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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Madeira apreendida aguarda decisão da Justiça (TO)
Desde o início deste ano, a Polícia Ambiental calcula que já foram apreendidos no Tocantins 1.100 metros cúbicos de madeira que era transportada ilegalmente. No pátio do 2º Batalhão de Polícia Militar de Araguaína, estão espalhados cerca de 300 metros cúbicos de madeira. São estacas, mancos, tábuas, e madeira para lenha. Na maioria, jatobá, melancieira e ipê.
No pátio da Companhia Independente de Polícia Ambiental (Cipama), 50 metros cúbicos aguardam decisão judicial.
Para que a madeira apreendida seja doada para entidades ou organizações não governamentais, segundo o juiz criminal Kilber Correa Lopes, do Juizado Especial Criminal, é necessário convocar os envolvidos, tanto o dono do caminhão, como o dono carga, para uma audiência preliminar. “A gente tem que intimar todos, quando são de outros estados temos que intimar com carta precatória. O processo demora em média entre 90 e 180 dias”, justifica o juiz.
Rota - As apreensões de madeira irregular acontecem todas as semanas, principalmente nas rodovias federais e estaduais. O Tocantins é considerado, pelos órgão ligados ao meio ambiente, como rota do tráfico de madeira. As fiscalizações, segundo o chefe regional Norte da Cipama, tenente Francisco Farias, não são suficientes para coibir o contrabando. “Infelizmente a gente não consegue coibir, porque o número de agentes de fiscalização é pouco. Se fosse pra fiscalizar caminhão por caminhão, com certeza no pátio do 2º BPM não caberia tanta madeira”, afirmou.
De acordo com o Ibama, 90% da madeira apreendida no Tocantins foram retirados dos Estados vizinhos que fazem parte da Amazônia Legal, como o Maranhão e principalmente o Pará. Os órgãos ambientais acreditam que a carga apreendida nas rodovias do Tocantins tem como destino madeireiras das regiões Sudeste e Centro-Oeste do País.
Fonte: Amazônia.org.br – 21/10/2004
No pátio da Companhia Independente de Polícia Ambiental (Cipama), 50 metros cúbicos aguardam decisão judicial.
Para que a madeira apreendida seja doada para entidades ou organizações não governamentais, segundo o juiz criminal Kilber Correa Lopes, do Juizado Especial Criminal, é necessário convocar os envolvidos, tanto o dono do caminhão, como o dono carga, para uma audiência preliminar. “A gente tem que intimar todos, quando são de outros estados temos que intimar com carta precatória. O processo demora em média entre 90 e 180 dias”, justifica o juiz.
Rota - As apreensões de madeira irregular acontecem todas as semanas, principalmente nas rodovias federais e estaduais. O Tocantins é considerado, pelos órgão ligados ao meio ambiente, como rota do tráfico de madeira. As fiscalizações, segundo o chefe regional Norte da Cipama, tenente Francisco Farias, não são suficientes para coibir o contrabando. “Infelizmente a gente não consegue coibir, porque o número de agentes de fiscalização é pouco. Se fosse pra fiscalizar caminhão por caminhão, com certeza no pátio do 2º BPM não caberia tanta madeira”, afirmou.
De acordo com o Ibama, 90% da madeira apreendida no Tocantins foram retirados dos Estados vizinhos que fazem parte da Amazônia Legal, como o Maranhão e principalmente o Pará. Os órgãos ambientais acreditam que a carga apreendida nas rodovias do Tocantins tem como destino madeireiras das regiões Sudeste e Centro-Oeste do País.
Fonte: Amazônia.org.br – 21/10/2004
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