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Notícias
20
dez
2013
(GERAL)
Pós-graduação do setor florestal da UFV é considerada a melhor do Brasil
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante anunciou nesta semana que o curso de pós-graduação em Ciência Florestal, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, obteve nota seis – a máxima – da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
De acordo com o professor Sebastião Valverde, agora a UFV tem o único programa na área de Ciência Florestal do Brasil a conseguir a nota máxima. Valverde afirmou também que o mestrado profissionalizante em Tecnologia de Celulose e Papel também recebeu nota máxima, no caso, cinco, passando a ser considerado como o melhor das Ciências Agrárias do Brasil.
“O Departamento de Engenharia Florestal agradece a todos que contribuíram para esta conquista, com destaque para os professores e servidores aposentados, além dos engenheiros egressos, porque foram eles que iniciaram este trabalho”, disse Valverde, que é professor da UFV e diretor científico da Sociedade de Investigação Florestal (SIF). Para ele, o ano de 2013 finaliza-se condecorando os esforços dedicados por todos os colaboradores – sejam eles servidores, professores, graduandos e pós-graduandos.
Ao todo foram analisados 3.337 programas de pós-graduação em todo o País, que, juntos, compreendem 5.082 cursos, sendo 2.893 de mestrado, 1.792 de doutorado e 397 de mestrado profissional. Os programas avaliados receberam conceitos na seguinte escala: 1 e 2, que descredenciam o programa; 3 significa desempenho regular, atendendo ao padrão mínimo de qualidade; 4 é considerado um bom desempenho e 5 é a nota máxima para programas com apenas mestrado. Conceitos 6 e 7 indicam desempenho equivalente ao alto padrão internacional. A cada três anos, todos os cursos em funcionamento são reavaliados.
Entre os critérios da avaliação estão a infraestrutura, a proposta do programa, análise do corpo docente e discente e produção intelectual. Segundo o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, um ponto da avaliação é a inserção social do curso. "Analisamos, por exemplo, a integração do programa de pós-graduação com a educação básica e a formação de professores para esse segmento. Também incentivamos que cursos consolidados e mais bem avaliados auxiliem programas mais recentes", explica.
O desenvolvimento do sistema se deu em todas as regiões do Brasil. A região Norte teve 40% de crescimento, seguida pelo Centro-Oeste com 37% e Nordeste com 33%. Sul e Sudeste, regiões com maior número de programas de pós-graduação, tiveram crescimento de 25% e 14%, respectivamente. Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os resultados desta avaliação apontam para a evolução do sistema de pós-graduação em direção à qualidade.
De acordo com o professor Sebastião Valverde, agora a UFV tem o único programa na área de Ciência Florestal do Brasil a conseguir a nota máxima. Valverde afirmou também que o mestrado profissionalizante em Tecnologia de Celulose e Papel também recebeu nota máxima, no caso, cinco, passando a ser considerado como o melhor das Ciências Agrárias do Brasil.
“O Departamento de Engenharia Florestal agradece a todos que contribuíram para esta conquista, com destaque para os professores e servidores aposentados, além dos engenheiros egressos, porque foram eles que iniciaram este trabalho”, disse Valverde, que é professor da UFV e diretor científico da Sociedade de Investigação Florestal (SIF). Para ele, o ano de 2013 finaliza-se condecorando os esforços dedicados por todos os colaboradores – sejam eles servidores, professores, graduandos e pós-graduandos.
Ao todo foram analisados 3.337 programas de pós-graduação em todo o País, que, juntos, compreendem 5.082 cursos, sendo 2.893 de mestrado, 1.792 de doutorado e 397 de mestrado profissional. Os programas avaliados receberam conceitos na seguinte escala: 1 e 2, que descredenciam o programa; 3 significa desempenho regular, atendendo ao padrão mínimo de qualidade; 4 é considerado um bom desempenho e 5 é a nota máxima para programas com apenas mestrado. Conceitos 6 e 7 indicam desempenho equivalente ao alto padrão internacional. A cada três anos, todos os cursos em funcionamento são reavaliados.
Entre os critérios da avaliação estão a infraestrutura, a proposta do programa, análise do corpo docente e discente e produção intelectual. Segundo o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, um ponto da avaliação é a inserção social do curso. "Analisamos, por exemplo, a integração do programa de pós-graduação com a educação básica e a formação de professores para esse segmento. Também incentivamos que cursos consolidados e mais bem avaliados auxiliem programas mais recentes", explica.
O desenvolvimento do sistema se deu em todas as regiões do Brasil. A região Norte teve 40% de crescimento, seguida pelo Centro-Oeste com 37% e Nordeste com 33%. Sul e Sudeste, regiões com maior número de programas de pós-graduação, tiveram crescimento de 25% e 14%, respectivamente. Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os resultados desta avaliação apontam para a evolução do sistema de pós-graduação em direção à qualidade.
Fonte: Painel Florestal - SIF/Adaptado por CeluloseOnline
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