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Notícias
14
fev
2014
(GERAL)
Amoesc cria grupo de marcenarias
Para acelerar o desenvolvimento das empresas do setor, a Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC), com sede em Chapecó, criou o Núcleo de Fabricantes de Móveis sob Medida.
O Núcleo reunirá as “marcenarias” da região – especialmente aquelas situadas em Chapecó, Seara, Coronel Freitas e Palmitos – para desenvolver um programa de atividades que inclui aquisição centralizada de insumos (central de compras), capacitação e treinamento de recursos humanos, medicina ocupacional e cumprimento da norma regulamentadora 12 (NR 12).
Vinte empresas participaram da constituição do Núcleo, mas o potencial é de mais de 450 na região Oeste de Santa Catarina, prevê o diretor executivo Leonel Felipe Beckert.
Uma das prioridades é ampliar o recrutamento e qualificar o pessoal empregado nas marcenarias. Uma ação importante, nessa direção, foi a melhoria do padrão salarial, através de termo aditivo da convenção coletiva de trabalho assinada, neste ano, entre o Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó (SITICOM).
Esse acordo permitirá que o salário profissional do marceneiro (de R$ 1.115,20) tenha forte realinhamento a partir de agora: para os que permanecerem na mesma empresa, esse salário subirá para R$ 2.000,00 em 24 meses e, para R$ 2.500,00, em 36 meses.
“Queremos elevar o padrão de remuneração, fidelizar trabalhadores e empregadores e evitar a disputa por mão de obra entre os moveleiros”, expõe Beckert.
O aditivo à convenção foi firmado pelos presidentes do SIMOVALE (Osni Carlos Verona) e do SITICOM (Izelda Teresinha Oro) e seus efeitos atingem a base territorial que cobre uma área formada por mais de 80 municípios do oeste catarinense, envolvendo mais de 1.000 empresas e 10 mil trabalhadores.
O presidente do Sindicato e da Associação dos Moveleiros enfatiza o bom relacionamento entre empregadores e trabalhadores nas indústrias de móveis do oeste. Assinala que os avanços da convenção coletiva de trabalho refletem o amadurecimento do setor que, a cada ano, incorpora novas tecnologias de produção e novos conceitos de gestão humana e participativa.
O Núcleo reunirá as “marcenarias” da região – especialmente aquelas situadas em Chapecó, Seara, Coronel Freitas e Palmitos – para desenvolver um programa de atividades que inclui aquisição centralizada de insumos (central de compras), capacitação e treinamento de recursos humanos, medicina ocupacional e cumprimento da norma regulamentadora 12 (NR 12).
Vinte empresas participaram da constituição do Núcleo, mas o potencial é de mais de 450 na região Oeste de Santa Catarina, prevê o diretor executivo Leonel Felipe Beckert.
Uma das prioridades é ampliar o recrutamento e qualificar o pessoal empregado nas marcenarias. Uma ação importante, nessa direção, foi a melhoria do padrão salarial, através de termo aditivo da convenção coletiva de trabalho assinada, neste ano, entre o Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó (SITICOM).
Esse acordo permitirá que o salário profissional do marceneiro (de R$ 1.115,20) tenha forte realinhamento a partir de agora: para os que permanecerem na mesma empresa, esse salário subirá para R$ 2.000,00 em 24 meses e, para R$ 2.500,00, em 36 meses.
“Queremos elevar o padrão de remuneração, fidelizar trabalhadores e empregadores e evitar a disputa por mão de obra entre os moveleiros”, expõe Beckert.
O aditivo à convenção foi firmado pelos presidentes do SIMOVALE (Osni Carlos Verona) e do SITICOM (Izelda Teresinha Oro) e seus efeitos atingem a base territorial que cobre uma área formada por mais de 80 municípios do oeste catarinense, envolvendo mais de 1.000 empresas e 10 mil trabalhadores.
O presidente do Sindicato e da Associação dos Moveleiros enfatiza o bom relacionamento entre empregadores e trabalhadores nas indústrias de móveis do oeste. Assinala que os avanços da convenção coletiva de trabalho refletem o amadurecimento do setor que, a cada ano, incorpora novas tecnologias de produção e novos conceitos de gestão humana e participativa.
Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional
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