Voltar
Notícias
16
dez
2013
(MÓVEIS)
Das árvores do Buçaco danificadas pelo temporal vão nascer móveis de jardim
Linha de mobiliário urbano vai dar uma nova vida às árvores caídas e partidas pelo vento forte registado a 19 de Janeiro.
Os cedros, carvalhos, abetos, freixos e acácias da Mata Nacional do Buçaco, na Mealhada, que ficaram danificados de forma irreversível no temporal de 19 de Janeiro vão dar origem a uma linha de mobiliário urbano.
A linha "Buçaco" resulta de uma parceria entre a Fundação Mata do Buçaco (FMB), que gere a floresta, e uma empresa privada que comercializa equipamento urbano, a Larus. É uma edição limitada e condicionada à quantidade de madeira disponível, que inclui desde bancos de jardim a bebedouros públicos.
O temporal, que provocou estragos um pouco por todo o país, destruiu cerca de 2500 árvores na mata nacional, algumas centenárias, e provocou prejuízos de seis milhões de euros. A madeira está agora armazenada à espera de encomendas. Quando as houver, será vendida à Larus pelo preço de tabela da FMB. Segundo a fundação, “está a ser desenvolvido um protocolo com a Larus em que uma percentagem das vendas será revertida para a FMB”.
Em Março, o presidente da fundação admitiu que esta enfrentava sérias dificuldades, agravadas com a proibição de receber apoio de entidades públicas, nos termos do novo regime das fundações. A administração optou por estabelecer parcerias com entidades privadas – como a Portucel, que apoiou a reflorestação da mata após o temporal.
Com esta nova iniciativa, a FMB pretende, além de angariar receitas, “perpetuar a memória das árvores centenárias caídas, partidas e desenraizadas no temporal”. Os móveis terão “linhas simples, rústicas” e minimalistas, “assumindo a austeridade carmelita”, numa alusão à história da mata, doada em 1628 pelo então bispo de Coimbra, D. João Manuel, à Ordem dos Carmelitas Descalços.
Os cedros, carvalhos, abetos, freixos e acácias da Mata Nacional do Buçaco, na Mealhada, que ficaram danificados de forma irreversível no temporal de 19 de Janeiro vão dar origem a uma linha de mobiliário urbano.
A linha "Buçaco" resulta de uma parceria entre a Fundação Mata do Buçaco (FMB), que gere a floresta, e uma empresa privada que comercializa equipamento urbano, a Larus. É uma edição limitada e condicionada à quantidade de madeira disponível, que inclui desde bancos de jardim a bebedouros públicos.
O temporal, que provocou estragos um pouco por todo o país, destruiu cerca de 2500 árvores na mata nacional, algumas centenárias, e provocou prejuízos de seis milhões de euros. A madeira está agora armazenada à espera de encomendas. Quando as houver, será vendida à Larus pelo preço de tabela da FMB. Segundo a fundação, “está a ser desenvolvido um protocolo com a Larus em que uma percentagem das vendas será revertida para a FMB”.
Em Março, o presidente da fundação admitiu que esta enfrentava sérias dificuldades, agravadas com a proibição de receber apoio de entidades públicas, nos termos do novo regime das fundações. A administração optou por estabelecer parcerias com entidades privadas – como a Portucel, que apoiou a reflorestação da mata após o temporal.
Com esta nova iniciativa, a FMB pretende, além de angariar receitas, “perpetuar a memória das árvores centenárias caídas, partidas e desenraizadas no temporal”. Os móveis terão “linhas simples, rústicas” e minimalistas, “assumindo a austeridade carmelita”, numa alusão à história da mata, doada em 1628 pelo então bispo de Coimbra, D. João Manuel, à Ordem dos Carmelitas Descalços.
Fonte: Público
Notícias em destaque
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)














