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Notícias
05
dez
2013
(MÓVEIS)
Móveis gaúchos permanecem na liderança das exportações
Ranking dos estados brasileiros que mais exportam aponta o RS como principal polo fornecedor
O trabalho focado que vem sendo realizado pelos fabricantes de móveis gaúchos continua obtendo resultados positivos. O relatório das exportações brasileiras do setor mostra que o Rio Grande do Sul permanece na liderança dos estados que mais exportam, com US$ 171,5 milhões e participação de 29,2%, no período de janeiro a outubro deste ano – dados que representam um aumento de 2,1% em valores e 2,9% em participação, no comparativo com o ano anterior.
Reino Unido (US$ 24,8 milhões), Uruguai (US$ 21,7 milhões) e Peru (US$ 20 milhões) são os países que mais receberam o mobiliário do Rio Grande do Sul. No total geral das exportações de móveis brasileiras, que somaram no período US$ 588,3 milhões, a Argentina segue como principal destino, na frente de Estados Unidos e Reino Unido.
Incentivos são necessários
Apesar do bom momento das exportações gaúchas, o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, faz um alerta. “Exportar é um trabalho de longo prazo e que requer muita persistência. O RS tem conseguido manter sua posição de liderança no ranking em função dos diversos diferenciais que agrega aos seus móveis, para compensar a alta carga tributária que é embutida nos produtos, além dos incentivos governamentais. Esse panorama está ameaçado com o fim do Reintegra. Por isso, temos trabalhado pela manutenção do benefício, que devolve às empresas exportadoras 3% dos valores dos produtos, pois sabemos como é difícil conquistar e manter o mercado internacional”, explica.
Com o aumento das importações, Cansan reitera a necessidade da prorrogação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras. “Nossas indústrias correm o risco de perder, inclusive, o mercado interno, caso haja diminuição das exportações e um avanço maior das importações. O governo afirma que a economia está em recuperação, mas nós sabemos de todas as dificuldades de competição que existem no comércio externo. É preciso pensar na manutenção dos postos de trabalho, que também estão ameaçados”, avalia.
Outros dados
Santa Catarina e Paraná vêm logo após o RS no ranking com US$ 154,7 milhões e US$ 100,7 milhões exportados, respectivamente. No acumulado do ano até outubro, São Paulo, que está na quarta colocação, registrou queda de 13% nas exportações, em relação ao mesmo período de 2012. Já a Bahia foi o estado que contabilizou a maior diminuição: foram 92% a menos que no ano passado. Na contramão destes dados, Minas Gerais teve a maior alta, 4,8% e US$ 47,4 milhões em valores exportados.
O Relatório das Exportações é elaborado pela Movergs, em conjunto com o Centro Gestor de Inovação (CGI Moveleiro) com dados obtidos na e a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O trabalho focado que vem sendo realizado pelos fabricantes de móveis gaúchos continua obtendo resultados positivos. O relatório das exportações brasileiras do setor mostra que o Rio Grande do Sul permanece na liderança dos estados que mais exportam, com US$ 171,5 milhões e participação de 29,2%, no período de janeiro a outubro deste ano – dados que representam um aumento de 2,1% em valores e 2,9% em participação, no comparativo com o ano anterior.
Reino Unido (US$ 24,8 milhões), Uruguai (US$ 21,7 milhões) e Peru (US$ 20 milhões) são os países que mais receberam o mobiliário do Rio Grande do Sul. No total geral das exportações de móveis brasileiras, que somaram no período US$ 588,3 milhões, a Argentina segue como principal destino, na frente de Estados Unidos e Reino Unido.
Incentivos são necessários
Apesar do bom momento das exportações gaúchas, o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, faz um alerta. “Exportar é um trabalho de longo prazo e que requer muita persistência. O RS tem conseguido manter sua posição de liderança no ranking em função dos diversos diferenciais que agrega aos seus móveis, para compensar a alta carga tributária que é embutida nos produtos, além dos incentivos governamentais. Esse panorama está ameaçado com o fim do Reintegra. Por isso, temos trabalhado pela manutenção do benefício, que devolve às empresas exportadoras 3% dos valores dos produtos, pois sabemos como é difícil conquistar e manter o mercado internacional”, explica.
Com o aumento das importações, Cansan reitera a necessidade da prorrogação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras. “Nossas indústrias correm o risco de perder, inclusive, o mercado interno, caso haja diminuição das exportações e um avanço maior das importações. O governo afirma que a economia está em recuperação, mas nós sabemos de todas as dificuldades de competição que existem no comércio externo. É preciso pensar na manutenção dos postos de trabalho, que também estão ameaçados”, avalia.
Outros dados
Santa Catarina e Paraná vêm logo após o RS no ranking com US$ 154,7 milhões e US$ 100,7 milhões exportados, respectivamente. No acumulado do ano até outubro, São Paulo, que está na quarta colocação, registrou queda de 13% nas exportações, em relação ao mesmo período de 2012. Já a Bahia foi o estado que contabilizou a maior diminuição: foram 92% a menos que no ano passado. Na contramão destes dados, Minas Gerais teve a maior alta, 4,8% e US$ 47,4 milhões em valores exportados.
O Relatório das Exportações é elaborado pela Movergs, em conjunto com o Centro Gestor de Inovação (CGI Moveleiro) com dados obtidos na e a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Fonte: Movergs
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