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Notícias
04
out
2013
(GERAL)
Melhores estradas, menores custos
Degradação do leito das estradas, processos erosivos, assoreamento de córregos e nascentes e interrupção de tráfego durante o período de chuvas. Estes são alguns dos problemas enfrentados com frequência por empresas florestais que não dão a devida atenção à construção e manutenção das estradas. Muitas vezes por falta de planejamento de longo prazo empresas resolvem não destinar recursos para essa operação e depois acabam arcando com as consequências dessa decisão. Estando ciente desse fato, o Encontro Brasileiro de Infraestrutura Florestal traz diversos assuntos primordiais para dar embasamento para essa atividade, entre eles se destaca “O Uso de Novas Tecnologias para a Melhoria da Pista de Rolamento - A Experiência da Cenibra”. O tema será abordado dentro do Bloco sobre Técnicas e Novas Tecnologias para Construção e Manutenção de Estradas de Uso Florestal, pelo Coordenador de Logística da Cenibra, Francisco Eduardo de Faria.
Segundo o profissional, quando as empresas apostam na construção de estradas de uso florestal conforme planejamento pré-estabelecido, é possível reduzir a densidade de estradas e programar estrategicamente se elas serão revestidas (encascalhadas) para garantir a trafegabilidade no período chuvoso.
O uso do planejamento adequado aliado a técnicas e tecnologias em estradas tem como objetivo principal a melhoria da sustentação do leito das estradas ao tráfego de veículos pesados. “Desta forma, ocorrerá à redução do ciclo de viagem, assim como de custos de manutenção, desgaste de pneus, culminando na redução dos gastos com o transporte florestal”, esclareceu Francisco.
Durante a palestra, o profissional abordará aspectos relacionados ao revestimento, solo cimento, estabilizador de solos, argilamento, revegetação de taludes e obras de arte, aspectos essenciais para se reduzir os impactos das erosões e suas consequências tais como: assoreamento de córregos e nascentes, sulcos em estradas, perda de áreas produtivas, por exemplo.
A primeira edição do Encontro Brasileiro de Infraestrutura Florestal acontece entre os dias 16 e 18 de outubro, em Curitiba (PR) e contará com palestras de 17 profissionais, com alto nível de conhecimento técnico.
Segundo o profissional, quando as empresas apostam na construção de estradas de uso florestal conforme planejamento pré-estabelecido, é possível reduzir a densidade de estradas e programar estrategicamente se elas serão revestidas (encascalhadas) para garantir a trafegabilidade no período chuvoso.
O uso do planejamento adequado aliado a técnicas e tecnologias em estradas tem como objetivo principal a melhoria da sustentação do leito das estradas ao tráfego de veículos pesados. “Desta forma, ocorrerá à redução do ciclo de viagem, assim como de custos de manutenção, desgaste de pneus, culminando na redução dos gastos com o transporte florestal”, esclareceu Francisco.
Durante a palestra, o profissional abordará aspectos relacionados ao revestimento, solo cimento, estabilizador de solos, argilamento, revegetação de taludes e obras de arte, aspectos essenciais para se reduzir os impactos das erosões e suas consequências tais como: assoreamento de córregos e nascentes, sulcos em estradas, perda de áreas produtivas, por exemplo.
A primeira edição do Encontro Brasileiro de Infraestrutura Florestal acontece entre os dias 16 e 18 de outubro, em Curitiba (PR) e contará com palestras de 17 profissionais, com alto nível de conhecimento técnico.
Fonte: www.infraestruturaflorestal.com.br
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