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Notícias
13
jan
2014
(SILVICULTURA)
Cresce no Brasil o mercado de produção de mudas nativas
Produzir mudas de espécies nativas é um negócio que vem crescendo ano a ano no Brasil, impulsionado, principalmente, pelo rigor do Novo Código Florestal.
Ipê, paineira, araticum, jequitibá, o leque de opções em um viveiro de mudas, em Tangará da Serra, Mato Grosso, é extenso. São quase 200 espécies nativas dos biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado, os três que compõem a base florestal de Mato Grosso. No ano passado, o viveiro bateu recorde de vendas com quase 500 mil mudas comercializadas.
Agora, com o ano que mal começou, o viveiro já vendeu aproximadamente 70 mil mudas para serem entregues ainda no mês de janeiro.
O bom momento do viveiro está diretamente ligado ao Programa Mato-Grossense de Regularização Ambiental, o MT Legal. Criado em 2009, ele exige a recuperação de áreas de preservação permanente e a recomposição de reserva legal das propriedades rurais para a emissão do CAR, o Cadastro Ambiental Rural.
A realidade do setor em Mato Grosso é diferente da registrada em outras regiões do país. Em Penápolis, São Paulo, fica a ong Flora Tietê, que produz mudas de 140 espécies diferentes de árvores nativas da Floresta Atlântica e do Cerrado. O engenheiro florestal Antônio Buzatto conta que os negócios andam bem difíceis.
São Paulo não tem um programa estadual como Mato Grosso. O estado espera a regulamentação do CAR, que deve ser feita pelo Governo Federal conforme determinou o Novo Código Florestal, em vigor desde outubro de 2012. Com a indefinição, o mercado de mudas caiu muito.
A partir da regulamentação do CAR, os produtores terão o prazo de um ano para se regularizar, com possibilidade de prorrogação por mais um ano.
Em outro viveiro de nativas em Piracicaba, a situação é semelhante. A empresa é uma das maiores do país e para este ano, a produção deve cair pela metade.
Para não parar totalmente as atividades, o viveiro precisou fazer ajustes, um deles no quadro de funcionários. Das 45 pessoas que trabalhavam até o ano passado, 20 foram dispensadas.
A empresa também fechou a unidade do Rio de Janeiro e reduziu a produção na Bahia.
Em Brasília, o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, falou sobre a regulamentação do Cadastro Ambiental Rural.
Ipê, paineira, araticum, jequitibá, o leque de opções em um viveiro de mudas, em Tangará da Serra, Mato Grosso, é extenso. São quase 200 espécies nativas dos biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado, os três que compõem a base florestal de Mato Grosso. No ano passado, o viveiro bateu recorde de vendas com quase 500 mil mudas comercializadas.
Agora, com o ano que mal começou, o viveiro já vendeu aproximadamente 70 mil mudas para serem entregues ainda no mês de janeiro.
O bom momento do viveiro está diretamente ligado ao Programa Mato-Grossense de Regularização Ambiental, o MT Legal. Criado em 2009, ele exige a recuperação de áreas de preservação permanente e a recomposição de reserva legal das propriedades rurais para a emissão do CAR, o Cadastro Ambiental Rural.
A realidade do setor em Mato Grosso é diferente da registrada em outras regiões do país. Em Penápolis, São Paulo, fica a ong Flora Tietê, que produz mudas de 140 espécies diferentes de árvores nativas da Floresta Atlântica e do Cerrado. O engenheiro florestal Antônio Buzatto conta que os negócios andam bem difíceis.
São Paulo não tem um programa estadual como Mato Grosso. O estado espera a regulamentação do CAR, que deve ser feita pelo Governo Federal conforme determinou o Novo Código Florestal, em vigor desde outubro de 2012. Com a indefinição, o mercado de mudas caiu muito.
A partir da regulamentação do CAR, os produtores terão o prazo de um ano para se regularizar, com possibilidade de prorrogação por mais um ano.
Em outro viveiro de nativas em Piracicaba, a situação é semelhante. A empresa é uma das maiores do país e para este ano, a produção deve cair pela metade.
Para não parar totalmente as atividades, o viveiro precisou fazer ajustes, um deles no quadro de funcionários. Das 45 pessoas que trabalhavam até o ano passado, 20 foram dispensadas.
A empresa também fechou a unidade do Rio de Janeiro e reduziu a produção na Bahia.
Em Brasília, o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, falou sobre a regulamentação do Cadastro Ambiental Rural.
Fonte: G1
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