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Notícias
03
dez
2013
(MÓVEIS)
Móveis ecológicos dão vida nova a madeira velha
O artista usou madeira descartada para criar peças para apoiar a prancha de surf...
“É doloroso acreditar que a vida da madeira acabou ali no lixo, por isso, eu a prolongo.” A frase resume bem uma parte do trabalho que o artista plástico Rodrigo Machado, de São Paulo, tem desenvolvido há alguns anos. Ele usa tábuas rachadas, refugo de fábricas de ofurô, restos de caixas e de pallets para criar peças exclusivas de mobiliário.
Machado começou a prestar atenção nos resíduos quando lidava com cenografia. “Você produz o evento e, quando acaba, desmonta a estrutura. É difícil reaproveitar, mas eu comecei a pensar em como usar aquilo.”. Formado em artes plásticas, o caminho lógico foi começar a produzir peças decorativas com os detritos. Em pouco tempo diversificou a produção: o que seria jogado fora foi virando móveis, como bancos, mesas, prateleiras e estantes.
As fontes de matéria-prima são bem diversas. A indústria de moveis, por vezes, recebe tábuas rachadas – que descarta, mas Machado pega. As motos novas chegam às concessionárias dentro de caixas – que o artista aproveita. Fábricas de ofurô geram muitos pequenos pedaços de madeira – que ele recolhe. “Depois de um tempo, a gente já sabe filtrar bem o que vai usar”, comenta.
A madeira é mesmo seu elemento preferido, mas Machado já trabalhou com outros objetos inusitados, como botas, pneus, guarda-chuvas e até uma privada. “A gente acaba encontrando coisas diferentes, em bom estado, e cuja vida a gente prolonga.”
Não é porque vêm do lixo, no entanto, que as peças são mais baratas. Os preços de suas criações, admite, não é “doce”. “Eu pego o material, preparo, tiro o prego”, conta o artista. Porém, seus clientes – ele trabalha basicamente sob encomenda – não se definem por uma condição financeira, mas por uma mentalidade. “São, basicamente, pessoas que aceitam esse tipo de material em casa, que querem investir na minha proposta e que buscam sustentabilidade”, finaliza Machado.
“É doloroso acreditar que a vida da madeira acabou ali no lixo, por isso, eu a prolongo.” A frase resume bem uma parte do trabalho que o artista plástico Rodrigo Machado, de São Paulo, tem desenvolvido há alguns anos. Ele usa tábuas rachadas, refugo de fábricas de ofurô, restos de caixas e de pallets para criar peças exclusivas de mobiliário.
Machado começou a prestar atenção nos resíduos quando lidava com cenografia. “Você produz o evento e, quando acaba, desmonta a estrutura. É difícil reaproveitar, mas eu comecei a pensar em como usar aquilo.”. Formado em artes plásticas, o caminho lógico foi começar a produzir peças decorativas com os detritos. Em pouco tempo diversificou a produção: o que seria jogado fora foi virando móveis, como bancos, mesas, prateleiras e estantes.
As fontes de matéria-prima são bem diversas. A indústria de moveis, por vezes, recebe tábuas rachadas – que descarta, mas Machado pega. As motos novas chegam às concessionárias dentro de caixas – que o artista aproveita. Fábricas de ofurô geram muitos pequenos pedaços de madeira – que ele recolhe. “Depois de um tempo, a gente já sabe filtrar bem o que vai usar”, comenta.
A madeira é mesmo seu elemento preferido, mas Machado já trabalhou com outros objetos inusitados, como botas, pneus, guarda-chuvas e até uma privada. “A gente acaba encontrando coisas diferentes, em bom estado, e cuja vida a gente prolonga.”
Não é porque vêm do lixo, no entanto, que as peças são mais baratas. Os preços de suas criações, admite, não é “doce”. “Eu pego o material, preparo, tiro o prego”, conta o artista. Porém, seus clientes – ele trabalha basicamente sob encomenda – não se definem por uma condição financeira, mas por uma mentalidade. “São, basicamente, pessoas que aceitam esse tipo de material em casa, que querem investir na minha proposta e que buscam sustentabilidade”, finaliza Machado.
Fonte: Terra
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