Voltar
Notícias
14
fev
2014
(MADEIRA E PRODUTOS)
Brasil acrescentou 14 mil novos hectares de seringueiras em quatro anos
O Brasil incluiu, de 2009 a 2012, mais de 14 mil hectares ao total da área plantada de seringueiras, atingindo 168,848 mil hectares, dado relevante para um país que ainda é dependente das importações de borracha natural para suprir as necessidades do mercado interno
No entanto, esse crescimento na área plantada vai exigir aumento de mão de obra especializada nas atividades de sangria das seringueiras para extração do látex, produto utilizado na fabricação da borracha. É o que mostra o boletim Ativos da Silvicultura, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
O estudo, feito em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Dendrus Projetos Florestais e Ambientais, destaca o risco de faltar mão de obra qualificada para as operações de sangria. Quando os 14 mil novos hectares de área estiverem prontos para esta finalidade, serão necessários pelo menos mais 2,8 mil sangradores especializados, levando-se em conta um profissional para cada cinco hectares de área plantada, diz o boletim.
Dependência externa - Lembra o estudo que o aumento da área plantada com seringueira no Brasil representa um fator positivo para a economia brasileira, porque irá diminuir a dependência interna do mercado internacional e, em consequência, reduzir a importação de borracha.
Ao mesmo tempo, assinala o levantamento, poderia haver uma depreciação nos preços pagos ao produtor interno de borracha. Mas, em qualquer circunstância, será necessário melhorar a “capacitação de mão de obra, principalmente de sangradores, para suprir a demanda dos milhares de hectares que entrarão em sangria no decorrer dos próximos anos”, alerta o documento.
Os painéis sobre levantamento dos custos de produção da seringueira, em três diferentes regiões do país, mostram a importância dos gastos com a sangria das árvores em 30 anos, tempo de vida útil das árvores. O valor mais elevado foi identificado na região de Monte Aprazível, em São Paulo, representando 61% do Custo Operacional Efetivo (COE), equivalente a R$ 130.635,41/hectare. O menor custo, aponta o levantamento, está na região de Guarapari, no Espírito Santo, com 46% do COE, o que, em valores, corresponde a R$ 80.682,34/hectare.
A melhoria nos índices de produtividade dos seringais “está intimamente ligada à adequação dos tratos silviculturais e à escolha do clone, que deve ser adaptado à região de plantio”, diz o boletim. Mas, segundo o estudo, existem outros fatores relacionados ao manejo do seringal que também influenciam no aumento da produtividade, tais como: irrigação, sistema e horário de sangria e a substituição das seringueiras que não atingirem produção mínima projetada.
No entanto, esse crescimento na área plantada vai exigir aumento de mão de obra especializada nas atividades de sangria das seringueiras para extração do látex, produto utilizado na fabricação da borracha. É o que mostra o boletim Ativos da Silvicultura, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
O estudo, feito em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Dendrus Projetos Florestais e Ambientais, destaca o risco de faltar mão de obra qualificada para as operações de sangria. Quando os 14 mil novos hectares de área estiverem prontos para esta finalidade, serão necessários pelo menos mais 2,8 mil sangradores especializados, levando-se em conta um profissional para cada cinco hectares de área plantada, diz o boletim.
Dependência externa - Lembra o estudo que o aumento da área plantada com seringueira no Brasil representa um fator positivo para a economia brasileira, porque irá diminuir a dependência interna do mercado internacional e, em consequência, reduzir a importação de borracha.
Ao mesmo tempo, assinala o levantamento, poderia haver uma depreciação nos preços pagos ao produtor interno de borracha. Mas, em qualquer circunstância, será necessário melhorar a “capacitação de mão de obra, principalmente de sangradores, para suprir a demanda dos milhares de hectares que entrarão em sangria no decorrer dos próximos anos”, alerta o documento.
Os painéis sobre levantamento dos custos de produção da seringueira, em três diferentes regiões do país, mostram a importância dos gastos com a sangria das árvores em 30 anos, tempo de vida útil das árvores. O valor mais elevado foi identificado na região de Monte Aprazível, em São Paulo, representando 61% do Custo Operacional Efetivo (COE), equivalente a R$ 130.635,41/hectare. O menor custo, aponta o levantamento, está na região de Guarapari, no Espírito Santo, com 46% do COE, o que, em valores, corresponde a R$ 80.682,34/hectare.
A melhoria nos índices de produtividade dos seringais “está intimamente ligada à adequação dos tratos silviculturais e à escolha do clone, que deve ser adaptado à região de plantio”, diz o boletim. Mas, segundo o estudo, existem outros fatores relacionados ao manejo do seringal que também influenciam no aumento da produtividade, tais como: irrigação, sistema e horário de sangria e a substituição das seringueiras que não atingirem produção mínima projetada.
Fonte: Assessoria de Comunicação CNA
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















