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Notícias
05
nov
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Eldorado já é autossuficiente em energia verde a base de celulose
A Eldorado Brasil maior e mais moderna indústria de celulose do mundo, recebeu licença da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para operar o seu segundo turbo gerador de biomassa instalado na planta, em Três Lagoas (MS).
Esta autorização permite que a Empresa trabalhe de forma 100% autossuficiente, ou seja, produza toda energia que precisa para suas operações de maneira renovável a partir de biomassa de celulose. “A Eldorado Brasil foi pensada para ser sustentável e eficiente. Isso inclui aproveitar tudo que pudermos em todos os processos, então, o que não é utilizado para a produção de celulose, usamos para produzir energia”, explica o diretor Técnico Industrial, Carlos Monteiro.
Além de suficiente para atender toda a demanda da fábrica, a quantidade de energia gerada ainda mantém as empresas instaladas no polo químico industrial da Eldorado e o valor excedente já está apto para exportação. “Com os dois turbos geradores, produzimos praticamente o dobro de energia que a produção da Eldorado precisa”, completa.
Por dentro da energia
A Eldorado Brasil possui dois turbos geradores, cada um com capacidade instalada de 110 megawatts, ou seja, com biomassa de celulose, a Empresa consegue produzir até 220 megawatts por hora, energia suficiente para abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes.
Este montante é suficiente para abastecer toda a fábrica da Eldorado, que utiliza cerca de 110 MW, praticamente metade do total de energia produzido. O restante é distribuído entre as empresas Akzo Nobel e White Martins - que estão dentro de seu polo químico industrial. Juntas, as duas usam em média de 50MW a 60MW. A licença da Aneel permite que a partir deste mês a Eldorado ainda possa comercializar na rede até 30MW de energia verde.
“A energia oscila de acordo com o processo de produção da celulose. Por este motivo, preferimos comprometer apenas 90% da produção e garantido a entrega e a eficiência do processo”, afirma Monteiro.
Energia renovável
Para obter a celulose, após plantar, cultivar e colher o eucalipto, a Eldorado Brasil utiliza um tecnológico processo de separação dos compostos presentes na madeira por meio de vapor e produtos químicos. Esta combinação separa celulose, que para ter o aspecto que conhecemos é submetida a um branqueamento, responsável por retirar traços de impurezas e dar a coloração branca ao produto final.
Este processo gera um subproduto: o licor negro. Ele é composto basicamente por lignina e substâncias químicas e é utilizado como combustível, gerando vapor e energia elétrica que excede a necessidade do processo.
Ainda dentro desta cadeia que envolve tecnologia de ponta e eficiência de produção, os químicos utilizados no processo também são recuperados em um grande filtro chamado Caldeira de Recuperação, fechando o ciclo de obtenção de celulose, produção de energia e recuperação de químicos, garantindo o alto padrão da celulose da Eldorado dentro dos mais modernos critérios ambientais de geração de energia limpa e renovável.
Esta autorização permite que a Empresa trabalhe de forma 100% autossuficiente, ou seja, produza toda energia que precisa para suas operações de maneira renovável a partir de biomassa de celulose. “A Eldorado Brasil foi pensada para ser sustentável e eficiente. Isso inclui aproveitar tudo que pudermos em todos os processos, então, o que não é utilizado para a produção de celulose, usamos para produzir energia”, explica o diretor Técnico Industrial, Carlos Monteiro.
Além de suficiente para atender toda a demanda da fábrica, a quantidade de energia gerada ainda mantém as empresas instaladas no polo químico industrial da Eldorado e o valor excedente já está apto para exportação. “Com os dois turbos geradores, produzimos praticamente o dobro de energia que a produção da Eldorado precisa”, completa.
Por dentro da energia
A Eldorado Brasil possui dois turbos geradores, cada um com capacidade instalada de 110 megawatts, ou seja, com biomassa de celulose, a Empresa consegue produzir até 220 megawatts por hora, energia suficiente para abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes.
Este montante é suficiente para abastecer toda a fábrica da Eldorado, que utiliza cerca de 110 MW, praticamente metade do total de energia produzido. O restante é distribuído entre as empresas Akzo Nobel e White Martins - que estão dentro de seu polo químico industrial. Juntas, as duas usam em média de 50MW a 60MW. A licença da Aneel permite que a partir deste mês a Eldorado ainda possa comercializar na rede até 30MW de energia verde.
“A energia oscila de acordo com o processo de produção da celulose. Por este motivo, preferimos comprometer apenas 90% da produção e garantido a entrega e a eficiência do processo”, afirma Monteiro.
Energia renovável
Para obter a celulose, após plantar, cultivar e colher o eucalipto, a Eldorado Brasil utiliza um tecnológico processo de separação dos compostos presentes na madeira por meio de vapor e produtos químicos. Esta combinação separa celulose, que para ter o aspecto que conhecemos é submetida a um branqueamento, responsável por retirar traços de impurezas e dar a coloração branca ao produto final.
Este processo gera um subproduto: o licor negro. Ele é composto basicamente por lignina e substâncias químicas e é utilizado como combustível, gerando vapor e energia elétrica que excede a necessidade do processo.
Ainda dentro desta cadeia que envolve tecnologia de ponta e eficiência de produção, os químicos utilizados no processo também são recuperados em um grande filtro chamado Caldeira de Recuperação, fechando o ciclo de obtenção de celulose, produção de energia e recuperação de químicos, garantindo o alto padrão da celulose da Eldorado dentro dos mais modernos critérios ambientais de geração de energia limpa e renovável.
Fonte: Assessoria
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