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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Congresso Internacional discute futuro da Bioenergia
Além da biomassa ou bioenergia propriamente dita, a produção de carvão vegetal, insumo extremamente importante para a siderurgia brasileira e o mais novo programa do governo, ou seja, o Programa Nacional de Biodiesel serão abordados no Congresso Internacional de Bioenergia. Também serão tratados assuntos relativos a produção de biomassa florestal e agrícola como a cana-de-açúcar e outras culturas. O evento acontece de 18 a 21 de outubro, no Centro de Convenções Parque dos Poderes, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
O biodiesel pode ser produzido com o uso de vegetais como a mamona, dendê, babaçu e girassol, é uma das apostas do governo como nova fonte de energia no País. A idéia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é garantir que, até novembro, o governo federal autorize a comercialização do biodiesel nos postos de combustíveis como forma, também, de gerar empregos - uma vez que ele é produzido com base na plantação e colheita de vegetais.
O engenheiro eletricista e mestrando em Energia e Meio Ambiente, Bruno Mangiapelo, será um dos participantes do Congresso Internacional de Bioenergia. Ele lembra que o projeto do biodiesel poderia ser considerado um irmão para o Pró-Alcool. "O Pró-Alcool foi o maior programa de biomassa implantado no mundo, mas depois não teve outros projetos semelhantes no Brasil", argumenta Mangiapelo.
Mangiapelo destaca que seriam necessárias poucas adaptações para que os motores movidos a óleo diesel derivado do petróleo pudessem aproveitar o biodiesel. Pesquisas realizadas com motores de ciclo diesel demonstraram que misturas com até 5% de biodiesel funcionam praticamente como um aditivo ao combustível mineral e não comprometem a eficiência e a durabilidade do motor.
Obtido de óleos vegetais ou gordura animal, o biodiesel pode ser usado puro ou misturado ao diesel, sem necessidade de adaptação do motor. Além de reduzir a emissão do dióxido de carbono (CO²), responsável pelo aumento do efeito estufa (aquecimento do globo terrestre), é biodegradável, não contém enxofre e melhora a lubricidade do motor.
A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reconheceu o resultado das pesquisas e informou que manterá a garantia para os motores abastecidos com a mistura, que começaria em 2%, com a perspectiva de chegar a 5% em 2010. José Nilton de Souza Vieira, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, será um dos palestrantes que falarão sobre o assunto durante o evento, em Campo Grande.
Fonte: Andréa Pereira – APZ Assessora de Imprensa – 14/10/2004
O biodiesel pode ser produzido com o uso de vegetais como a mamona, dendê, babaçu e girassol, é uma das apostas do governo como nova fonte de energia no País. A idéia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é garantir que, até novembro, o governo federal autorize a comercialização do biodiesel nos postos de combustíveis como forma, também, de gerar empregos - uma vez que ele é produzido com base na plantação e colheita de vegetais.
O engenheiro eletricista e mestrando em Energia e Meio Ambiente, Bruno Mangiapelo, será um dos participantes do Congresso Internacional de Bioenergia. Ele lembra que o projeto do biodiesel poderia ser considerado um irmão para o Pró-Alcool. "O Pró-Alcool foi o maior programa de biomassa implantado no mundo, mas depois não teve outros projetos semelhantes no Brasil", argumenta Mangiapelo.
Mangiapelo destaca que seriam necessárias poucas adaptações para que os motores movidos a óleo diesel derivado do petróleo pudessem aproveitar o biodiesel. Pesquisas realizadas com motores de ciclo diesel demonstraram que misturas com até 5% de biodiesel funcionam praticamente como um aditivo ao combustível mineral e não comprometem a eficiência e a durabilidade do motor.
Obtido de óleos vegetais ou gordura animal, o biodiesel pode ser usado puro ou misturado ao diesel, sem necessidade de adaptação do motor. Além de reduzir a emissão do dióxido de carbono (CO²), responsável pelo aumento do efeito estufa (aquecimento do globo terrestre), é biodegradável, não contém enxofre e melhora a lubricidade do motor.
A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reconheceu o resultado das pesquisas e informou que manterá a garantia para os motores abastecidos com a mistura, que começaria em 2%, com a perspectiva de chegar a 5% em 2010. José Nilton de Souza Vieira, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, será um dos palestrantes que falarão sobre o assunto durante o evento, em Campo Grande.
Fonte: Andréa Pereira – APZ Assessora de Imprensa – 14/10/2004
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