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Notícias
31
dez
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Fazenda de Itu investe em eucalipto
Uma fazenda que, no passado, já abrigou produção de café e criação de gado, na cidade de Itu, interior de São Paulo, agora é uma fábrica de fazer florestas. São 530 hectares de terras, de propriedade da empresa de refrigerantes e bebidas Brasil Kirin, que foram entregues em um contrato de concessão para a SOS Mata Atlântica por 20 anos. A ONG se comprometeu a restaurar a mata nativa e aproveita o espaço para a criação de mudas de árvores da Mata Atlântica, que serão usadas em projetos de restauração de florestas na região.
A fábrica começa com a seleção das sementes, adquiridas no mercado ou coletadas em florestas. O viveiro precisa ser diversificado. Para se recriar uma área florestal de Mata Atlântica, são necessárias entre 80 a 130 espécies de árvores. As espécies são selecionadas de acordo com a região onde ocorrerá o processo de restauração, mas também são consideradas outras características, como a capacidade de atrair fauna, de fazer sombra e dar abrigo aos animais.
A fazenda está aberta para a visitação, principalmente para escolas e crianças, em projetos de educação ambiental. Quando o prazo da concessão se encerrar, ela se tornará uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN), uma área de conservação privada e perpétua.
A fazenda produz em média 750 mil mudas por ano. "Funciona como se fosse uma linha de montagem", diz Rafael Bitante Fernandes, coordenador de restauração florestal da ONG. Essa linha de montagem já foi responsável pelo reflorestamento de mais de 700 hectares, em áreas públicas e privadas de São Paulo.
A fábrica começa com a seleção das sementes, adquiridas no mercado ou coletadas em florestas. O viveiro precisa ser diversificado. Para se recriar uma área florestal de Mata Atlântica, são necessárias entre 80 a 130 espécies de árvores. As espécies são selecionadas de acordo com a região onde ocorrerá o processo de restauração, mas também são consideradas outras características, como a capacidade de atrair fauna, de fazer sombra e dar abrigo aos animais.
A fazenda está aberta para a visitação, principalmente para escolas e crianças, em projetos de educação ambiental. Quando o prazo da concessão se encerrar, ela se tornará uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN), uma área de conservação privada e perpétua.
A fazenda produz em média 750 mil mudas por ano. "Funciona como se fosse uma linha de montagem", diz Rafael Bitante Fernandes, coordenador de restauração florestal da ONG. Essa linha de montagem já foi responsável pelo reflorestamento de mais de 700 hectares, em áreas públicas e privadas de São Paulo.
Fonte: MadeiraTotal / Adaptado por CeluloseOnline
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