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Notícias
31
jan
2014
(GERAL)
A rentabilidade do produtor de eucalipto caiu 40% nos últimos meses
A rentabilidade dos produtores de eucalipto vem caindo nos últimos anos. Desde 2008, a desvalorização já chegou a 40%. Para se manter no negócio, o jeito foi diversificar as culturas, caminho indicado por especialistas.
O corte já começou na produção do silvicultor Marcos Garcia, onde os funcionários devem terminar o serviço na área de 33 hectares até o fim de fevereiro. Apesar do ritmo acelerado na propriedade, que fica em Pilar do Sul, no interior de São Paulo, o produtor está preocupado. E o motivo é preço.
– Não acho cliente suficiente para vender, tem que otimizar bastante pra poder fazer uma rentabilidade no corte da madeira. O preço está péssimo – afirma Garcia.
Os problemas com preço não são exclusividade de Garcia, assim como ele, outros produtores reclamam do preço pago pelo eucalipto. A culpa, segundo eles, vem dos custos de produção, que são cada vez maiores.
Em 2008, Garcia contou que conseguia receber R$ 140 por metro cúbico de madeira. Hoje, ele consegue, no máximo, R$ 85. São R$ 55 a menos, em seis anos. O diesel, a mão de obra e os insumos estão mais caros. Para não perder ainda mais, o produtor de eucalipto resolveu diversificar a oferta, aumentando a rentabilidade.
– Hoje eu to fazendo vários subprodutos da madeira, eu tenho madeira pallet pra caldeira, que vai pra energia e madeira pra processo, que vai pra produção de chapa, ou até pra celulose, pra poder ter alguma rentabilidade – relata Garcia.
O diretor da Poyry Consultoria, Jefferson Mendes, afirma que os preços variam muito do Sul e Sudeste, para o restante do país. Para ele, viver apenas da venda da madeira não é um bom negócio.
– Qual a diferença, entre o produtor agrícola e o florestal? O florestal pode regular a sua produção, se ele for depender só da madeira para viver, aí ele vai ter dificuldade porque ele vai vender por preços altos ou baixos. Se ele tem uma diversificação de cultura de eucalipto, por exemplo, de sete anos, ele pode antecipar dois anos, ou postergar dois anos, ou ter ciclos maiores. No geral, o produtor tendo de duas a quatro culturas, ele vai ter uma rentabilidade adequada – explica Mendes.
O corte já começou na produção do silvicultor Marcos Garcia, onde os funcionários devem terminar o serviço na área de 33 hectares até o fim de fevereiro. Apesar do ritmo acelerado na propriedade, que fica em Pilar do Sul, no interior de São Paulo, o produtor está preocupado. E o motivo é preço.
– Não acho cliente suficiente para vender, tem que otimizar bastante pra poder fazer uma rentabilidade no corte da madeira. O preço está péssimo – afirma Garcia.
Os problemas com preço não são exclusividade de Garcia, assim como ele, outros produtores reclamam do preço pago pelo eucalipto. A culpa, segundo eles, vem dos custos de produção, que são cada vez maiores.
Em 2008, Garcia contou que conseguia receber R$ 140 por metro cúbico de madeira. Hoje, ele consegue, no máximo, R$ 85. São R$ 55 a menos, em seis anos. O diesel, a mão de obra e os insumos estão mais caros. Para não perder ainda mais, o produtor de eucalipto resolveu diversificar a oferta, aumentando a rentabilidade.
– Hoje eu to fazendo vários subprodutos da madeira, eu tenho madeira pallet pra caldeira, que vai pra energia e madeira pra processo, que vai pra produção de chapa, ou até pra celulose, pra poder ter alguma rentabilidade – relata Garcia.
O diretor da Poyry Consultoria, Jefferson Mendes, afirma que os preços variam muito do Sul e Sudeste, para o restante do país. Para ele, viver apenas da venda da madeira não é um bom negócio.
– Qual a diferença, entre o produtor agrícola e o florestal? O florestal pode regular a sua produção, se ele for depender só da madeira para viver, aí ele vai ter dificuldade porque ele vai vender por preços altos ou baixos. Se ele tem uma diversificação de cultura de eucalipto, por exemplo, de sete anos, ele pode antecipar dois anos, ou postergar dois anos, ou ter ciclos maiores. No geral, o produtor tendo de duas a quatro culturas, ele vai ter uma rentabilidade adequada – explica Mendes.
Fonte: Painel Florestal
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