Voltar
Notícias
17
fev
2014
(DESMATAMENTO)
Desmatamento na Amazônia cresce 206% em janeiro, diz Imazon
O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), da organização Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), sediada em Belém (PA), detectou que a Amazônia Legal perdeu perdeu 107 km² de floresta em janeiro de 2014, o que representa um aumento de 206% em relação a janeiro de 2013 quando o desmatamento somou 35 km².
O desmatamento acumulado no período de agosto de 2013 a janeiro de 2014, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 531 km².
Foi detectada redução do desmatamento acumulado de 60% em relação ao período anterior (agosto de 2012 a janeiro de 2013) quando o desmatamento somou 1.326 km².
Em janeiro, a maioria (58%) da área florestal da Amazônia estava coberta por nuvens, o que reduziu a capacidade de detecção do desmatamento e da degradação florestal na região.
Os Estados com maior cobertura de nuvem foram Amapá (86%), Pará (83%) e Rondônia (79%). Em virtude disso, assinala o Imazon, os dados de desmatamento e degradação florestal em janeiro de 2014 podem estar subestimados O desmatamento ocorreu em Roraima (34%), seguido por Mato Grosso (22%), Pará (22%), Tocantins (9%), Acre (8%), Amazonas (3%) e Rondônia (2%).
Considerando os seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, o Pará lidera o ranking com 24% do total desmatado no período. Em seguida aparece o Amazonas com 22% e Rondônia com 21%.
Em termos relativos, houve aumento de 348% em Roraima e 324% no Acre. Por outro lado, houve redução expressiva no Pará (-80%) e Mato Grosso (-77%).
Em termos absolutos, o Pará lidera o ranking do desmatamento acumulado com 125 km², seguido pelo Amazonas (117 km²) e Rondônia (112 km²).
As florestas degradadas, aquelas que são intensamente exploradas por atividade madeireira ou queimadas, somaram 32 km² em janeiro de 2014.
A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2013 a janeiro de 2014 totalizou 212 quilômetros quadrados.
Em relação ao período anterior (agosto de 2012 a janeiro de 2013) houve redução de 80% quando a degradação florestal somou 1.043 km².
Em relação a janeiro de 2013 houve redução de 53% quando a degradação florestal somou 69 km². A maioria (97%) ocorreu no Mato Grosso, seguido pelo Amazonas (2%) e Pará (1%).
A maioria (66%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado Assentamentos de Reforma Agrária (20%), Unidades de Conservação (13%) e Terras Indígenas (1%).
Os municípios considerados críticos pelo Imazaon em janeiro foram Rorainópolis (RR) e Prainha (PA), respectivamente com 16,4 km² e 10,3 km² de desmatamento.
Também integram a lista os municípios Caseara (TO), Caracaraí (RR), Feliz Natal (MT), Gaúcha do Norte (MT), Cantá (RR), Itaúba (MT), Óbidos (PA) e Rio Branco (AC).
Por: Altino Machado
O desmatamento acumulado no período de agosto de 2013 a janeiro de 2014, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 531 km².
Foi detectada redução do desmatamento acumulado de 60% em relação ao período anterior (agosto de 2012 a janeiro de 2013) quando o desmatamento somou 1.326 km².
Em janeiro, a maioria (58%) da área florestal da Amazônia estava coberta por nuvens, o que reduziu a capacidade de detecção do desmatamento e da degradação florestal na região.
Os Estados com maior cobertura de nuvem foram Amapá (86%), Pará (83%) e Rondônia (79%). Em virtude disso, assinala o Imazon, os dados de desmatamento e degradação florestal em janeiro de 2014 podem estar subestimados O desmatamento ocorreu em Roraima (34%), seguido por Mato Grosso (22%), Pará (22%), Tocantins (9%), Acre (8%), Amazonas (3%) e Rondônia (2%).
Considerando os seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, o Pará lidera o ranking com 24% do total desmatado no período. Em seguida aparece o Amazonas com 22% e Rondônia com 21%.
Em termos relativos, houve aumento de 348% em Roraima e 324% no Acre. Por outro lado, houve redução expressiva no Pará (-80%) e Mato Grosso (-77%).
Em termos absolutos, o Pará lidera o ranking do desmatamento acumulado com 125 km², seguido pelo Amazonas (117 km²) e Rondônia (112 km²).
As florestas degradadas, aquelas que são intensamente exploradas por atividade madeireira ou queimadas, somaram 32 km² em janeiro de 2014.
A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2013 a janeiro de 2014 totalizou 212 quilômetros quadrados.
Em relação ao período anterior (agosto de 2012 a janeiro de 2013) houve redução de 80% quando a degradação florestal somou 1.043 km².
Em relação a janeiro de 2013 houve redução de 53% quando a degradação florestal somou 69 km². A maioria (97%) ocorreu no Mato Grosso, seguido pelo Amazonas (2%) e Pará (1%).
A maioria (66%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado Assentamentos de Reforma Agrária (20%), Unidades de Conservação (13%) e Terras Indígenas (1%).
Os municípios considerados críticos pelo Imazaon em janeiro foram Rorainópolis (RR) e Prainha (PA), respectivamente com 16,4 km² e 10,3 km² de desmatamento.
Também integram a lista os municípios Caseara (TO), Caracaraí (RR), Feliz Natal (MT), Gaúcha do Norte (MT), Cantá (RR), Itaúba (MT), Óbidos (PA) e Rio Branco (AC).
Por: Altino Machado
Fonte: Terra Magazine/ Blog da Amzônia
Notícias em destaque
Eucalipto ou pinus: qual faz mais sentido?
A escolha entre eucalipto ou pinus raramente é apenas técnica. Em boa parte dos projetos florestais, ela começa na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Veracel abre três novas oportunidades de trabalho na companhia
Os processos de inscrições são feitos diretamente pelo site da empresa
A Veracel Celulose está com três...
(GERAL)
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)














