Voltar
Notícias
17
mar
2014
(BIOENERGIA)
Analista aponta efeitos de racionamento de energia sobre empresas florestais
A possibilidade de racionamento de energia no País, ocasionado pelos baixos níveis dos reservatórios de água, preocupa o mercado. Entretanto, nem todas as empresas serão prejudicadas diante este cenário e algumas até seriam beneficiadas. É o caso da Fibria, Suzano e Klabin.
O motivo, segundo o analista do HSBC, Jonathan Brandt, é a produção de energia excedente por estas empresas, evitando uma redução nas atividades. Ele explica que a Fibria já produz energia excedente, enquanto a Suzano e a Klabin devem produzir nos próximos meses ou em médio prazo.
Brandt aponta também que um possível racionamento de energia resultaria em um efeito negativo no câmbio beneficiando diretamente as exportações da Fibria e da Suzano. Já a Klabin, além de ser favorecida pela lucratividade das exportações, teria pressões de custos em concorrentes não integrados e à provável melhoria no mix de exportação.
A Duratex, ao contrário das demais, poderia ser prejudicada em caso de racionamento de energia. “Embora a Duratex e o mercado de painéis de madeira em geral tenham demonstrado uma resiliência surpreendente em desacelerações, um possível racionamento de energia resultaria em um efeito negativo no câmbio afetando diretamente as exportações anteriores. A ação pode ser prejudicada pela percepção desfavorável, considerando não ser autossuficiente em energia”, conclui o analista.
O motivo, segundo o analista do HSBC, Jonathan Brandt, é a produção de energia excedente por estas empresas, evitando uma redução nas atividades. Ele explica que a Fibria já produz energia excedente, enquanto a Suzano e a Klabin devem produzir nos próximos meses ou em médio prazo.
Brandt aponta também que um possível racionamento de energia resultaria em um efeito negativo no câmbio beneficiando diretamente as exportações da Fibria e da Suzano. Já a Klabin, além de ser favorecida pela lucratividade das exportações, teria pressões de custos em concorrentes não integrados e à provável melhoria no mix de exportação.
A Duratex, ao contrário das demais, poderia ser prejudicada em caso de racionamento de energia. “Embora a Duratex e o mercado de painéis de madeira em geral tenham demonstrado uma resiliência surpreendente em desacelerações, um possível racionamento de energia resultaria em um efeito negativo no câmbio afetando diretamente as exportações anteriores. A ação pode ser prejudicada pela percepção desfavorável, considerando não ser autossuficiente em energia”, conclui o analista.
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais - SIF
Notícias em destaque
Eucalipto ou pinus: qual faz mais sentido?
A escolha entre eucalipto ou pinus raramente é apenas técnica. Em boa parte dos projetos florestais, ela começa na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Veracel abre três novas oportunidades de trabalho na companhia
Os processos de inscrições são feitos diretamente pelo site da empresa
A Veracel Celulose está com três...
(GERAL)
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)














