Klabin poderiam adotar planos de contingência para ajudar a diminuir o impacto do racionamento sobre a produção.
A instituição explica que o governo federal parece adiar a decisão de racionar por conta das eleições neste ano, na expectativa de que o volume de chuvas torne a medida pelo racionamento desnecessária. Mas caso der errado, o Brasil teria que aumentar para 25% seu racionamento.
Setor em alta
Em fevereiro deste ano, analistas do HSBC participaram de uma conferência anual de commodities e destacaram que o setor de papel e celulose foi o que mais se destacou positivamente. Os pontos positivos apontados foram a desvalorização do real, volumes sólidos e demanda forte.
Fonte: Portal Amanhã / Adaptado por CeluloseOnline
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