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Notícias
28
fev
2014
(MANEJO)
Tecnicos vao auxiliar na difusao do manejo florestal na Caatinga
Ainda pouco difundido no Nordeste, o manejo florestal da Caatinga continua alvo, este ano, de ações do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) para estimular essa atividade que promove renda com conservação da biodiversidade.
A mais recente delas será a realização de uma capacitação para 75 técnicos e extensionistas, que se tornarão multiplicadores desse conhecimento para agricultores familiares e pequenos produtores rurais nos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte.
O contrato para a prestação do curso já foi assinado pelo SFB e utilizará recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF/SFB) e do Fundo Clima, ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A atividade deve começar em março, com a realização de um diagnóstico com as instituições beneficiárias e seus respectivos cursistas.
DIFUSÃO
A capacitação, de 160 horas, será realizada ao longo de quatro módulos de 40 horas cada, para profissionais do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater/RN), da Cooperativa Cearense de Prestação de Serviços e Assistência Técnica (Coocepat) e da Fundação Centro de Ecologia e Integração Social (Fundação CIS).
Segundo o presidente da Fundação CIS, Benedito Lourenço, o aperfeiçoamento profissional dos agentes de assistência técnica (Ater) é uma das formas de difundir a preocupação com os recursos naturais da Caatinga, bioma que já perdeu quase metade de sua cobertura vegetal.
“Essa turma que vamos capacitar envolve instituições de Ater, alunos recém-formados, que vão estar no mercado, e a gente deseja que essas pessoas, ao atuarem no mercado, tenham visão crítica, consciência ambiental para manejo dos recursos da Caatinga”, afirma Lourenço.
ELO
O diretor-técnico da Coocepat, Carlos Bezerra, destaca o papel dos técnicos e extensionistas na promoção de atividades sustentáveis para os pequenos produtores e agricultores familiares.
“Toda iniciativa que nós tivermos de poder levar esses conhecimentos, de que ele - o produtor - pode explorar os recursos naturais de maneira sustentável através de uma orientação dada pelos técnicos vai surtir uma melhora de vida, porque eles vão poder explorar comercialmente alguma planta praticando a maneira legal”, diz.
Para Bezerra, o manejo vem como alternativa de renda que considera as peculiaridades do semiárido. “Nosso agricultor está numa região de poucas oportunidades. É necessário que se estimulem para essas pessoas as condições de sobreviverem com o meio ambiente dignamente”, destaca.
A Coocepat, que tem parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para a realização de capacitações, já planeja, inclusive, criar um curso sobre manejo para agricultores familiares. Só no ano passado, a Cooperativa realizou mais de 900 cursos em temas voltados ao campo. “A ideia é transformar em capacitação do Senar, usando a metodologia do Senar”, informa.
Além das capacitações para extensionistas, o SFB também tem promovido cursos sobre manejo florestal na Caatinga para estudantes de ensino pós-médio e profissionalizante. Ao mesmo tempo, o SFB apoia a realização do manejo em assentamentos da reforma agrária com a prestação de assistência técnica. As atividades são promovidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, sendo várias delas em parceria com o Fundo Clima.
A mais recente delas será a realização de uma capacitação para 75 técnicos e extensionistas, que se tornarão multiplicadores desse conhecimento para agricultores familiares e pequenos produtores rurais nos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte.
O contrato para a prestação do curso já foi assinado pelo SFB e utilizará recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF/SFB) e do Fundo Clima, ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A atividade deve começar em março, com a realização de um diagnóstico com as instituições beneficiárias e seus respectivos cursistas.
DIFUSÃO
A capacitação, de 160 horas, será realizada ao longo de quatro módulos de 40 horas cada, para profissionais do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater/RN), da Cooperativa Cearense de Prestação de Serviços e Assistência Técnica (Coocepat) e da Fundação Centro de Ecologia e Integração Social (Fundação CIS).
Segundo o presidente da Fundação CIS, Benedito Lourenço, o aperfeiçoamento profissional dos agentes de assistência técnica (Ater) é uma das formas de difundir a preocupação com os recursos naturais da Caatinga, bioma que já perdeu quase metade de sua cobertura vegetal.
“Essa turma que vamos capacitar envolve instituições de Ater, alunos recém-formados, que vão estar no mercado, e a gente deseja que essas pessoas, ao atuarem no mercado, tenham visão crítica, consciência ambiental para manejo dos recursos da Caatinga”, afirma Lourenço.
ELO
O diretor-técnico da Coocepat, Carlos Bezerra, destaca o papel dos técnicos e extensionistas na promoção de atividades sustentáveis para os pequenos produtores e agricultores familiares.
“Toda iniciativa que nós tivermos de poder levar esses conhecimentos, de que ele - o produtor - pode explorar os recursos naturais de maneira sustentável através de uma orientação dada pelos técnicos vai surtir uma melhora de vida, porque eles vão poder explorar comercialmente alguma planta praticando a maneira legal”, diz.
Para Bezerra, o manejo vem como alternativa de renda que considera as peculiaridades do semiárido. “Nosso agricultor está numa região de poucas oportunidades. É necessário que se estimulem para essas pessoas as condições de sobreviverem com o meio ambiente dignamente”, destaca.
A Coocepat, que tem parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para a realização de capacitações, já planeja, inclusive, criar um curso sobre manejo para agricultores familiares. Só no ano passado, a Cooperativa realizou mais de 900 cursos em temas voltados ao campo. “A ideia é transformar em capacitação do Senar, usando a metodologia do Senar”, informa.
Além das capacitações para extensionistas, o SFB também tem promovido cursos sobre manejo florestal na Caatinga para estudantes de ensino pós-médio e profissionalizante. Ao mesmo tempo, o SFB apoia a realização do manejo em assentamentos da reforma agrária com a prestação de assistência técnica. As atividades são promovidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, sendo várias delas em parceria com o Fundo Clima.
Fonte: SFB
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