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Notícias
26
mar
2014
(EXPORTAÇÃO)
Exportações de móveis do RS para a Argentina caem desde 2010
As indústrias do setor moveleiro do Rio Grande do Sul viram as exportações para a Argentina caírem 60% desde 2010.
A participação das exportações para o país vizinho, que era de 11,8% em 2010 (R$ 24,9 milhões) caiu para 4,6% em 2013 (R$ 9,79 milhões).
"Nós últimos dois anos, perdemos entre 40% e 50% dos envios para a Argentina, que era nosso principal mercado de exportação", diz Henrique Tecchio, presidente do Sindimóveis de Bento Gonçalves, principal polo moveleiro do país.
Segundo ele, os embargos comerciais e as restrições logísticas são os principais entraves.
"O pagamento ocorre quando o cliente recebe. Com a carga parada na fronteira, chega-se esperar dois meses para receber. É inviável", afirma.
Outros países da América Latina, com destaque para Colômbia, Bolívia, e Peru, e da África, como a Namíbia e Angola, têm apresentado os avanços mais expressivos na conquista de novos mercados pelo setor moveleiro gaúcho. Também há forte participação no mercado do Reino Unido (14%).
"No exterior, o diferencial é preço. A qualidade é obrigação", diz Tecchio, sobre a dificuldade de consolidar no mercado norte-americano e europeu.
Na Carraro, fábrica de móveis modulares em Bento Gonçalves, Colômbia, Peru e Chile têm apresentado as maiores oportunidades de expandir as exportações. "A Argentina já figurou entre os principais mercados, mas a situação está muito complicada lá. Mas há outros países na região com forte avanço social e que nos permitem crescer", diz Rafael Farina, coordenador de marketing.
As indústrias do Rio Grande do Sul respondem por 30% do total exportado pelo Brasil. Em 2013, foram U$ 210,9 milhões. As empresas gaúchas respondem por 17% do faturamento nacional do setor e 15% das vagas de trabalho.
As importações, por sua vez, cresceram 23% em 2013 no Rio Grande do Sul (no país, alta foi de 13%), com destaque para a China (que respondeu por 33% do volume total).
A participação das exportações para o país vizinho, que era de 11,8% em 2010 (R$ 24,9 milhões) caiu para 4,6% em 2013 (R$ 9,79 milhões).
"Nós últimos dois anos, perdemos entre 40% e 50% dos envios para a Argentina, que era nosso principal mercado de exportação", diz Henrique Tecchio, presidente do Sindimóveis de Bento Gonçalves, principal polo moveleiro do país.
Segundo ele, os embargos comerciais e as restrições logísticas são os principais entraves.
"O pagamento ocorre quando o cliente recebe. Com a carga parada na fronteira, chega-se esperar dois meses para receber. É inviável", afirma.
Outros países da América Latina, com destaque para Colômbia, Bolívia, e Peru, e da África, como a Namíbia e Angola, têm apresentado os avanços mais expressivos na conquista de novos mercados pelo setor moveleiro gaúcho. Também há forte participação no mercado do Reino Unido (14%).
"No exterior, o diferencial é preço. A qualidade é obrigação", diz Tecchio, sobre a dificuldade de consolidar no mercado norte-americano e europeu.
Na Carraro, fábrica de móveis modulares em Bento Gonçalves, Colômbia, Peru e Chile têm apresentado as maiores oportunidades de expandir as exportações. "A Argentina já figurou entre os principais mercados, mas a situação está muito complicada lá. Mas há outros países na região com forte avanço social e que nos permitem crescer", diz Rafael Farina, coordenador de marketing.
As indústrias do Rio Grande do Sul respondem por 30% do total exportado pelo Brasil. Em 2013, foram U$ 210,9 milhões. As empresas gaúchas respondem por 17% do faturamento nacional do setor e 15% das vagas de trabalho.
As importações, por sua vez, cresceram 23% em 2013 no Rio Grande do Sul (no país, alta foi de 13%), com destaque para a China (que respondeu por 33% do volume total).
Fonte: Jornal Floripa
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