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Notícias
11
nov
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Produção florestal de madeira sustentável aumenta 57,09%
A produção de madeira proveniente de projetos de manejo florestal em Mato Grosso cresceu nos últimos três anos, enquanto as autorizações de desmate retraíram no mesmo período. O cenário é evidenciado pelos dados do sistema Sisflora da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
No intervalo compreendido entre 2010 a 2012, a quantidade de madeira originária dos Projetos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) aumentou 57,09% e o número de autorizações emitidas pela Sema para exploração nessas áreas evoluiu 17,12%.
No ano passado, foram emitidas 212 autorizações sem reposição, ou seja, de PMFS, o que corresponde a 4.375 mil metros cúbicos ou 85,02% do total autorizado. Em 2010, o volume se limitou a 2.785 mil (68,13%) metros cúbicos referentes a 181 autorizações, conforme apurado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), com base nos dados do sistema Sisflora/Sema.
Comparando ainda os números de 2012 com 2010, notou-se que as autorizações de desmate – chamada corte raso e que permite o uso da madeira visando à conversão da floresta para uso alternativo do solo – retraíram 50%. Em 2012 foram emitidas 35 autorizações de Plano de Exploração Florestal (PEF) corte raso, 50% abaixo do total aprovado em 2010. Dessas áreas foram obtidos 708 metros cúbicos de madeira ou 13,77% do total autorizado em 2012, sendo 35,10% a menos que em 2010, quando chegou a 1.091 mil metros cúbicos (26,69%) no Estado.
Parcial
Dados disponibilizados pelo órgão ambiental do Estado mostram ainda que no fechamento de outubro foi aprovada a exploração de 4.387 mil metros cúbicos de madeira por meio de 209 autorizações. Deste total, 77,99% ou 3.421 mil metros cúbicos são originários de Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS). Quase todo o restante – 14,83% ou 650 metros cúbicos – envolvem autorizações em Planos de Exploração Florestal (PEF) corte raso.
Para a superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Cipem, Sílvia Fernandes, a redução nas autorizações de corte raso poderia ser maior se o órgão ambiental operasse com mais agilidade. “Fazendo o comparativo, percebemos que o manejo florestal sustentável se fortaleceu no Estado e mais áreas de floresta nativa foram protegidas do corte raso”.
No intervalo compreendido entre 2010 a 2012, a quantidade de madeira originária dos Projetos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) aumentou 57,09% e o número de autorizações emitidas pela Sema para exploração nessas áreas evoluiu 17,12%.
No ano passado, foram emitidas 212 autorizações sem reposição, ou seja, de PMFS, o que corresponde a 4.375 mil metros cúbicos ou 85,02% do total autorizado. Em 2010, o volume se limitou a 2.785 mil (68,13%) metros cúbicos referentes a 181 autorizações, conforme apurado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), com base nos dados do sistema Sisflora/Sema.
Comparando ainda os números de 2012 com 2010, notou-se que as autorizações de desmate – chamada corte raso e que permite o uso da madeira visando à conversão da floresta para uso alternativo do solo – retraíram 50%. Em 2012 foram emitidas 35 autorizações de Plano de Exploração Florestal (PEF) corte raso, 50% abaixo do total aprovado em 2010. Dessas áreas foram obtidos 708 metros cúbicos de madeira ou 13,77% do total autorizado em 2012, sendo 35,10% a menos que em 2010, quando chegou a 1.091 mil metros cúbicos (26,69%) no Estado.
Parcial
Dados disponibilizados pelo órgão ambiental do Estado mostram ainda que no fechamento de outubro foi aprovada a exploração de 4.387 mil metros cúbicos de madeira por meio de 209 autorizações. Deste total, 77,99% ou 3.421 mil metros cúbicos são originários de Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS). Quase todo o restante – 14,83% ou 650 metros cúbicos – envolvem autorizações em Planos de Exploração Florestal (PEF) corte raso.
Para a superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Cipem, Sílvia Fernandes, a redução nas autorizações de corte raso poderia ser maior se o órgão ambiental operasse com mais agilidade. “Fazendo o comparativo, percebemos que o manejo florestal sustentável se fortaleceu no Estado e mais áreas de floresta nativa foram protegidas do corte raso”.
Fonte: Assessoria
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