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Notícias
04
fev
2014
(CARBONO)
Indonésia lança padrão de créditos de carbono para florestas tropicais
O Consórcio de Padrões para Florestas da Indonésia apresentou na última semana uma certificação que seria inédita para a mensuração de carbono em florestas tropicais. A iniciativa, chamada de Rainforest Standard (RFS), visa ser o primeiro padrão de créditos de carbono do mundo a incluir as exigências e protocolos para a mensuração de carbono, de impactos socioculturais e socioeconômicos e de consequências à biodiversidade.
O mecanismo piloto de créditos de carbono sob o novo padrão será implantado primeiramente no Parque Nacional do Oeste de Bali, e deve ser responsável por aumentar a renda para a gestão de áreas protegidas através de auxílio do setor privado.
O RFS foi um esforço conjunto do Centro para o Meio Ambiente, Economia e Sociedade da Universidade de Colúmbia (Estados Unidos), do Fundo Ambiental da Fundação PUMA (Bolívia), do Fundo Brasileiro para Biodiversidade, do Fundo de Ação Ambiental (Colômbia), do Fundo Ambiental Nacional (Equador) e do Fundo Fiduciário para Parques Nacionais e Áreas Protegidas (Peru).
Jatna Supriatna, do Centro de Pesquisa para Mudanças Climáticas da Universidade da Indonésia, observou que o Rainforest Standard foi desenvolvido de forma a se adaptar aos ecossistemas e comunidades indonésios.
Agora, o Consórcio de Padrões para Florestas da Indonésia, formado pela Universidade de Colúmbia, pela Universidade da indonésia e pelo Grupo de Manejo Sustentável com apoio financeiro da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), está realizando pesquisas para desenvolver créditos de carbono para o programa de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Ambiental (REDD+) da ONU com o RFS.
“A Indonésia possui a terceira maior área de floresta tropical do mundo. As florestas do país são, portanto, importantes não apenas para a economia nacional e meios de subsistência locais, mas também para o meio ambiente global”, comentou Zulkifli Hasan, ministro das Florestas , no discurso de lançamento da iniciativa.
“As florestas tropicais indonésias também estão entre as mais ricas em termos de biodiversidade, e detêm uma proporção significativa da turfa do planeta. A fim de reduzir e mesmo parar a pressão sobre essas florestas valiosas, um mecanismo financeiro florestal inovador é urgentemente necessário para salvar as florestas da Indonésia”, acrescentou Hasan.
O mecanismo piloto de créditos de carbono sob o novo padrão será implantado primeiramente no Parque Nacional do Oeste de Bali, e deve ser responsável por aumentar a renda para a gestão de áreas protegidas através de auxílio do setor privado.
O RFS foi um esforço conjunto do Centro para o Meio Ambiente, Economia e Sociedade da Universidade de Colúmbia (Estados Unidos), do Fundo Ambiental da Fundação PUMA (Bolívia), do Fundo Brasileiro para Biodiversidade, do Fundo de Ação Ambiental (Colômbia), do Fundo Ambiental Nacional (Equador) e do Fundo Fiduciário para Parques Nacionais e Áreas Protegidas (Peru).
Jatna Supriatna, do Centro de Pesquisa para Mudanças Climáticas da Universidade da Indonésia, observou que o Rainforest Standard foi desenvolvido de forma a se adaptar aos ecossistemas e comunidades indonésios.
Agora, o Consórcio de Padrões para Florestas da Indonésia, formado pela Universidade de Colúmbia, pela Universidade da indonésia e pelo Grupo de Manejo Sustentável com apoio financeiro da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), está realizando pesquisas para desenvolver créditos de carbono para o programa de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Ambiental (REDD+) da ONU com o RFS.
“A Indonésia possui a terceira maior área de floresta tropical do mundo. As florestas do país são, portanto, importantes não apenas para a economia nacional e meios de subsistência locais, mas também para o meio ambiente global”, comentou Zulkifli Hasan, ministro das Florestas , no discurso de lançamento da iniciativa.
“As florestas tropicais indonésias também estão entre as mais ricas em termos de biodiversidade, e detêm uma proporção significativa da turfa do planeta. A fim de reduzir e mesmo parar a pressão sobre essas florestas valiosas, um mecanismo financeiro florestal inovador é urgentemente necessário para salvar as florestas da Indonésia”, acrescentou Hasan.
Fonte: Autor: Jéssica Lipinski - Fonte: Instituto CarbonoBrasil
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