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Notícias
06
mar
2014
(GERAL)
Guarapuava tera segunda cooperativa florestal do Brasil
Produtores rurais de Guarapuava, município do centro-sul do Paraná, estão articulando a criação de uma cooperativa de madeira na região.
O objetivo do grupo é conseguir melhores preços de mercado e manejos florestais que tragam mais rentabilidade ao produto florestal.
Para uma das idealizadoras do projeto, a produtora rural e engenheira florestal Hildegard Abt Roth, atualmente a maioria da produção é voltada à lenha, que não é a melhor remuneração do mercado.
A primeira reunião foi realizada no dia 14 de fevereiro, na sede do Sindicato Rural de Guarapuava. A ideia conta com a adesão de compradores de madeira. “O Sindicato Rural promoveu o programa de desenvolvimento florestal e quem participou percebeu que a única maneira de se conseguir colocar madeira no mercado é através de uma cooperativa”, destacou Hildegard.
Entretanto, para se conseguir melhores preços e colocar uma madeira de boa qualidade no mercado é necessário o manejo adequado das árvores de reflorestamento.
O sócio diretor de uma empresa de mudas para reflorestamento, Luis Carlos Vatrin, participa da formatação da cooperativa e destaca que, além de conseguir melhores preços de mercado e dar mais condições para o manejo de uma madeira de qualidade, com maior valor agregado, a união dos produtores vai permitir realizar um inventário das florestas do município, a distinção de cada área para determinadas finalidades.
“Hoje, cada produtor vende por si. Muitas vezes ele não sabe qual a qualidade da madeira da sua propriedade e fica na mão de atravessadores. A vinda da cooperativa vai organizar essa produção. Deixará de ser um produtor tentando vender cinco hectares para ser uma empresa oferecendo 300 hectares de um determinado produto. Não será um produtor com seis hectares de tora para serraria, mas 100 hectares”, opinou Vatrin.
Além de melhora de mercado final, a expectativa dos produtores é que haja redução de custos de manejo das florestas. O empresário destacou que a compra de produtos florestais, como iscas para formigas ou até ferramentas de trabalho, serão facilitadas. “A compra coletiva pode permitir descontos de 10 a 15% nos preços”.
Pelo menos 20 produtores de Guarapuava já se mostraram interessados na implantação da cooperativa de madeira. De acordo com Hildegard e Vatrin, será a primeira na região Sul e a segunda do Brasil nesse ramo (a primeira é a Cooperflora Brasil, de Rondonópolis, MT).
A produtora destacou que os próximos passos para consolidação da cooperativa é o desenvolvimento do espírito cooperativista entre os produtores, a criação do estatuto e a instalação da primeira diretoria.
O objetivo do grupo é conseguir melhores preços de mercado e manejos florestais que tragam mais rentabilidade ao produto florestal.
Para uma das idealizadoras do projeto, a produtora rural e engenheira florestal Hildegard Abt Roth, atualmente a maioria da produção é voltada à lenha, que não é a melhor remuneração do mercado.
A primeira reunião foi realizada no dia 14 de fevereiro, na sede do Sindicato Rural de Guarapuava. A ideia conta com a adesão de compradores de madeira. “O Sindicato Rural promoveu o programa de desenvolvimento florestal e quem participou percebeu que a única maneira de se conseguir colocar madeira no mercado é através de uma cooperativa”, destacou Hildegard.
Entretanto, para se conseguir melhores preços e colocar uma madeira de boa qualidade no mercado é necessário o manejo adequado das árvores de reflorestamento.
O sócio diretor de uma empresa de mudas para reflorestamento, Luis Carlos Vatrin, participa da formatação da cooperativa e destaca que, além de conseguir melhores preços de mercado e dar mais condições para o manejo de uma madeira de qualidade, com maior valor agregado, a união dos produtores vai permitir realizar um inventário das florestas do município, a distinção de cada área para determinadas finalidades.
“Hoje, cada produtor vende por si. Muitas vezes ele não sabe qual a qualidade da madeira da sua propriedade e fica na mão de atravessadores. A vinda da cooperativa vai organizar essa produção. Deixará de ser um produtor tentando vender cinco hectares para ser uma empresa oferecendo 300 hectares de um determinado produto. Não será um produtor com seis hectares de tora para serraria, mas 100 hectares”, opinou Vatrin.
Além de melhora de mercado final, a expectativa dos produtores é que haja redução de custos de manejo das florestas. O empresário destacou que a compra de produtos florestais, como iscas para formigas ou até ferramentas de trabalho, serão facilitadas. “A compra coletiva pode permitir descontos de 10 a 15% nos preços”.
Pelo menos 20 produtores de Guarapuava já se mostraram interessados na implantação da cooperativa de madeira. De acordo com Hildegard e Vatrin, será a primeira na região Sul e a segunda do Brasil nesse ramo (a primeira é a Cooperflora Brasil, de Rondonópolis, MT).
A produtora destacou que os próximos passos para consolidação da cooperativa é o desenvolvimento do espírito cooperativista entre os produtores, a criação do estatuto e a instalação da primeira diretoria.
Fonte: Painel Florestal, com informações do Diário de Guarapuava
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