Voltar
Notícias
24
mar
2014
(BIOENERGIA)
Candeias terá 1ª planta de cogeração de energia a partir de biomassa de eucalipto
Na próxima semana, a ERB (Energia Renováveis do Brasil), sediada em São Paulo, em parceria com o Grupo TGM, inaugura a primeira planta de cogeração de energia a partir de biomassa de eucalipto em um complexo petroquímico, na unidade da Dow em Aratu, em Candeias (BA), local onde fica a maior instalação da Dow Brasil.
Segundo a TGM, trata-o projeto é uma referência em modernidade no setor petroquímico, que une a expertise da ERB em soluções de energia ao compromisso da Dow com a sustentabilidade e a inovação.
O equipamento, fornecido pela TGM, é uma Turbina TGM de reação de 17 MW de potência, modelo BTE 32 com extração controlada que fornecerá dois tipos de vapor ao processo da Dow, sendo 17 e 6 bar (a) de pressão e, ainda, energia elétrica. A Dow Química, que hoje usa gás natural em sua planta de Aratu, vai passar a utilizar biomassa, por meio de um investimento de R$ 265 milhões na planta de Candeias (BA). A planta terá capacidade para produção de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial e 108 mil megawatts por hora de energia elétrica.
A madeira, que virá de 10 mil hectares de florestas plantadas em áreas próximas, irá substituir o gás na produção do vapor utilizado pela empresa, ou seja, todo o vapor será produzido a partir de cavaco (madeira picada) de eucalipto de reflorestamento próprio e 100% dedicado.
Para o gerente de desenvolvimento de negócios da TGM, Carlos Paletta, esse Projeto demonstra uma projeção otimista para este setor. “O modelo desenvolvido pela ERB utiliza práticas sustentáveis de geração de energia a partir de biomassa, com tecnologia 100% nacional, gerando, ainda, ganhos importantes a uma empresa do setor petroquímico”, explicou.
A ERB e a Dow Brasil assinaram um contrato de longo prazo de fornecimento de vapor. A ERB irá investir, instalar e operar uma planta de cogeração que irá substituir 200 mil m³ de gás natural por dia utilizados pela Dow. Esta ação reduzirá as emissões de CO 2 da planta em 180 mil toneladas por ano trazendo benefícios para as pessoas, para o meio ambiente e para o crescimento da região.
Instalações - A unidade de cogeração da ERB foi instalada ao lado do complexo de Aratu, onde fica a maior instalação da Dow Brasil. Preocupada com a questão da sustentabilidade, um dos valores fundamentais para a empresa, com esta inovação, a Dow será a primeira indústria petroquímica do Brasil a obter sua energia a partir de biomassa, trazendo benefícios ao meio ambiente.
Segundo a TGM, trata-o projeto é uma referência em modernidade no setor petroquímico, que une a expertise da ERB em soluções de energia ao compromisso da Dow com a sustentabilidade e a inovação.
O equipamento, fornecido pela TGM, é uma Turbina TGM de reação de 17 MW de potência, modelo BTE 32 com extração controlada que fornecerá dois tipos de vapor ao processo da Dow, sendo 17 e 6 bar (a) de pressão e, ainda, energia elétrica. A Dow Química, que hoje usa gás natural em sua planta de Aratu, vai passar a utilizar biomassa, por meio de um investimento de R$ 265 milhões na planta de Candeias (BA). A planta terá capacidade para produção de 1,08 milhão de toneladas de vapor industrial e 108 mil megawatts por hora de energia elétrica.
A madeira, que virá de 10 mil hectares de florestas plantadas em áreas próximas, irá substituir o gás na produção do vapor utilizado pela empresa, ou seja, todo o vapor será produzido a partir de cavaco (madeira picada) de eucalipto de reflorestamento próprio e 100% dedicado.
Para o gerente de desenvolvimento de negócios da TGM, Carlos Paletta, esse Projeto demonstra uma projeção otimista para este setor. “O modelo desenvolvido pela ERB utiliza práticas sustentáveis de geração de energia a partir de biomassa, com tecnologia 100% nacional, gerando, ainda, ganhos importantes a uma empresa do setor petroquímico”, explicou.
A ERB e a Dow Brasil assinaram um contrato de longo prazo de fornecimento de vapor. A ERB irá investir, instalar e operar uma planta de cogeração que irá substituir 200 mil m³ de gás natural por dia utilizados pela Dow. Esta ação reduzirá as emissões de CO 2 da planta em 180 mil toneladas por ano trazendo benefícios para as pessoas, para o meio ambiente e para o crescimento da região.
Instalações - A unidade de cogeração da ERB foi instalada ao lado do complexo de Aratu, onde fica a maior instalação da Dow Brasil. Preocupada com a questão da sustentabilidade, um dos valores fundamentais para a empresa, com esta inovação, a Dow será a primeira indústria petroquímica do Brasil a obter sua energia a partir de biomassa, trazendo benefícios ao meio ambiente.
Fonte: CeluloseOnline
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















