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Notícias
07
abr
2014
(MÓVEIS)
E-commerce é a aposta para aumentar as vendas de móveis
Sistema de Inteligência Setorial do Sebrae aponta que os números desanimadores do setor em 2013 despertaram para a necessidade de buscar novos canais de varejo.
Apesar de fazer parte da lista dos principais itens de desejo do consumidor brasileiro, a venda de móveis em 2013, se comparada a 2012, foi fraca – os gastos dos compradores representaram apenas 1,8% em produtos deste segmento.
O relatório de fevereiro do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae, aponta uma possível solução para esta variação negativa: investir em novos canais de varejo, a exemplo das lojas virtuais. Segundo dados da consultoria eBit, as compras por meio virtual em 2013 chegaram a R$ 28,8 bilhões, um aumento de 28% frente ao ano anterior.
Conhecido como a plataforma ideal para fidelizar e conquistar clientes, o e-commerce atrai consumidores que se assemelham muito aos que freqüentam as lojas físicas – a maioria dos compradores online e offline pertencem à classe B. Outro dado interessante, apontado pela pesquisa Observador 2012 e citada na revista Móbile Decore, é que 90% dos consumidores estão muito satisfeitos ou satisfeitos com a variedade de opções para escolha, a qualidade dos produtos, a competitividade dos preços e a segurança no momento de realizar o pagamento.
Como ponto negativo, a entrega dos produtos foi o fator que mais gerou insatisfação. Mas antes de iniciar uma operação de vendas pela internet é importante observar a breve análise do SIS, sobre as características fundamentais para o pequeno empresário que quer investir no comércio on-line
Fatores que o e-consumidor valoriza na compra on-line, segundo o relatório do SIS:
• Preço x Pesquisa - A internet sempre oferece ofertas mais interessantes. Esteja atento aos concorrentes e o que eles estão possibilitando ao cliente;
• Comodidade - O cliente não precisa sair de casa para escolher o que quer comprar;
• Facilidade e vantagens - Diferentes formas de pagamento e parcelamento devem ser disponibilizadas. A maior parte dos e-consumidores (83%) opta por lojas virtuais que disponibilizam frete gratuito e a entrega em hora marcada;.
• Rapidez de operação - A loja virtual deve oferecer usabilidade, ou seja, fazer com o processo de compra seja rápido, para que não haja desistência por parte do e-consumidor;
• Segurança - Garantia que os dados do e- consumidor serão confidenciais, adoção de selos como Site Blindado, PayPal, ou outros;
• Disponibilidade imediata do produto - Prepare seu estoque para um novo tipo de comércio e cliente, o 24X7 (24 horas, 7 dias por semana);
• Marketing Digital - Invista para que seu consumidor saiba que seu negócio está no mundo virtual. Mas seja cauteloso e esteja atento para não se tornar invasivo.
Outras recomendações fundamentais sugeridas pelo Sebrae para quem quer ingressar neste mercado são: entender a fundo o perfil de seus clientes (localização geográfica, faixa etária e situação econômica), analisar perfil da clientela atendida para planejar ações de marketing adequadas e estratégias comerciais.
Apesar de fazer parte da lista dos principais itens de desejo do consumidor brasileiro, a venda de móveis em 2013, se comparada a 2012, foi fraca – os gastos dos compradores representaram apenas 1,8% em produtos deste segmento.
O relatório de fevereiro do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae, aponta uma possível solução para esta variação negativa: investir em novos canais de varejo, a exemplo das lojas virtuais. Segundo dados da consultoria eBit, as compras por meio virtual em 2013 chegaram a R$ 28,8 bilhões, um aumento de 28% frente ao ano anterior.
Conhecido como a plataforma ideal para fidelizar e conquistar clientes, o e-commerce atrai consumidores que se assemelham muito aos que freqüentam as lojas físicas – a maioria dos compradores online e offline pertencem à classe B. Outro dado interessante, apontado pela pesquisa Observador 2012 e citada na revista Móbile Decore, é que 90% dos consumidores estão muito satisfeitos ou satisfeitos com a variedade de opções para escolha, a qualidade dos produtos, a competitividade dos preços e a segurança no momento de realizar o pagamento.
Como ponto negativo, a entrega dos produtos foi o fator que mais gerou insatisfação. Mas antes de iniciar uma operação de vendas pela internet é importante observar a breve análise do SIS, sobre as características fundamentais para o pequeno empresário que quer investir no comércio on-line
Fatores que o e-consumidor valoriza na compra on-line, segundo o relatório do SIS:
• Preço x Pesquisa - A internet sempre oferece ofertas mais interessantes. Esteja atento aos concorrentes e o que eles estão possibilitando ao cliente;
• Comodidade - O cliente não precisa sair de casa para escolher o que quer comprar;
• Facilidade e vantagens - Diferentes formas de pagamento e parcelamento devem ser disponibilizadas. A maior parte dos e-consumidores (83%) opta por lojas virtuais que disponibilizam frete gratuito e a entrega em hora marcada;.
• Rapidez de operação - A loja virtual deve oferecer usabilidade, ou seja, fazer com o processo de compra seja rápido, para que não haja desistência por parte do e-consumidor;
• Segurança - Garantia que os dados do e- consumidor serão confidenciais, adoção de selos como Site Blindado, PayPal, ou outros;
• Disponibilidade imediata do produto - Prepare seu estoque para um novo tipo de comércio e cliente, o 24X7 (24 horas, 7 dias por semana);
• Marketing Digital - Invista para que seu consumidor saiba que seu negócio está no mundo virtual. Mas seja cauteloso e esteja atento para não se tornar invasivo.
Outras recomendações fundamentais sugeridas pelo Sebrae para quem quer ingressar neste mercado são: entender a fundo o perfil de seus clientes (localização geográfica, faixa etária e situação econômica), analisar perfil da clientela atendida para planejar ações de marketing adequadas e estratégias comerciais.
Fonte: Dialetto
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