Voltar
Notícias
06
nov
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Publicação quer nortear financiamentos públicos para mogno africano
O Workshop “Potencial Produtivo das Florestas Naturais da Região de Sinop: Como Manejar”,realizado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), em parceria com Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (Amef) e Embrapa, reuniu em Cuiabá engenheiros florestais e técnicos que atuam na área para discutirem as estruturas das florestas naturais e seu manejo.Na oportunidade, também foi lançada a publicação ‘Diretrizes Técnicas para Cultivo do Mogno Africano’.
O diretor executivo do Cipem, Álvaro Leite, que realizou a abertura do evento, destacou a importância do trabalho do profissional engenheiro florestal para a economia do estado. “Explorar a floresta é necessário, porém, somente com respeito e responsabilidade é que o engenheiro florestal desenvolve seu trabalho, e por isso precisamos ser respeitados e ter nossos projetos tratados com seriedade pelos órgãos públicos”, afirmou.
O presidente da Amef, Joaquim Paiva de Paula, instituição responsável pela mobilização dos profissionais na participação do evento, relatou a importância do workshop. “Precisamos sempre buscar informações para nos apoiar em novos conhecimentos e, assim, fortalecer nossa classe”.
Outro antigo anseio do setor, linhas de financiamentos, também foi tema abordado durante o evento com destaque para o lançamento da publicação ‘Diretrizes Técnicas para Cultivo do Mogno Africano’. O trabalho foi realizado pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) em parceria com Cipem, Instituto Ação Verde e Sedraf, a qual, demostra uma nova opção de cultura de reflorestamento que se instaura no Estado como fonte de investimento para o futuro. O diretor de Assistência Técnica de Extensão Rural, Almir Ferro, explicou que a obra lançada apresenta diretrizes técnicas com base em pesquisas, possibilitando financiamento pelo Banco do Brasil.
Leite declarou que o reflorestamento é importante para continuidade dos trabalhos industriais, mas que é necessário se atentar à comercialização dessa produção –mogno africano – para não experimentarmos prejuízos como em experiências anteriores.
O diretor ainda reforçou que o setor de base florestal está definindo parâmetros com os custos do manejo para apresentar aos agentes financeiros visando, dessa forma, o aporte de recursos para o Plano de Manejo Florestal Sustentável de Mato Grosso.
O diretor executivo do Cipem, Álvaro Leite, que realizou a abertura do evento, destacou a importância do trabalho do profissional engenheiro florestal para a economia do estado. “Explorar a floresta é necessário, porém, somente com respeito e responsabilidade é que o engenheiro florestal desenvolve seu trabalho, e por isso precisamos ser respeitados e ter nossos projetos tratados com seriedade pelos órgãos públicos”, afirmou.
O presidente da Amef, Joaquim Paiva de Paula, instituição responsável pela mobilização dos profissionais na participação do evento, relatou a importância do workshop. “Precisamos sempre buscar informações para nos apoiar em novos conhecimentos e, assim, fortalecer nossa classe”.
Outro antigo anseio do setor, linhas de financiamentos, também foi tema abordado durante o evento com destaque para o lançamento da publicação ‘Diretrizes Técnicas para Cultivo do Mogno Africano’. O trabalho foi realizado pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) em parceria com Cipem, Instituto Ação Verde e Sedraf, a qual, demostra uma nova opção de cultura de reflorestamento que se instaura no Estado como fonte de investimento para o futuro. O diretor de Assistência Técnica de Extensão Rural, Almir Ferro, explicou que a obra lançada apresenta diretrizes técnicas com base em pesquisas, possibilitando financiamento pelo Banco do Brasil.
Leite declarou que o reflorestamento é importante para continuidade dos trabalhos industriais, mas que é necessário se atentar à comercialização dessa produção –mogno africano – para não experimentarmos prejuízos como em experiências anteriores.
O diretor ainda reforçou que o setor de base florestal está definindo parâmetros com os custos do manejo para apresentar aos agentes financeiros visando, dessa forma, o aporte de recursos para o Plano de Manejo Florestal Sustentável de Mato Grosso.
Fonte: Assessoria Cipem
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















