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Notícias
25
mar
2014
(PAPEL E CELULOSE)
Setor de celulose tem aumento de demanda chinesa
De acordo com matéria publicada no site do veículo Isto É Dinheiro, as principais empresas do setor de celulose, listadas na bolsa, vêm abrindo os caixas apostando no crescimento da demanda. Muitas delas ainda estão cautelosas quanto a investimentos e planos de expansão neste ano. Porém, esse cenário marcado por incertezas na economia que tornam os prognósticos de investimentos mais adversos, não se aplicam às companhias de celulose, madeira e derivados. A matéria mostra que a indicação mais recente dessa disposição foi a inauguração, na última semana da unidade de celulose da Suzano, em Imperatriz, no Maranhão. A indústria teve investimentos de R$ 6 bilhões e vai elevar a capacidade total de produção de celulose da Suzano a 4,4 milhões de toneladas anuais.
Com isso, a empresa paulista se consolida como a segunda maior produtora de celulose do mundo, atrás apenas da Fíbria. A companhia resultante da fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose e Papel avalia investir US$ 2,5 bilhões na construção de uma fábrica na cidade de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, onde a Eldorado, ligada ao grupo JBS, inaugurou uma unidade há menos de um ano.
Suzano e Fibria não são as únicas a ampliar suas unidades. A Klabin, dedicada a embalagens, já captou R$ 1,7 bilhão dos R$ 6,8 bilhões necessários para colocar em pé um complexo industrial na cidade de Ortigueira, interior no Paraná. Os R$ 5,1 bilhões restantes serão levantados no BNDES e BID. Numa escala bem menor, a gaúcha Celulose Irani anunciou, em novembro passado, o investimento de R$ 55 milhões para expandir sua reciclagem de papel em 45% na fábrica de Vargem Bonita, em Santa Catarina.
China
O movimento de expansão não se limita ao papel e à celulose. A Duratex, fabricante de painéis controlada pela Itaúsa, também anunciou investimentos de R$ 1,3 bilhão para ampliar em 34% sua capacidade de produção de painéis de MDP e MDF por meio da construção de uma nova fábrica no município de Nova Ponte, na região do Triângulo Mineiro. De acordo com a Bracelpa - Associação Brasileira de Celulose e Papel, as vendas de celulose para a China cresceram 19% para US$ 1,2 bilhão no ano passado. Já a produção brasileira de celulose cresceu 7,3% e a de papel, 1,6%, na comparação com 2012.
Com isso, a empresa paulista se consolida como a segunda maior produtora de celulose do mundo, atrás apenas da Fíbria. A companhia resultante da fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose e Papel avalia investir US$ 2,5 bilhões na construção de uma fábrica na cidade de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, onde a Eldorado, ligada ao grupo JBS, inaugurou uma unidade há menos de um ano.
Suzano e Fibria não são as únicas a ampliar suas unidades. A Klabin, dedicada a embalagens, já captou R$ 1,7 bilhão dos R$ 6,8 bilhões necessários para colocar em pé um complexo industrial na cidade de Ortigueira, interior no Paraná. Os R$ 5,1 bilhões restantes serão levantados no BNDES e BID. Numa escala bem menor, a gaúcha Celulose Irani anunciou, em novembro passado, o investimento de R$ 55 milhões para expandir sua reciclagem de papel em 45% na fábrica de Vargem Bonita, em Santa Catarina.
China
O movimento de expansão não se limita ao papel e à celulose. A Duratex, fabricante de painéis controlada pela Itaúsa, também anunciou investimentos de R$ 1,3 bilhão para ampliar em 34% sua capacidade de produção de painéis de MDP e MDF por meio da construção de uma nova fábrica no município de Nova Ponte, na região do Triângulo Mineiro. De acordo com a Bracelpa - Associação Brasileira de Celulose e Papel, as vendas de celulose para a China cresceram 19% para US$ 1,2 bilhão no ano passado. Já a produção brasileira de celulose cresceu 7,3% e a de papel, 1,6%, na comparação com 2012.
Fonte: Isto é Dinheiro/Adaptado por CeluloseOnline
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