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Notícias
20
mar
2014
(MATO GROSSO)
GT florestal define pautas para encontro do dia 27 em Brasília
O Grupo de Trabalho (GT) que cuida do Programa de Desenvolvimento Florestal no Estado de Mato Grosso (PDFS-MT) realizou sua segunda reunião ordinária na última segunda-feira (17.03), onde representantes do setor madeireiro e servidores do executivo apresentaram estudos em busca da melhoria da competividade do setor florestal do Estado
Fazem parte do GT: Álvaro Leite e Silvia Fernandes, respectivamente, diretor executivo e superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem); José Lombardi, da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); José Juarez de Faria, da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme); Valério Francisco de Gouveia e Andrea Vicari, ambos da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); Rafael Mason, do Cipem; Fausto Takizawa, da Arefloresta, Ayres Santos, da empresa: Estofados Santos e; Paulo Renó, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
Na ocasião, conforme explicou Silvia, foi aceita a proposta da Arefloresta levantada na reunião do último dia 6 de março, que solicitava que seja retirada da Pauta da Madeira nativa a madeira reflorestada. “O Cipem, por sua vez, apresentou a proposta de inclusão da Guia Florestal 3 (GF3) na Nota Fiscal da Sefaz, que dependerá da equipe de Tecnologia da Informação (TI) da Sema para propor a mudança e levantar os principais pontos para que a Sefaz leve ao CADE (órgão responsável pelo documento) e hajam modificações”, explicou Silvia.
Na ocasião também foi aprovada a sugestão da Sicme, feita na reunião do dia 6, sobre o Decreto de criação do GT e a proposta de Resolução de enquadramento das indústrias madeireiras no Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) com carga média de 3% + 0,5% de Fundos. Para que empresas possam usufruir deste beneficio devem estar inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs) e associadas ao sindicato de base florestal. A proposta foi encaminhada para a Casa Civil.
Álvaro Leite, do Cipem, lembrou que esta é uma proposta interessante. “Necessitamos ser mais agressivos”, comentou. Sobre a organização do GT ele disse que o empenho é fazer um trabalho bom para o Estado crescer, independente de qual seja o governante. Também acrescentou que o GT deve se dividir em Câmara Técnica para que assuntos pontuais sejam tratados por técnicos e levado ao GT para aprovação.
O secretário de Estado de Meio Ambiente, José Lacerda, foi convidado, mas não pôde comparecer à reunião e não enviou representante. Mas enviou e-mail na manhã desta terça-feira, ao Cipem, confirmando sua participação na próxima reunião, que acontecerá dia 24 março com a Sefaz, para tratar sobre Nota Fiscal Eletrônica e Guia Florestal e também na que ocorre em Brasília, dia 27 março, na sede do Ibama. O papel da Sema éa apresentar os valores arrecadados com Guias Florestais e a aplicação dos recursos bem como a retomada da discussão inserção da GF3i na Nota Fiscal eletrônica.
Fazem parte do GT: Álvaro Leite e Silvia Fernandes, respectivamente, diretor executivo e superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem); José Lombardi, da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); José Juarez de Faria, da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme); Valério Francisco de Gouveia e Andrea Vicari, ambos da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); Rafael Mason, do Cipem; Fausto Takizawa, da Arefloresta, Ayres Santos, da empresa: Estofados Santos e; Paulo Renó, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
Na ocasião, conforme explicou Silvia, foi aceita a proposta da Arefloresta levantada na reunião do último dia 6 de março, que solicitava que seja retirada da Pauta da Madeira nativa a madeira reflorestada. “O Cipem, por sua vez, apresentou a proposta de inclusão da Guia Florestal 3 (GF3) na Nota Fiscal da Sefaz, que dependerá da equipe de Tecnologia da Informação (TI) da Sema para propor a mudança e levantar os principais pontos para que a Sefaz leve ao CADE (órgão responsável pelo documento) e hajam modificações”, explicou Silvia.
Na ocasião também foi aprovada a sugestão da Sicme, feita na reunião do dia 6, sobre o Decreto de criação do GT e a proposta de Resolução de enquadramento das indústrias madeireiras no Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) com carga média de 3% + 0,5% de Fundos. Para que empresas possam usufruir deste beneficio devem estar inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs) e associadas ao sindicato de base florestal. A proposta foi encaminhada para a Casa Civil.
Álvaro Leite, do Cipem, lembrou que esta é uma proposta interessante. “Necessitamos ser mais agressivos”, comentou. Sobre a organização do GT ele disse que o empenho é fazer um trabalho bom para o Estado crescer, independente de qual seja o governante. Também acrescentou que o GT deve se dividir em Câmara Técnica para que assuntos pontuais sejam tratados por técnicos e levado ao GT para aprovação.
O secretário de Estado de Meio Ambiente, José Lacerda, foi convidado, mas não pôde comparecer à reunião e não enviou representante. Mas enviou e-mail na manhã desta terça-feira, ao Cipem, confirmando sua participação na próxima reunião, que acontecerá dia 24 março com a Sefaz, para tratar sobre Nota Fiscal Eletrônica e Guia Florestal e também na que ocorre em Brasília, dia 27 março, na sede do Ibama. O papel da Sema éa apresentar os valores arrecadados com Guias Florestais e a aplicação dos recursos bem como a retomada da discussão inserção da GF3i na Nota Fiscal eletrônica.
Fonte: Assessoria Cipem
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