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Notícias
04
fev
2014
(MATO GROSSO)
Pauta da madeira inviabiliza setor florestal em Mato Grosso
Empresários do setor de base florestal de Mato Grosso se reuniram na tarde desta sexta-feira (31.01), com a equipe técnica da Unidade de Pesquisas Econômicas Aplicadas (UPEA) da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), para discutirem os valores estabelecidos na pauta da madeira e do sistema de coleta de preços para definição da mesma.
“O setor de base florestal tem um grande potencial, o qual é utilizado apenas 30%, isso se dá pela falta de politicas de incentivo, principalmente tributária, onde todos perdem, o empresário, a população e o estado, respectivamente deixa de produzir e ter lucros, deixa de gerar empregos e perde arrecadação”, declarou o presidente do Cipem, Geraldo Bento.
O gestor também ressaltou que o setor não suporta mais a grande incidência de tributos. “Em cinco anos já se fecharam mais de mil indústrias. A exemplo, das indústrias de compensado, laminados e sarrafeado que há dez anos eram 393 no estado, hoje restaram apenas quatro, segundo levantamento da Unidade Estratégica de Desenvolvimento Associativo da FIEMT”, concluiu Bento.
O empresário José Eduardo Pinto também destacou as dificuldades do setor em continuar com a atividade. “Os empresários do setor florestal não estão abandonando a atividade somente por dificuldades ambientais, mas sim, por questões tributárias, porque não registem mais ao aumento da carga tributária, o que impossibilita de competirmos em igualdade com outros estados produtores de madeira”, afirmou Pinto.
Emanuel Dalbian, Coordenador substituto da UPEA da Sefaz, falou do sistema de coleta de preço da pauta. “Elaborasse o preço da pauta com base no referencial dos valores coletado da comercialização das indústrias, depois disso é levado para apreciação da entidade que representa o segmento, para que possa ser apresentada uma contraproposta, com isso chegar a um denominador comum para ser publicado.
O Coordenador também explicou que a pauta protege a indústria local, porque regula o setor comercial, evitando o subfaturamento de notas ficais e que serve de referencia no pagamento do ICMS.
Um próximo encontro entre Cipem e Sefaz, ficou agendado para o próximo dia 06 (quinta-feira), onde será apresentada uma proposta do setor florestal, com preços da pauta da madeira, para determinar um valor referencial há ser publicado.
“O setor de base florestal tem um grande potencial, o qual é utilizado apenas 30%, isso se dá pela falta de politicas de incentivo, principalmente tributária, onde todos perdem, o empresário, a população e o estado, respectivamente deixa de produzir e ter lucros, deixa de gerar empregos e perde arrecadação”, declarou o presidente do Cipem, Geraldo Bento.
O gestor também ressaltou que o setor não suporta mais a grande incidência de tributos. “Em cinco anos já se fecharam mais de mil indústrias. A exemplo, das indústrias de compensado, laminados e sarrafeado que há dez anos eram 393 no estado, hoje restaram apenas quatro, segundo levantamento da Unidade Estratégica de Desenvolvimento Associativo da FIEMT”, concluiu Bento.
O empresário José Eduardo Pinto também destacou as dificuldades do setor em continuar com a atividade. “Os empresários do setor florestal não estão abandonando a atividade somente por dificuldades ambientais, mas sim, por questões tributárias, porque não registem mais ao aumento da carga tributária, o que impossibilita de competirmos em igualdade com outros estados produtores de madeira”, afirmou Pinto.
Emanuel Dalbian, Coordenador substituto da UPEA da Sefaz, falou do sistema de coleta de preço da pauta. “Elaborasse o preço da pauta com base no referencial dos valores coletado da comercialização das indústrias, depois disso é levado para apreciação da entidade que representa o segmento, para que possa ser apresentada uma contraproposta, com isso chegar a um denominador comum para ser publicado.
O Coordenador também explicou que a pauta protege a indústria local, porque regula o setor comercial, evitando o subfaturamento de notas ficais e que serve de referencia no pagamento do ICMS.
Um próximo encontro entre Cipem e Sefaz, ficou agendado para o próximo dia 06 (quinta-feira), onde será apresentada uma proposta do setor florestal, com preços da pauta da madeira, para determinar um valor referencial há ser publicado.
Fonte: CIPEM
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