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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Números demonstram a necessidade do imediato combate ao desmatamento na Amazônia
Os números do desmatamento no Amazônia mostram a necessidade de ações e intervenções imediatas na região. Segundo dados do INPE, órgão responsável pela medição do desmatamento, 16,3% do território nacional já foram destruídos.
O alerta foi feito pelo Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, durante o IV Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação.
Segundo Capobianco, o que mais assusta é o aumento crescente da situação. Em 1978, 150 mil Km2 haviam sido desmatados. Vinte e seis anos depois, o salto foi gigantesco e a área desmatada chega a 650 mil Km2. Isso equivale a uma área semelhante a três vezes o estado de São Paulo e duas vezes o estado do Paraná.
“As principais causas do desmatamento são o avanço da pecuária, a expansão da soja mecanizada, criação de assentamentos em áreas inadequadas, atuação ilegal de madeireiros e a construção de estradas sem autorização. Mais de 80% do desmatamento é ilegal, ou seja, passível de fiscalização e punição”, afirmou Capobianco.
Para tentar amenizar a situação na Amazônia, o Governo Federal está colocando em prática desde o ano passado uma série de ações com a finalidade de reverter a situação na região. Maior atenção e valorização da floresta, priorizar o melhor uso das áreas desmatadas, ordenamento fundiário e territorial, planejamento estratégico de infra-estrutura e monitoramento e controle ambiental são as principais medidas.
Outra atitude do Governo com a intenção reduzir o desmatamento na Amazônia foi união todas as forças em um só propósito. Agora, IBAMA, Exército, Polícia Federal, Polícia Federal Rodoviária e outras instituições trabalham juntas contra o desmatamento.
No ano decorrente, ações conjuntas resultaram em R$ 52 milhões em custos de infração, apreensão de 138 motoserras, 56 equipamentos pesados (tratores e caminhões), 42 mil m3 de madeira e 253 trabalhadores libertados do regime de semi-escravidão.
“O Governo não está poupando esforços no combate ao desmatamento na Amazônia. Durante o ano de 2004 foram investidos R$ 395 milhões através do sistema integrado “Alerta Desmatamento”. Além da investigação e punição dos responsáveis por crimes ambientais e mudança de política de reforma agrária”, disse Capobianco.
Fonte: Ambiente Brasil – 19/10/2004
O alerta foi feito pelo Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, durante o IV Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação.
Segundo Capobianco, o que mais assusta é o aumento crescente da situação. Em 1978, 150 mil Km2 haviam sido desmatados. Vinte e seis anos depois, o salto foi gigantesco e a área desmatada chega a 650 mil Km2. Isso equivale a uma área semelhante a três vezes o estado de São Paulo e duas vezes o estado do Paraná.
“As principais causas do desmatamento são o avanço da pecuária, a expansão da soja mecanizada, criação de assentamentos em áreas inadequadas, atuação ilegal de madeireiros e a construção de estradas sem autorização. Mais de 80% do desmatamento é ilegal, ou seja, passível de fiscalização e punição”, afirmou Capobianco.
Para tentar amenizar a situação na Amazônia, o Governo Federal está colocando em prática desde o ano passado uma série de ações com a finalidade de reverter a situação na região. Maior atenção e valorização da floresta, priorizar o melhor uso das áreas desmatadas, ordenamento fundiário e territorial, planejamento estratégico de infra-estrutura e monitoramento e controle ambiental são as principais medidas.
Outra atitude do Governo com a intenção reduzir o desmatamento na Amazônia foi união todas as forças em um só propósito. Agora, IBAMA, Exército, Polícia Federal, Polícia Federal Rodoviária e outras instituições trabalham juntas contra o desmatamento.
No ano decorrente, ações conjuntas resultaram em R$ 52 milhões em custos de infração, apreensão de 138 motoserras, 56 equipamentos pesados (tratores e caminhões), 42 mil m3 de madeira e 253 trabalhadores libertados do regime de semi-escravidão.
“O Governo não está poupando esforços no combate ao desmatamento na Amazônia. Durante o ano de 2004 foram investidos R$ 395 milhões através do sistema integrado “Alerta Desmatamento”. Além da investigação e punição dos responsáveis por crimes ambientais e mudança de política de reforma agrária”, disse Capobianco.
Fonte: Ambiente Brasil – 19/10/2004
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