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Notícias
19
nov
2013
(REFLORESTAMENTO)
Irajá Abreu projeta área plantada com florestas de 300 mil hectares no Tocantins
O Estado do Tocantins tem registrado um crescimento anual na área plantada com florestas de 40%. Baseando-se neste índice, o deputado federal Irajá Abreu, que é presidente da Associação dos Reflorestadores do Tocantins (Aretins), acredita que o Estado deve sair do patamar dos 147 mil hectares de área plantada hoje, atingindo 300 mil hectares até o final de 2015.
Para Irajá Abreu, o setor florestal do Tocantins vem recebendo estímulos e ações cujas consequências geram crescimento. “Temos uma legislação simplificada que dispensa o licenciamento ambiental, juntamente com a presença de empresas tradicionais, como a Eco Brasil, Valor Florestal, Suzano, International Paper e o número de produtores rurais independentes, que estão se voltando para o setor florestal, vem aumentando”, detalhou o deputado.
No âmbito federal, o Programa ABC para a área de florestas teve a cifra para financiamento revista, saltando de R$ 1 milhão para R$ 3 milhões. Neste quesito, Irajá Abreu ressaltou que este pedido foi feito pela senadora Katia Abreu – presidente da Confederação Nacional de Agricultura (CNA) – à presidente Dilma Rousseff, que aprovou a medida e acabou beneficiando pequenos, médios e grandes produtores florestais em todo o País.
Como o Brasil tem grande potencialidade para a exportação de celulose, o Tocantins - na avaliação de Irajá Abreu – é um dos Estados produtores cujos números só deverão aumentar nos próximos anos. “O eucalipto é o carro-chefe do setor florestal no Tocantins, mas já estamos iniciando um processo de diversificação da produção e, junto com o governo do Estado, o estímulo para os pequenos produtores é o plantio da seringueira”, frisou Abreu.
O deputado federal disse ainda que a implementação do Plano Florestal no Estado é imprescindível porque engloba a política de incentivos fiscais para a indústria, promove a qualificação da mão de obra, o Zoneamento Econômico e Ecológico (ZEE) e a regularização fundiária. “Estamos trabalhando para que mais indústrias se instalem no Estado porque queremos beneficiar a madeira, agregando mais valor ao produto”, complementou Abreu.
De acordo com o deputado, a realização do Tocantins Florestal, que contempla o 2º Congresso Florestal e a 1ª Mostra de Produtos, Máquinas e Serviços Florestais do chamado Matopiba – sigla do corredor econômico e verde que envolve os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – prova que o Estado está no rumo certo. “A parceria com o Painel Florestal, que resultou numa vasta programação de qualidade e focada no mercado, fez com que grandes empresas participassem do evento voltado para produtores de florestas plantadas. Depois do Tocantins Florestal, mais produtores rurais vão investir no setor”, acrescentou Irajá Abreu.
Para Irajá Abreu, o setor florestal do Tocantins vem recebendo estímulos e ações cujas consequências geram crescimento. “Temos uma legislação simplificada que dispensa o licenciamento ambiental, juntamente com a presença de empresas tradicionais, como a Eco Brasil, Valor Florestal, Suzano, International Paper e o número de produtores rurais independentes, que estão se voltando para o setor florestal, vem aumentando”, detalhou o deputado.
No âmbito federal, o Programa ABC para a área de florestas teve a cifra para financiamento revista, saltando de R$ 1 milhão para R$ 3 milhões. Neste quesito, Irajá Abreu ressaltou que este pedido foi feito pela senadora Katia Abreu – presidente da Confederação Nacional de Agricultura (CNA) – à presidente Dilma Rousseff, que aprovou a medida e acabou beneficiando pequenos, médios e grandes produtores florestais em todo o País.
Como o Brasil tem grande potencialidade para a exportação de celulose, o Tocantins - na avaliação de Irajá Abreu – é um dos Estados produtores cujos números só deverão aumentar nos próximos anos. “O eucalipto é o carro-chefe do setor florestal no Tocantins, mas já estamos iniciando um processo de diversificação da produção e, junto com o governo do Estado, o estímulo para os pequenos produtores é o plantio da seringueira”, frisou Abreu.
O deputado federal disse ainda que a implementação do Plano Florestal no Estado é imprescindível porque engloba a política de incentivos fiscais para a indústria, promove a qualificação da mão de obra, o Zoneamento Econômico e Ecológico (ZEE) e a regularização fundiária. “Estamos trabalhando para que mais indústrias se instalem no Estado porque queremos beneficiar a madeira, agregando mais valor ao produto”, complementou Abreu.
De acordo com o deputado, a realização do Tocantins Florestal, que contempla o 2º Congresso Florestal e a 1ª Mostra de Produtos, Máquinas e Serviços Florestais do chamado Matopiba – sigla do corredor econômico e verde que envolve os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – prova que o Estado está no rumo certo. “A parceria com o Painel Florestal, que resultou numa vasta programação de qualidade e focada no mercado, fez com que grandes empresas participassem do evento voltado para produtores de florestas plantadas. Depois do Tocantins Florestal, mais produtores rurais vão investir no setor”, acrescentou Irajá Abreu.
Fonte: Painel Florestal - Elias Luz
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