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Notícias
11
out
2013
(PAPEL E CELULOSE)
MS poderá ter nova fábrica de celulose a partir de 2014
O governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, revelou nesta terça-feira, 08, que uma empresa brasileira poderá se associar a chineses para a construção de uma fábrica de celulose no município de Ribas do Rio Pardo (MS). A construção da fábrica teria início em meados de 2014, segundo revelou Puccinelli durante a cerimônia de abertura do 46º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, organizado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).
Puccinelli não revelou o nome da empresa brasileira, alegando que não "poderia falar por questões relacionadas à Bolsa". Ele não informou, porém, se a empresa já teria ações negociadas na Bolsa, situação na qual se encontram a Fibria, a Suzano Papel e Celulose e a Klabin. Os parceiros seriam chineses, mas o governador não informou se a parceria envolveria fabricantes chinesas do setor de papel e celulose ou apenas empresas que viabilizaram financeiramente o projeto, avaliado em até R$ 8 bilhões, segundo Puccinelli.
A Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Correa da Costa no entanto, em conversa com a equipe Painel Florestal, salientou que o Governo do Estado foi procurado por duas empresas. "Mas ainda não tem nada definido", alertou.
O prefeito de Ribas do Rio Pardo, José Domingues Ramos (Zé Cabelo) confirmou a versão da secretária. "Temos recebidos empresários interessados em investir no município mas ainda não temos nada 100% concretizado", ressaltou.
Segundo o prefeito, os plantios florestais de eucalipto avançam em ritmo acelerado. "Temos investidores aproveitando o potencial de Ribas do Rio Pardo. Uma empresa, por exemplo, está plantando aproximadamente 80 hectares por dia", afirmou.
Otimista com a possibilidade de novos investimentos em seu município, Zé Cabelo prefere cautela ao comentar o anúncio de André Puccinelli. "Não podemos criar uma falsa expectativa mas temos certeza que, se tivermos florestas, indústrias virão", concluiu.
Estrangeiros
O modelo do acordo anunciado por André Puccinelli prevê que os chineses teriam até 49% de participação na sociedade. O projeto, dessa forma, não enfrentaria problemas relacionados à restrição de compra de terra por parte de grupos estrangeiros. Parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que restringe a compra de terras por estrangeiros interrompeu investimento total de cerca de R$ 15 bilhões no estado do Mato Grosso do Sul, segundo Puccinelli.
Um dos projetos paralisados seria da chilena Arauco, segundo o governador. "Tínhamos um projeto da (portuguesa) Portucel, que não avançou, e temos a Arauco, com 70 mil hectares de áreas plantadas no Estado", revelou Puccinelli. Na análise do governador, uma futura revisão da AGU a respeito do tema pode garantir a retomada do projeto da Arauco no Mato Grosso do Sul. Em um primeiro momento, a companhia investiria na construção de uma fábrica de MDF e, em uma segunda etapa, em uma nova fábrica de celulose.
Puccinelli não revelou o nome da empresa brasileira, alegando que não "poderia falar por questões relacionadas à Bolsa". Ele não informou, porém, se a empresa já teria ações negociadas na Bolsa, situação na qual se encontram a Fibria, a Suzano Papel e Celulose e a Klabin. Os parceiros seriam chineses, mas o governador não informou se a parceria envolveria fabricantes chinesas do setor de papel e celulose ou apenas empresas que viabilizaram financeiramente o projeto, avaliado em até R$ 8 bilhões, segundo Puccinelli.
A Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Correa da Costa no entanto, em conversa com a equipe Painel Florestal, salientou que o Governo do Estado foi procurado por duas empresas. "Mas ainda não tem nada definido", alertou.
O prefeito de Ribas do Rio Pardo, José Domingues Ramos (Zé Cabelo) confirmou a versão da secretária. "Temos recebidos empresários interessados em investir no município mas ainda não temos nada 100% concretizado", ressaltou.
Segundo o prefeito, os plantios florestais de eucalipto avançam em ritmo acelerado. "Temos investidores aproveitando o potencial de Ribas do Rio Pardo. Uma empresa, por exemplo, está plantando aproximadamente 80 hectares por dia", afirmou.
Otimista com a possibilidade de novos investimentos em seu município, Zé Cabelo prefere cautela ao comentar o anúncio de André Puccinelli. "Não podemos criar uma falsa expectativa mas temos certeza que, se tivermos florestas, indústrias virão", concluiu.
Estrangeiros
O modelo do acordo anunciado por André Puccinelli prevê que os chineses teriam até 49% de participação na sociedade. O projeto, dessa forma, não enfrentaria problemas relacionados à restrição de compra de terra por parte de grupos estrangeiros. Parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que restringe a compra de terras por estrangeiros interrompeu investimento total de cerca de R$ 15 bilhões no estado do Mato Grosso do Sul, segundo Puccinelli.
Um dos projetos paralisados seria da chilena Arauco, segundo o governador. "Tínhamos um projeto da (portuguesa) Portucel, que não avançou, e temos a Arauco, com 70 mil hectares de áreas plantadas no Estado", revelou Puccinelli. Na análise do governador, uma futura revisão da AGU a respeito do tema pode garantir a retomada do projeto da Arauco no Mato Grosso do Sul. Em um primeiro momento, a companhia investiria na construção de uma fábrica de MDF e, em uma segunda etapa, em uma nova fábrica de celulose.
Fonte: Painel Florestal
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