Voltar
Notícias
04
out
2013
(GERAL)
Seagro se reúne com japoneses para ampliaçao do Eco Seringueira
O secretário executivo da Agricultura e Pecuária (Seagro), Ruiter Padua, se encontrou com representantes da empresa Japan Internacional Cooperation Agency (JICA), que é um órgão do Governo Japonês responsável pela implementação da Assistência Oficial para o Desenvolvimento da Segurança Humana. A reunião tratou da ampliação do Projeto Eco Seringueira – na pequena propriedade, com o Programa de Diversificação e Inclusão Produtiva através da Estrutura de Polos de Produção de Látex. A reunião aconteceu na tarde desta terça-feira, dia 1º, no gabinete da Seagro.
Segundo o secretário executivo, a proposta prevê que a empresa japonesa financie todo o projeto ou busque indústrias, investidores e outras empresas que possam se tornar parceiras do pequeno agricultor na produção de borracha. “O benefício será levar ao pequeno produtor, a diversificação da sua atividade, proporcionando pra ele uma garantia de renda por um período de 40 anos, que é o período produtivo da seringueira. Com três hectares o produtor pode manter uma renda de R$ 3 mil durante um mês”, ressaltou Padua.
A proposta foi apresentada por se observar a diversificação da produção agrícola do Estado, e o desenvolvimento da agricultura familiar em várias regiões. As pequenas e médias áreas do Tocantins correspondem a 96% da estruturação fundiária. Desse total, em torno de 123 mil pessoas vivem da agricultura familiar.
De acordo com os empresários japoneses, a heveicultura é uma oportunidade promissora para o Estado, uma vez que apresenta um resultado econômico em pequenas áreas, permitindo a integração com outras culturas, além de ser uma atividade ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.
Seringueira no Estado
Em 2012, a área cultivada de seringueira no Tocantins era de 1.840 hectares. Para este ano a previsão é aumentar 52%, passando para mais de 2.800 ha. A produção de seringueira é uma das atividades mais rentáveis no agronegócio mundial. Em média um hectare plantado com a cultura gera em torno de R$ 1.000,00 a R$ 1.200,00 de renda líquida para o produtor, mensalmente a partir do sexto ano.
Segundo o secretário executivo, a proposta prevê que a empresa japonesa financie todo o projeto ou busque indústrias, investidores e outras empresas que possam se tornar parceiras do pequeno agricultor na produção de borracha. “O benefício será levar ao pequeno produtor, a diversificação da sua atividade, proporcionando pra ele uma garantia de renda por um período de 40 anos, que é o período produtivo da seringueira. Com três hectares o produtor pode manter uma renda de R$ 3 mil durante um mês”, ressaltou Padua.
A proposta foi apresentada por se observar a diversificação da produção agrícola do Estado, e o desenvolvimento da agricultura familiar em várias regiões. As pequenas e médias áreas do Tocantins correspondem a 96% da estruturação fundiária. Desse total, em torno de 123 mil pessoas vivem da agricultura familiar.
De acordo com os empresários japoneses, a heveicultura é uma oportunidade promissora para o Estado, uma vez que apresenta um resultado econômico em pequenas áreas, permitindo a integração com outras culturas, além de ser uma atividade ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa.
Seringueira no Estado
Em 2012, a área cultivada de seringueira no Tocantins era de 1.840 hectares. Para este ano a previsão é aumentar 52%, passando para mais de 2.800 ha. A produção de seringueira é uma das atividades mais rentáveis no agronegócio mundial. Em média um hectare plantado com a cultura gera em torno de R$ 1.000,00 a R$ 1.200,00 de renda líquida para o produtor, mensalmente a partir do sexto ano.
Fonte: Seagro TO
Notícias em destaque
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)














