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Notícias
04
nov
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Empresas de celulose batem recordes no 3º trimestre
O indicador, considerado um referencial da capacidade de geração de caixa das empresas, totalizou R$ 1,690 bilhão.
A expectativa de que o período entre julho e setembro viesse a se tornar o melhor trimestre da história da indústria brasileira de papel e celulose se confirmou. Beneficiadas por um dólar mais valorizado e por uma ampla política de contenção de despesas, Fibria, Klabin e Suzano Papel e Celulose colecionaram resultados recordes e já projetam um quarto trimestre ainda mais favorável. Termos como robusto e sólido foram utilizados por executivos do setor para classificar o trimestre em que, juntas, as três companhias romperam pela primeira vez a marca de R$ 1,6 bilhão em Ebitda.
O indicador, considerado um referencial da capacidade de geração de caixa das empresas, totalizou R$ 1,690 bilhão, superando a marca de R$ 1,541 bilhão do quarto trimestre de 2012.
O mesmo ocorreu na receita líquida conjunta, que totalizou R$ 4,564 bilhões. É a primeira vez que o resultado das empresas ultrapassa a barreira de R$ 4,5 bilhões - o levantamento feito pelo Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, considera dados desde o início da década passada.
Para que as duas marcas fossem superadas, foi fundamental a trajetória do câmbio a partir de maio passado. Segundo dados do AE Taxas, o dólar médio do terceiro trimestre ficou em R$ 2,288, contra R$ 2,069 do acumulado do segundo trimestre e de R$ 2,028 do terceiro trimestre de 2012. Como a maior parte da receita da Fibria (aproximadamente 90%) e da Suzano (53%) é obtida com exportações, o dólar valorizado impulsiona o faturamento, em real, obtido a partir de vendas feitas em dólar. Outro efeito positivo do câmbio para as empresas acontece no mercado doméstico: com o dólar valorizado, a competitividade do produto importado encolhe, o que abre espaço para um maior volume de vendas e para reajustes de preços.
Esse é um dos fatores que devem permitir à indústria nacional de papel e celulose renovar no quarto trimestre a condição de melhor trimestre da história. Esperamos um quarto trimestre forte, com elevação dos resultados da companhia em linha com o que aconteceu entre os terceiros trimestres, afirmou, na terça-feira, 29, o diretor-geral da Klabin, Fabio Schvartsman. O Ebitda cresceu 14% e atingiu o recorde de R$ 426,28 milhões. Os resultados positivos têm chamado a atenção de investidores. Desde o início do ano, as ações da Fibria e da Suzano já se valorizaram mais de 20%.
A expectativa de que o período entre julho e setembro viesse a se tornar o melhor trimestre da história da indústria brasileira de papel e celulose se confirmou. Beneficiadas por um dólar mais valorizado e por uma ampla política de contenção de despesas, Fibria, Klabin e Suzano Papel e Celulose colecionaram resultados recordes e já projetam um quarto trimestre ainda mais favorável. Termos como robusto e sólido foram utilizados por executivos do setor para classificar o trimestre em que, juntas, as três companhias romperam pela primeira vez a marca de R$ 1,6 bilhão em Ebitda.
O indicador, considerado um referencial da capacidade de geração de caixa das empresas, totalizou R$ 1,690 bilhão, superando a marca de R$ 1,541 bilhão do quarto trimestre de 2012.
O mesmo ocorreu na receita líquida conjunta, que totalizou R$ 4,564 bilhões. É a primeira vez que o resultado das empresas ultrapassa a barreira de R$ 4,5 bilhões - o levantamento feito pelo Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, considera dados desde o início da década passada.
Para que as duas marcas fossem superadas, foi fundamental a trajetória do câmbio a partir de maio passado. Segundo dados do AE Taxas, o dólar médio do terceiro trimestre ficou em R$ 2,288, contra R$ 2,069 do acumulado do segundo trimestre e de R$ 2,028 do terceiro trimestre de 2012. Como a maior parte da receita da Fibria (aproximadamente 90%) e da Suzano (53%) é obtida com exportações, o dólar valorizado impulsiona o faturamento, em real, obtido a partir de vendas feitas em dólar. Outro efeito positivo do câmbio para as empresas acontece no mercado doméstico: com o dólar valorizado, a competitividade do produto importado encolhe, o que abre espaço para um maior volume de vendas e para reajustes de preços.
Esse é um dos fatores que devem permitir à indústria nacional de papel e celulose renovar no quarto trimestre a condição de melhor trimestre da história. Esperamos um quarto trimestre forte, com elevação dos resultados da companhia em linha com o que aconteceu entre os terceiros trimestres, afirmou, na terça-feira, 29, o diretor-geral da Klabin, Fabio Schvartsman. O Ebitda cresceu 14% e atingiu o recorde de R$ 426,28 milhões. Os resultados positivos têm chamado a atenção de investidores. Desde o início do ano, as ações da Fibria e da Suzano já se valorizaram mais de 20%.
Fonte: A tarde
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