Voltar
Notícias
30
dez
2013
(MÓVEIS)
Indústria moveleira exportará 15,3 milhões de produtos
Levantamento do instituto IEMI mostra que haverá queda de 15,4% neste ano sobre os embarques de móveis e colchões de 2012. Já as importações devem avançar 6,5% para 13,5 milhões de peças.
Uma pesquisa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) indica que a indústria moveleira do Brasil embarcará 15,3 milhões de móveis e colchões ao exterior até o final deste ano. Se o número se confirmar, haverá uma queda de 15,4% sobre as exportações de 2012, quando foram vendidas 18,1 milhões de unidades ao exterior. Os dados fazem parte do levantamento “Indicadores de Móveis e Colchões do Brasil” e mostram também que as exportações responderão por 3% da produção do segmento neste ano.
Por outro lado, a importação de móveis e colchões deve crescer em 2013 sobre o ano passado em 6,5%. O volume vindo do exterior deve chegar a 13,5 milhões de peças até o final do ano, contra 12,7 milhões importadas em 2012. No ano passado houve um crescimento semelhante nas compras de móveis do exterior, de 6,6%. O aumento das importações foi ainda maior em 2011, quando alcançou 35,2%, e em 2010, com 116,9% sobre o ano anterior.
De acordo com o IEMI, espera-se que no ano que vem a exportação de móveis de madeira ganhe um pouco mais de fôlego e ajude a fomentar a produção nacional. Em 2013, a indústria deve produzir 480,9 milhões de móveis e colchões, com crescimento de 4,4% sobre o ano anterior, quando a fabricação ficou em 460,5 milhões de peças. O valor da produção alcançará R$ 35,7 bilhões, segundo o instituto de pesquisa, com aumento de 10% na receita.
De acordo com o IEMI, a redução do IPI oferecida pelo governo brasileiro para compra de móveis e produtos da linha branca foi eficaz para favorecer compras de produtos de mobiliário, mas a retirada do incentivo e a elevação dos juros reduziram o potencial de crescimento do setor, disse o diretor do instituto, Marcelo Prado, em nota. Em dezembro, no entanto, as vendas domésticas devem ser 62% maiores que a media mensal do ano, o que ajudará o varejo a desovar os estoques e movimentar a produção no começo do ano que vem.
Uma pesquisa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) indica que a indústria moveleira do Brasil embarcará 15,3 milhões de móveis e colchões ao exterior até o final deste ano. Se o número se confirmar, haverá uma queda de 15,4% sobre as exportações de 2012, quando foram vendidas 18,1 milhões de unidades ao exterior. Os dados fazem parte do levantamento “Indicadores de Móveis e Colchões do Brasil” e mostram também que as exportações responderão por 3% da produção do segmento neste ano.
Por outro lado, a importação de móveis e colchões deve crescer em 2013 sobre o ano passado em 6,5%. O volume vindo do exterior deve chegar a 13,5 milhões de peças até o final do ano, contra 12,7 milhões importadas em 2012. No ano passado houve um crescimento semelhante nas compras de móveis do exterior, de 6,6%. O aumento das importações foi ainda maior em 2011, quando alcançou 35,2%, e em 2010, com 116,9% sobre o ano anterior.
De acordo com o IEMI, espera-se que no ano que vem a exportação de móveis de madeira ganhe um pouco mais de fôlego e ajude a fomentar a produção nacional. Em 2013, a indústria deve produzir 480,9 milhões de móveis e colchões, com crescimento de 4,4% sobre o ano anterior, quando a fabricação ficou em 460,5 milhões de peças. O valor da produção alcançará R$ 35,7 bilhões, segundo o instituto de pesquisa, com aumento de 10% na receita.
De acordo com o IEMI, a redução do IPI oferecida pelo governo brasileiro para compra de móveis e produtos da linha branca foi eficaz para favorecer compras de produtos de mobiliário, mas a retirada do incentivo e a elevação dos juros reduziram o potencial de crescimento do setor, disse o diretor do instituto, Marcelo Prado, em nota. Em dezembro, no entanto, as vendas domésticas devem ser 62% maiores que a media mensal do ano, o que ajudará o varejo a desovar os estoques e movimentar a produção no começo do ano que vem.
Fonte: Anba
Notícias em destaque
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)














