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Notícias
08
abr
2014
(MATO GROSSO)
Espécie de árvore nativa da Amazônia ganha espaço em MT
A espécie, que também é conhecida como “pinho cuiabano” ou “guapuruvu”, apresenta um bom potencial no fornecimento de madeira sendo comparada ao eucalipto, árvore de origem australiana comumente usada no reflorestamento do estado.
Diferentemente da espécie estrangeira, o paricá não apresenta galhos nos primeiros sete metros de tronco, isso garante uma madeira sem nós ou furos. É o que explica a bióloga, Fernanda Furlan. Segundo ela, além disto, a árvore tem outros pontos positivos. “É uma árvore nativa que veio substituir o eucalipto. Ela rende quatro vezes mais, produz celulose muito melhor e apresenta laminas mais branquinhas”.
Gestor e sócio proprietário de um viveiro em Tangará da Serra, Marino João Ziani também aposta na novidade. Para ele, a planta tem várias utilidades. “É uma madeira mais mole, com um bom valor de mercado. Tanto serve pra comercialização, como para madeira de corte e para a recuperação de áreas degradadas”.
A indústria já reconhece a capacidade da árvore. O empresário Rafael Mason tem uma laminadora em Varzea Grande e há vinte anos trabalha com espécies nativas. Ele ainda não utiliza o Paricá, mas já deposita confiança na qualidade do produto. “É uma madeira que aceita vários tipos de trabalho que vão desde tingimento ao uso na indústria naval e moveleira. Então é uma espécie que tem um bom potencial”.
Diferentemente da espécie estrangeira, o paricá não apresenta galhos nos primeiros sete metros de tronco, isso garante uma madeira sem nós ou furos. É o que explica a bióloga, Fernanda Furlan. Segundo ela, além disto, a árvore tem outros pontos positivos. “É uma árvore nativa que veio substituir o eucalipto. Ela rende quatro vezes mais, produz celulose muito melhor e apresenta laminas mais branquinhas”.
Gestor e sócio proprietário de um viveiro em Tangará da Serra, Marino João Ziani também aposta na novidade. Para ele, a planta tem várias utilidades. “É uma madeira mais mole, com um bom valor de mercado. Tanto serve pra comercialização, como para madeira de corte e para a recuperação de áreas degradadas”.
A indústria já reconhece a capacidade da árvore. O empresário Rafael Mason tem uma laminadora em Varzea Grande e há vinte anos trabalha com espécies nativas. Ele ainda não utiliza o Paricá, mas já deposita confiança na qualidade do produto. “É uma madeira que aceita vários tipos de trabalho que vão desde tingimento ao uso na indústria naval e moveleira. Então é uma espécie que tem um bom potencial”.
Fonte: G1.globo.com
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