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Notícias
08
abr
2014
(TECNOLOGIA)
Pesquisadores ligados à Cenibra descobrem nova espécie de bambu
Batizada com o nome Eremitis magnifica, uma nova espécie de bambu herbáceo foi encontrada por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia e Universidade Estadual de Feira de Santana em propriedade da Cenibra, na Reserva de Patrimônio Particular Natural (RPPN), na Fazenda Macedônia.
O registro da descoberta foi oficializado com a publicação na revista científica internacionalPhytotaxa, da Nova Zelândia. De acordo com o artigo publicado, a espécie pode ser considerada criticamente ameaçada de extinção, devido à sua raridade, pequeno número de exemplares e ocorrência restrita a área da RPPN Fazenda Macedônia.
O artigo foi publicado pelo doutor Fabrício Moreira Ferreira, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Feira de Santana, com a participação de outros pesquisadores. Desde 2008, eles vêm realizando estudos envolvendo filogenia e genética molecular, anatomia foliar, palinologia e estudos morfológicos sobre o gênero Eremitis, que apresenta distribuição restrita à Floresta Atlântica na costa Leste do Brasil. Entre as 18 novas espécies de Eremitis encontradas e descritas, uma possuía características únicas, que as diferenciava das demais.
Após um aprofundamento dos estudos confirmou-se e publicou-se essa descoberta científica. A descoberta de uma nova espécie é de extrema relevância para a ciência e pode trazer diversos benefícios para toda a sociedade. Grande parte dos medicamentos utilizados pela humanidade é extraída de plantas e a descoberta de uma nova espécie amplia as possibilidades na busca pelo tratamento de doenças ainda incuráveis.
Após a publicação da descoberta, uma equipe do Departamento de Meio Ambiente e Qualidade realizou novos levantamentos na Fazenda Macedônia e identificou cerca de 60 indivíduos da nova espécie. Trata-se de uma população muito pequena e, por esse motivo, a equipe elaborou estratégias e ações para garantir a proteção e conservação da Eremitis magnifica.
A descoberta de uma nova espécie é um indicativo da elevada qualidade ambiental do manejo florestal praticado pela Cenibra, que, pelo baixo impacto das operações florestais e por conservar áreas extensas com vegetação nativa, abriga espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.
O registro da descoberta foi oficializado com a publicação na revista científica internacionalPhytotaxa, da Nova Zelândia. De acordo com o artigo publicado, a espécie pode ser considerada criticamente ameaçada de extinção, devido à sua raridade, pequeno número de exemplares e ocorrência restrita a área da RPPN Fazenda Macedônia.
O artigo foi publicado pelo doutor Fabrício Moreira Ferreira, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Feira de Santana, com a participação de outros pesquisadores. Desde 2008, eles vêm realizando estudos envolvendo filogenia e genética molecular, anatomia foliar, palinologia e estudos morfológicos sobre o gênero Eremitis, que apresenta distribuição restrita à Floresta Atlântica na costa Leste do Brasil. Entre as 18 novas espécies de Eremitis encontradas e descritas, uma possuía características únicas, que as diferenciava das demais.
Após um aprofundamento dos estudos confirmou-se e publicou-se essa descoberta científica. A descoberta de uma nova espécie é de extrema relevância para a ciência e pode trazer diversos benefícios para toda a sociedade. Grande parte dos medicamentos utilizados pela humanidade é extraída de plantas e a descoberta de uma nova espécie amplia as possibilidades na busca pelo tratamento de doenças ainda incuráveis.
Após a publicação da descoberta, uma equipe do Departamento de Meio Ambiente e Qualidade realizou novos levantamentos na Fazenda Macedônia e identificou cerca de 60 indivíduos da nova espécie. Trata-se de uma população muito pequena e, por esse motivo, a equipe elaborou estratégias e ações para garantir a proteção e conservação da Eremitis magnifica.
A descoberta de uma nova espécie é um indicativo da elevada qualidade ambiental do manejo florestal praticado pela Cenibra, que, pelo baixo impacto das operações florestais e por conservar áreas extensas com vegetação nativa, abriga espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.
Fonte: Cenibra
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