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Notícias
07
fev
2014
(GERAL)
Encontrar profissionais qualificados continua sendo um problema para companhias
Uma pesquisa realizada no ano passado pela fundação Dom Cabral mostrou que 91% das companhias têm dificuldades na contratação de profissionais qualificados. A maioria dos entrevistados reclamou da escassez de profissionais para funções específicas, falta de visão global dos candidatos e deficiência na formação básica. Essa informação não é diferente do setor de C&P.
“Não existe mais espaço para amadorismo em nenhum segmento profissional”, afirma Cássia Almeida, Superintendente Executiva da FACOP, Fundação paranaense sem fins lucrativos que capacita, gratuitamente, mais de cinco mil pessoas anualmente. Segundo ela, o mercado está cada vez mais exigente e competitivo e a necessidade de especialização e reciclagem é constante.
Recentemente a revista Agrodestaque fez uma entrevista com Rogério Lopes Banin, que é formado em engenharia agronômica e trabalhou como diretor técnico da Cocais Comércio de Produtos Florestais Ltda. Quando perguntado sobre o maior desafio dos setores que circulam a agronomia, ele respondeu: “Talvez o maior de todos os desafios seja a mão de obra especializada em regiões distantes de grandes centros, além das taxas atribuídas pelo governo ao setor”.
Quanto aos profissionais, ele continuou: “[O mercado espera] um profissional versátil, que tenha conhecimento em manejo de solos tropicais, forragens, zootecnia, máquinas e implementos. Também é importante envolver-se com o trabalho, tornando-o prazeroso para que o sucesso financeiro seja uma consequência de sua eficiência”.
Capacitação
Umas das alternativas para cobrir essa falta de mão de obra é o investimento na capacitação de profissionais. A Fibria, por exemplo, realizou mais de 68 mil horas de capacitações técnicas e comportamentais para cerca de seis mil profissionais nas suas unidades industrial e florestal em Três Lagoas (MS), em 2013. Segundo a empresa, “os treinamentos reforçam o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades onde atua, contribuindo com a formação de mão de obra especializada”.
No início deste ano, a Eldorado recebeu empresários do Programa de Qualificação de Fornecedores (PQF), programa que tem como objetivo o desenvolvimento regional. “Três Lagoas foi a primeira cidade do Mato Grosso do Sul a aderir ao PQF e quase cinco anos depois da primeira turma, ainda é a única do Estado que qualifica seus fornecedores. Isto demonstra claramente o compromisso das grandes industrias locais com o desenvolvimento regional, uma vez que este programa só é possível com a participação das mesmas”, afirmou Hugo Bittar. O PQF já certificou 68 empresas da região desde o início do programa, em 2008.
De acordo com a apresentação do programa, as empresas que conseguiram a certificação do PQF em Três Lagoas aumentaram suas produções consideravelmente.
“Não existe mais espaço para amadorismo em nenhum segmento profissional”, afirma Cássia Almeida, Superintendente Executiva da FACOP, Fundação paranaense sem fins lucrativos que capacita, gratuitamente, mais de cinco mil pessoas anualmente. Segundo ela, o mercado está cada vez mais exigente e competitivo e a necessidade de especialização e reciclagem é constante.
Recentemente a revista Agrodestaque fez uma entrevista com Rogério Lopes Banin, que é formado em engenharia agronômica e trabalhou como diretor técnico da Cocais Comércio de Produtos Florestais Ltda. Quando perguntado sobre o maior desafio dos setores que circulam a agronomia, ele respondeu: “Talvez o maior de todos os desafios seja a mão de obra especializada em regiões distantes de grandes centros, além das taxas atribuídas pelo governo ao setor”.
Quanto aos profissionais, ele continuou: “[O mercado espera] um profissional versátil, que tenha conhecimento em manejo de solos tropicais, forragens, zootecnia, máquinas e implementos. Também é importante envolver-se com o trabalho, tornando-o prazeroso para que o sucesso financeiro seja uma consequência de sua eficiência”.
Capacitação
Umas das alternativas para cobrir essa falta de mão de obra é o investimento na capacitação de profissionais. A Fibria, por exemplo, realizou mais de 68 mil horas de capacitações técnicas e comportamentais para cerca de seis mil profissionais nas suas unidades industrial e florestal em Três Lagoas (MS), em 2013. Segundo a empresa, “os treinamentos reforçam o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades onde atua, contribuindo com a formação de mão de obra especializada”.
No início deste ano, a Eldorado recebeu empresários do Programa de Qualificação de Fornecedores (PQF), programa que tem como objetivo o desenvolvimento regional. “Três Lagoas foi a primeira cidade do Mato Grosso do Sul a aderir ao PQF e quase cinco anos depois da primeira turma, ainda é a única do Estado que qualifica seus fornecedores. Isto demonstra claramente o compromisso das grandes industrias locais com o desenvolvimento regional, uma vez que este programa só é possível com a participação das mesmas”, afirmou Hugo Bittar. O PQF já certificou 68 empresas da região desde o início do programa, em 2008.
De acordo com a apresentação do programa, as empresas que conseguiram a certificação do PQF em Três Lagoas aumentaram suas produções consideravelmente.
Fonte: CeluloseOnline
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